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A louca dos documentários. Gosto de urros, coisas quentes e lacunas existenciais.

"Estirpe miserável e efêmera, filhos do acaso e do tormento! Por que me obrigas a dizer-te o que seria para ti mais salutar não ouvir? O melhor de tudo é para ti inteiramente inatingível: não ter nascido, não ser, nada ser. Depois disso, porém, o melhor para ti é logo morrer" (Nietzsche, O nascimento da tragédia)

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Últimas opiniões enviadas

  • Desirée Lefundes

    Os nove primeiros episódios foram insuportáveis pra mim. Nenhum personagem tinha carisma suficiente, o único que salvava praticamente não aparecia. Em todos episódios aparecem os mesmos cortes repetitivos que em pouco tempo você não suporta mais ver (exemplo, não suportava mais ver aquela foto deles correndo antes do beijo que aparece em todo episódio). O casal principal passa a maior parte da temporada sendo a mulher insuportável e irritante, o cara um completo idiota. Os coadjuvantes todos irritantes, imaturos e não param de gritar. Não existe um equilíbrio entre uma cena com um personagem irritante e uma cena com um personagem mais centrado (isso começa a acontecer quando o personagem do Ji-Seok Kim começa a tomar mais espaço, gradativamente).
    Parece bem proposital que todo mundo shippe o segundo relacionamento da protagonista, porque é só ai que os personagens e seus relacionamentos ficam mais centrados gradativamente, então é impossível não shippar o cara que salva a série, mesmo sabendo que vai quebrar a cara.

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  • Desirée Lefundes

    Quando você pede respeito através do desrespeito você perde sua credibilidade e restringe a compreensão do seu protesto para o pequeno número de pessoas que não se ofenderão com o desrespeito que você está inflingindo.
    Da mesma forma como quando você se desespera a calar o que te inflige pode ser uma expressão da sua insegurança.
    É o paradoxo desse tipo de protesto não-tão-pacífico.

    Acho que as pessoas ofendidas tem todo o direito de se sentirem assim, afinal o protesto foi feito justamente para incomodar. Seria hipocrisia dizer que elas não queriam ofender. Se não quisessem ofender não teriam usado como objeto a parte mais sagrada da vida daquelas pessoas que estavam ali presentes. É como xingar sua mãe e esperar que você não se enfureça.
    Contudo, é válido analisar que a proporção da ofensa que elas infligiram talvez seja condizente com o quanto elas se sentem violentadas pelo estado e pela igreja.

    Em algum momento algum dos lados precisaria sair do modo de ação-reação automática, onde um bate e ofende, o outro apanha e bate, e assim fica o ciclo constante. E, tendo em vista a posição privilegiada do clero, era de se esperar que essa quebra na automaticidade viesse dele, uma vez que o protesto sofrido é pífio quando comparado à constante opressão que as protestantes são submetidas diariamente.
    (Lembrando que quando falo sobre o clero, não incluí os fiéis - pois esses muitas vezes por sua fé acabam vivendo acorrentados às ideias do clero e do estado).

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