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20 years Ceres - (BRA)
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Um boa história pode mudar uma pessoa... O mundo! Coming of Age.
...
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Últimas opiniões enviadas

  • Willker

    Não consigo comentar algo tão grandioso como tudo isso aqui!
    Talvez: ❤

    Seja :
    lutadora como Mônica
    Grande coração como Chandler
    Atenciosa como Rachel
    Persistente como Ross
    Maluquis como Phoebe haha
    Amigo como Joey.

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  • Willker

    Frances Ha é um filme tão leve, simplesinho e bonito e por isso vou tentar fazer um comentário dessa mesma forma. Me sinto obrigado a fazer. Depois de ver uma quantidade grande de filmes que me fizeram crescer (até o ponto que minha maturidade e percepção chegavam) fiquei uns meses sem encontrar outros assim: que me preenchiam no que eu precisava no momento. E isso mudou quando assisti Frances Ha pela primeira vez. Neste encontrei um mundo de conforto muito booom. Tanto que o vi três vezes em uma semana. É afeição sempre. Digo: É sobre não precisar se esforçar para ser alguém incrível. E tudo bem não ser.

    Tudo bem não sermos os melhores dançarinos.Tudo bem querer ficar um dia inteiro em casa com um amigo e filme. Tudo bem ter o seu próprio tempo para realizaões.. E a Frances sabia disso. Sabia quando sair e quando ficar para terminar as coisas. Mesmo cansada, ela sabia que era incrível. Sabe porquê? Porque ela levantou da cama para enfrentar mais um dia. Porque mesmo com todos os motivos para desistir, continuou lutando

    “É isso que eu quero em um relacionamento, o que meio que explica porque estou solteira agora. É difícil de explicar. É uma coisa quando você tá com alguém e você ama a pessoa e vocês sabem disso. Vocês estão juntos, mas é uma festa, sabe? Os dois estão conversando com pessoas diferentes. Você tá lá sorrindo e olha para o outro lado da sala e vocês trocam olhares. Mas não porque são possessivos ou que seja algo sexual, mas apenas porque aquela é a pessoa da sua vida. E isso é engraçado e triste, mas só porque esta vida vai terminar. E é esse mundo secreto que existe bem ali em público, mas imperceptível, que ninguém vai ficar sabendo. É tipo como dizem, uma outra dimensão que existe ao nosso redor, mas não temos a habilidade de notar. Sabe? É isso. É isso que quero de um relacionamento. Ou da vida, eu acho. Amor. Parece que tô chapada, mas não tô…”

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  • Willker

    Eu me sinto infinito! Como podemos ser apenas por um dia. Nós poderíamos ser infinitos, para todo o sempre. We can be heroes just for one day. Sentir-se infinito foi o sentimento inerente a minha experiência nessa última vez em que assisti "As vantagens de ser invisível". Antes disso já era um dos meus filmes preferidos, mas foi a experiência recente foi ainda mais forte e reconfortante. Ao assistir novamente com uma nova perspectiva o resultado foi vivenciar uma obra que me fez silenciar, transbordar!

    Existem filmes que se tornam clássicos logo que surgem, “The Perks of Being a Wallflower” já se tornou um. Elenco, trilha sonora - Ah, a trilha sonora, - produção, direção e principalmente o roteiro, tudo muito bem organizado. E só esses elogios estão longe de ser o resumo merecido. Na verdade eu não consigo resumir objetivamente, mas sim compartilhar a magia que o cinema em si e o poder na a música me proporcionaram hoje. Com isso me mente, nunca antes encontrei em uma obra do cinema tamanha identificação. Mas, por que de tanta identificação? Nesse caso, veio no personagem Charlie. Pois, a obra narra as descobertas e pequenas batalhas diárias do garoto, o qual se sente invisível e anseia por mais inclusão sem mascarar todos os problemas. É sobre um garoto na busca por mais empatia em sua volta. (Ah!! Como a falta de empatia e a romantização dos sentimentos frios me incomodam.) E a mensagem mais importante, sendo a qual: é preciso perder-se para poder pertencer. E também alguns casos mais pessoais que elevam o quanto o protagonista me fez sentir representado, porém isso fica para outro desabafo.

    E o filme caiu na graça dos fans de cinema e dos jovens espalhados pelo mundo. Assim como a mim, a galera se sentiu representada pelos personagens. Até mesmo aqueles que não são adolescentes. O longa meche muito com o nosso interior de uma forma extremamente honesta. Ele esbarra em tantos assuntos pertinentes a nossa adolescência e sem os clichês ou esteriótipos de gênero. É a narrativa de uma idade em que está todo mundo muito deslocado. Aqueles que sentem na pele o sentimento de confusão e não pertencimento como Charlie e eu, ou aqueles que fingem não sentir como Brad tentando fingir ser heterossexual assim como algumas pessoas fissuradas pela imagem do seu personagem nas redes sociais.

    "Alguém com ansiedade está inclinado a achar que todos vão embora. A verdade é que eles precisam combater algo que não conseguem controlar, e há um sentimento de insegurança dentro de si mesmo quando se diz a respeito de relações.
    Eles sabem que é difícil e não querem te sobrecarregar com seus pensamentos e preocupações." Este trechinho de um texto que li me lembra muito a frase "Aceitamos o amor que achamos merecer". Por que aceitamos? Por que tanto medo de ir enfrenta e dizer o que sentimos para a pessoa certa? São tantos muros, Por quê?

    Heroes... Canção composta por David Bowie e Brian Eno em 1977 (E que se tornará uma tatuagem na minha pele em breve haha). A música traz consigo a historia do seu produtor Tony Visconti e cantora de backup Antonia Maass e seu caso amoroso dividido pelo muro de Berlim. Isso mesmo! A necessidade da união esbarrando em um muro como barreira. Neil Gaiman completou uma frase que aqui se faz necessária: "Existe algo que não aprecia o muro... e o nome disso é humanidade."

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  • Francisco Paulo
    Francisco Paulo

    Estás aceitadíssimo. Um grande abraço e se não viu, não deixe de ver esse filme:
    https://filmow.com/tangerinas-t93526/

  • Caroline M.
    Caroline M.

    Oie, tudo bem? Vim fuçar nos seus recados pra encontrar o comentário da Laila com o link pra assistir Daria hahahahaha
    http://d3x4.blogspot.com.br/p/downloads-daria.html você conseguiu assistir? Deu certo? Tô doida procurando e só achei aqui! Bjs

  • Isabela França
    Isabela França

    Desculpa nada, pode falar pra caramba pq eu sou bem dessas também! hahahahaha.
    Que massa que julgou interessante a minha curadoria por aqui; faz tempo que não assisto filmes do tipo que vc parece gostar, as vezes é bom se inteirar no que tá acontecendo atualmente no cinema e nas coisas indies.
    Cavalo de Turim é uma coisa né, o Bela Tárr é um monstro... eu sou da galera que não acha necessário ter um grande repertório de filme cabeçudo pra apreciar uma boa obra contemplativa, mas entendo que o ritmo estranhe logo de primeira. Acho que é muito mais um lance de ver no melhor momento possível, tipo nessa sua fase melancólica.
    Vi esse em um período muito eremita da vida, com certeza foi por isso que me apaixonei. Até a experiência ruim é boa, olha quantos sentimentos 146 minutos te trouxeram!

    Uma menina de Ceres me adicionou no Filmow acho que no mesmo dia que vc, agora tô toda me perguntando se foi coincidência e Goiás deu uma ampliada na cena ou se vcs se conhecem hihihi