-
Bela estréia de Bogart, embora Bette Davis não tenha gostado muito de atuar ao seu lado..
-
Apesar da simplicidade dos cenários (quase "mambembes") e da atmosfera teatral que que permeia toda a ação do filme, "A Floresta Petrificada" é um filmão.
O destaque fica por conta dos inteligentes e bem elaborados diálogos e pelo competente elenco.
Atuações irrepreensíveis do trio Davis, Bogard e Howard. -
Que enredo legal! Ação caprichada os bons ventos do golfo trazem ao solo navajo d'AFP. O Duke como fora-da-lei tem mais princípios que muito cidadão 'intocável' famoso atual. 1ª vez que vi o Charley Grapewin, surpresa simpática. *calafrios*Kim Carnes sabia o que cantava, viu?
:-D Viu só, Alan Squire? Se tu não escrever direito, tua mulher francesa te troca por um pintor brasileiro...
-
é um bom filme, as melhores falas foram para Leslie Howard, q está incrível!
Bette tão novinha e linda e um Bogart correto, totalmente natural já q tava começando... mas ainda tinha q comer muito arroz com feijão pra se destacar dos demais.
direção morna. Se não fosse pela Bette nem teria visto.-
É mesmo, Leslie Howard mandou bem. Achei que podiam
ter explorado mais a floresta, talvez seja coisa de cenário, grana que faltou, não sei. É caprichado, mas as cenas concentraram muito no restaurante do posto.
-
-
Bogart HUMILHA muito nesse filme
-
Aclamado como um dos precursores do cinema Noir, THE PETRIFIED FOREST é um clássico da Warner e seu roteiro trata um assunto que serve de constante inspiração para a posteridade. Como não considerar o fato de que o vilão Duke Mantee é o primeiro grande papel de Humphrey Bogart na sua essencial coleção, que interpretado de forma competente com a parceria de grandes nomes do cinema como Bette Davis e Leslie Howard, resultou na curta e eficiente constatação adaptada da peça homônima de Robert E. Sherwood? Apesar da longevidade da obra ser tão restrita quanto à primeira impressão da locação e da fotografia, o texto desenvolve vários discursos humanos significantes como a busca pela origem e a descoberta amorosa de Gabrielle Maple (Bette Davis), a falha em obter sucesso de personagens enveredados no crime como o de Bogart ante ao de Leslie Howard, que mesmo obtendo fracasso como escritor, prefere viver como um andarilho e acaba se apaixonando pela simpática Gabby.
Bette Davis com 28 anos na época interpreta uma simpática e ingênua garota, uma alma perdida no deserto norte do Arizona, uma área dominada pela influência da criminalidade.
É interessante observar que o enredo tem um ponto de vista inusitado da maneira como os locais assistiam aos atos trágicos dos vilões como se fossem heróis... E que concepção única da FLORESTA PETRIFICADA, uma especificação que beira a poesia. -
Esta obra de Archie Mayo é, indubitavelmente, um clássico do cinema americano, visto não só pela sua importância, mas também por ser o primeiro grande sucesso de Humphrey Bogart nas telonas. O fator elenco é extremamente positivo, pois Bette Davis, Leslie Howard, Humphrey Bogart e os coadjuvantes cumprem seus respectivos papéis com maestria. Entretudo, a história é rasa e mesmo a obra sendo curta mostra-se cansativa em certos momentos. O contexto mostrado na obra é um paralelo entre o desejo de viver e a morte, diria que há uma confrontação entre elas, mostrando de forma contundente o vazio e a profundeza em seus protagonistas. O desfecho da obra é deveras decepcionante, pois a espera de um grand finale foi substituída por um fechamento frívolo.
-
Ascensão de Bogart ao estrelato, na companhia de dois gigantes: a fabulosa Bette, fazendo papel de boazinha, e Leslie Howard.