Viva a Vida: Herbert Daniel, o Amor e a AIDS nos anos 80

1988

Viva a Vida: Herbert Daniel, o Amor e a AIDS nos anos 80

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45 minutos

Logo quando surgiram as primeiras manchetes sobre uma terrível doença que estava ceifando a vida de diversos gays norte americanos, Herbert Daniel precocemente identificou o fenômeno social acerca do novo vírus: a disseminação da linguagem preconceituosa, discriminatória e alarmista, prenúncio da disseminação de um outro vírus ideológico muito mais funesto que o próprio vírus biológico da aids, fenômeno social que Herbert Daniel intitulou como a terceira epidemia. Sua obra literária começou a abordar este aspecto temático antes mesmo de Herbert Daniel descobrir que era portador do vírus HIV. Seu romance "Alegres e Irresponsáveis Abacaxis Americanos" apresenta como trama do enredo personagens que sofrem discriminação por serem portadores do vírus da aids.
Apesar do anacrônismo de seu enfoque acerca das nuances sociais da doença, o marco para o quarto exílio vivenciado por Herbert Daniel inicia-se no momento em que descobre que estava contaminado pelo vírus da aids. Esta terrível constatação veio através de uma consulta com um médico acadêmica e humanamente despreparado a dar o resultado de sua soropositividade. Sua determinação e sua força para lutar por cidadania em prol dos portadores do HIV advieram dos quarenta segundos de perplexidade após esta consulta. Esta crônica relatando sua reflexão sobre esta passagem foi relatada reflexivamente por Herbert Daniel em dois de seus livros e o levou a fundar o Grupo pela VIDDA - Valorização, Integração e Dignidade do Doente de Aids.

Estreia Mundial:
1988
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