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"Espere, meu salvador
Mantenha meu coração em dimensões sagradas
Arraste-me nas suas costas por mais um dia
Mais um dia...

Você vive, você aprende
Você vive, você aprende
Eu acho, que o que quer que você possa achar,
Está tudo em bem comer um pedaço da sua mente"

Golden Grounds - The Gathering

"Eu também desejo ser um homem-menino digno,
Mas tudo que sou é fumaça e espelhos
Ainda assim, apesar de tudo, talvez eu seja merecedor...

E aí permanece eternamente, a mudança de G para Em"

Song of Myself ("Love") - Tuomas Holopainen

"Clara e doce é minha alma e claro e doce é tudo aquilo que não é minha alma"

Song of Myself - Walt Whitman

"Estão todas as verdades
à espera em todas as coisas:
não apressam o próprio nascimento
nem a ele se opõem,
não carecem do fórceps do obstetra,
e para mim a menos significante
é grande como todas.
(Que pode haver de maior ou menor
que um toque?)

Sermões e lógicas jamais convencem
o peso da noite cala bem mais
fundo em minha alma.

(Só o que se prova
a qualquer homem ou mulher,
é que é;
só o que ninguém pode negar,
é que é.)

Um minuto e uma gota de mim
tranquilizam o meu cérebro:
eu acredito que torrões de barro
podem vir a ser lâmpadas e amantes,
que um manual de manuais é a carne
de um homem ou mulher,
e que num ápice ou numa flor
está o sentimento de um pelo outro,
e hão-de ramificar-se ao infinito
a começar daí
até que essa lição venha a ser de todos,
e um e todos nos possam deleitar
e nós a eles."

All Truths Wait in All Things - Walt Whitman

Últimas opiniões enviadas

  • Victor

    As boas atuações não conseguem disfarçar o roteiro muito mal escrito. A sensação que fica é que este filme poderia ser uma peça teatral ou mesmo uma rádio-novela e o entedimento da obra em pouco se alteraria. O filme acaba e pouco, de fato, se entende ou sequer se investiga sobre o mundo interior da protagonista; além de excessivamente confiante, explosiva, intensa e talentosa, o filme parece pouco preocupado em entender como Elis entendia a própria vida e porque era do jeito que era.

    Falta o poder da imagem cinematográfica. A fotografia e a direção de arte conseguem belas imagens, mas que não passam muito disso. Não há a criação de signos imagéticos que constituam alguma mensagem subliminar poderosa, e nem há espaço para isso.

    Faltam silêncios no filme. A verborragia do roteiro tenta desesperadamente abarcar as informações e impressões que a projeção falha em encontrar tempo hábil para explorar de forma satisfatória. Há pouco tempo para absorver e respirar entre os acontecimentos que parecem mais ou menos desconectados entre si, com assuntos que surgem e desaparecem - numa colagem que tem como único critério aparente a conveniência destes para o roteiro e a criação do pretenso arco dramático, que soa no mínimo forçado.

    Falta a fluidez de desenvolvimento que uma obra cinematográfica deveria ter. Quando o filme começa a mostrar algo mais parecido com um encadeamento de acontecimentos melhor desenvolvido, já estamos quase na metade da projeção. E, apesar disso, o passar dos anos fica confuso para o expectador. Não se sabe ao certo em que ano estamos, salvo pela primeira cena do longa. Cada fade-out que representa um salto temporal se dá como as cortinas de um teatro entre os atos de uma peça.

    Por fim, a mixagem do filme - principalmente nos trechos musicais - prejudica muito a história, pois (salvo a performance de Cabaré, de João Bosco e Aldir Blanc) a textura do som deixa claro que ele não vem daqueles instrumentos que aparecem em cena, mas do disco da cantora. Além disso, por mais intensa, esforçada e parecida de rosto que Andrea Horta seja com Elis, o roteiro e a mixagem vão contra o trabalho dela.

    A voz cantada ou falada da Elis verdadeira é muito diferente em peso da voz falada da Elis de Andrea, por mais que esta tenha feito um ótimo trabalho de mimetização dos trejeitos da pessoa real. Por mais que tenha inegáveis similaridades faciais com a cantora, Andrea por seu biotipo, parece por vezes delicada e franzina demais para ser Elis, conhecidamente baixinha e troncuda. A movimentação por ora carregada de dramaticidade, ora sarcástica e descontraída, tão própria da Pimentinha, por vezes parece fora de lugar no corpo de Andrea. Isso, no entanto, é evidente que não é culpa da atriz, que fez o melhor trabalho possível no dado contexto.

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  • Victor

    Uma grande surpresa! Humor maravilhosamente incorreto e roteiro absurdamente provocativo. Nunca achei que fosse ver algo assim na minha vida e gostar tanto. Um filme que trata de questões base da existência humana com ousadia e desapego, e com pouco ou nada de lugares-comuns. Um prato cheio para os aspirantes à niilistas. Amei de verdade!

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  • Victor

    Um filme calmo e meditativo. Cheio de belíssimas paisagens e sons. De proposta nobre e singela ao mesmo tempo. Um verdadeiro repouso para os sentidos. Intrigante para a mente. E me deu vontade de viver. :)

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  • Filmow
    Filmow

    O Oscar 2017 está logo aí e teremos o nosso tradicional BOLÃO DO OSCAR FILMOW!

    Serão 3 vencedores no Bolão com prêmios da loja Chico Rei para os três participantes que mais acertarem nas categorias da premiação. (O 1º lugar vai ganhar um kit da Chico Rei com 01 camiseta + 01 caneca + 01 almofada; o 2º lugar 01 camiseta da Chico Rei; e o 3º lugar 01 almofada da Chico Rei.)

    Vem participar da brincadeira com a gente, acesse https://filmow.com/bolao-do-oscar/ para votar.
    Boa sorte! :)

    * Lembrando que faremos uma transmissão ao vivo via Facebook e Youtube da Casa Filmow na noite da cerimônia, dia 26 de fevereiro. Confirme presença no evento https://www.facebook.com/events/250416102068445/