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O tempo destrói tudo

Últimas opiniões enviadas

  • Victor

    Bom filme! Gostei.
    Mas...

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    ...como é que um médico legista deixaria escapar a incompatibilidade dos dois corpos? Tom de pele, tamanho e etc... Mas ainda achei um furo válido pra dar substância ao enredo.

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  • Victor

    O que eu achei do filme:

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    Então... Vamos lá. O que eu entendi até agora. Tive que ver duas vezes, e ver algumas análises sobre o filme pra criar minha teoria. Se é que eu entendi. Rs.
    Como eu já disse aqui em outro comentário, a primeira cena mostra o japonês pescando e ele está usando dois anzóis. Dois. Duas pessoas (o japonês e o xamã) pra pegar uma vítima.
    O método é o seguinte, o japonês abusa das mulheres e passa aquela doença (pelo que entendi ela é sexualmente transmissível, por isso que também existe homens que contraem a doença), esse é o primeiro estágio da possessão - para enfraquecê-la - ao mesmo tempo que ele tem que pegar um pertence da pessoa - para manter o vínculo. Então o outro xamã fica no encargo de "abrir o corpo" para o demônio de fato se apossar da pessoa (outro estágio) e cometer os assassinatos. Só tenho que lembrar que essa pessoa tem que ser uma pecadora ou alguém da família tem que ser. Essa pessoa morre pouco tempo depois e o xamã tira as fotos das vítimas para concluir (tem uma crença que diz a fotografia tira a alma da pessoa. Índios possuem essa crença também, se não me engano) mais um estágio. A pessoa que cometeu os assassinatos serve de alimento para o demônio, último estágio.
    A mulher é o espírito protetor da vila. Também pegava os pertences das pessoas, mas para protegê-las. Foi ela quem pôs o corvo naquela pote da casa do policial (na Coréia corvos são símbolos de proteção). Só que ela falhou todas as vezes em capturar o demônio.
    Se vocês repararem no primeiro assassinato (daquele cara em transe que morre depois no hospital) um policial diz que ele arrastou a mulher até alí, logo eles vão até o local de onde ele arrastou a mulher. Lá o policial principal vê uma muda de planta murcha (cogumelo) amarrada na pilastra do chiqueiro (esse cogumelo é o mesmo que murcha no final do filme, quando o policial entra em sua casa. Isso quer dizer que essa armadilha também falhou para capturar o demônio). Logo depois outro policial o chama e ele vê dentro da casa uma espécie de ninho bem grande feito com gravetos (o mesmo tipo de ninho onde a sua filha está envolta no ritual do xamã na casa dele). Ou seja o xamã já tinha passado por alí. O demônio tinha se apossado do corpo do cara (do primeiro assassinato).
    Outro caso é o da casa que pega fogo. A guardiã diz pro personagem principal que a mulher sabia que tinha algo errado, mas não quis ajuda. Então matou todos da família. E depois se mata enforcada. Essa mulher é a mesma que foi abusada pelo japonês na beira do lago (ou rio) e que aparece na delegacia na hora do apagão. Não vi indícios da passagem do xamã por alí (destruídos pelo fogo, talvez?). O policial lê no jornal sobre os cogumelos (a guardiã tentando ajudar?)
    O último caso é o do cara que assassina a família e aparece em transe num caminhão na floresta. Reparem que quando a polícia está lá retirando os corpos da família, o cenário é bem parecido com o do ritual do xamã para a filha do policial. Tem facas no chão, tambores, um porco na mesa e etc. O espírito protetor (a mulher) também tentou ajudá-lo. Tanto que ela usa o casaco dele (verde) durante um tempo no filme.
    A cena do ritual: Acho que as cenas não tem nada a ver uma com a outra. Foram editadas pra dar uma noção de combinação apenas para confundir-nos. O xamã está tentando "abrir o corpo" da menina para a possessão total do demônio. E o japonês estava fazendo um ritual para o cara que assassinou a família para se alimentar dele (beber seu sangue).
    A cena em que o xamã está pregando os pregos na estátua no início só está afetando a menina. E só um tempo depois o japonês sente dores. Aí no caso acho que é a guardiã intervindo contra o japonês e não o xamã. Ela interrompe o ritual e o enfraquece (o japonês). Tanto que ela aparece lá na casa dele quando ele está fraco e se enrolando em lençóis.
    O ritual do xamã é interrompido pelo policial e a possessão não é concluída.
    Quando o policial vai atrás do japonês (enquanto ele está fraco) pra matá-lo e o mata, ele peca. Dando margem para o demônio entrar na casa novamente. O xamã sente que o policial mordeu a isca e liga para o policial. Liga várias vezes. Achando que o policial já está morto, ele vai tirar as fotos. Só que a guardiã está lá e o expulsa. Ele foge, ela joga um corvo na casa dele e ele vai embora. Só que o demônio lembra que ele tem um trabalho a cumprir e não o deixa ir embora. Então ele volta. Engana o policial de que a guardiã é o espírito do mal, tira as fotos e mexe no porta-malas do carro e aí você percebe que as fotos que ficavam na casa do japonês estão com ele. E a guardiã se prostra por não ter conseguido. Pois o policial só poderia passar do portão de casa no terceiro canto do galo (referência a bíblia: “Com certeza te asseguro que, ainda nesta noite, antes mesmo que o galo cante, três vezes tu me negarás”) O filme possui várias referências ao cristianismo.
    Enfim. Acho que é isso aí.

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  • Letícia
    Letícia

    rumo aos 7 mil

  • furyosa
    furyosa

    Tá na lista faz séculos, vou assistir. Obrigada.
    :*

  • furyosa
    furyosa

    Por onde começar, eis a questão.
    Ah, obrigada. =)