Eu gostei. Não são os pais perfeitos, são jovens tentando acertar...
Quando Roméo (Jérémie Elkaïm) e Juliette (Valérie Donzelli) se conhecem, brincam com a coincidência dos nomes e, em tom de piada, declaram estar fadados a um destino trágico. Os dois se apaixonam, casam e têm seu primeiro filho, Adam. Mas a ilusão do conto de fadas se quebra após uma visita ao pediatra, que diagnostica um tumor cerebral no menino. A partir daí, a rotina da família se transforma numa constante jornada por corredores de hospitais. E a doença do filho vai obrigar o casal a enfrentrar problemas reais da vida adulta.
Candidato da França a vaga entre indicados a melhor filme estrangeiro no Oscar 2012.
Eu gostei. Não são os pais perfeitos, são jovens tentando acertar...
Achei um filme bem comum na verdade, esperava mais quando li a sinopse.
Tão envolvente que as falhas falharam em ser notadas. Tudo lindo. O arrebatamento da dor, o companheirismo do amor, e a vida em sua complexidade avassaladora impressa na arte. Clap, clap, clap !
O filme é sobre um casal lutando contra o tumor cerebral do filho. E você sai do cinema achando a vida leve e cheio de vontade de viver. Esses franceses são realmente demais!
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Equipe Filmow.comA vida é uma maratona, muitas vezes não temos consciência dos obstáculos da trajetória, mas nos mantemos persistentes com os ímpetos da esperança.
Poucas vezes eu vi um filme tão mal dirigido como esse.
O filme é extremamente corrido, as cenas parecem ter sido jogadas no filme sem um roteiro devidamente trabalhado. Além disso, possui cenas longas que poderiam ser mais curtas, e cenas mais curtas que ficaram vagas e deveriam ser mais longas. A narração também peca por, numa hora ser em primeira pessoa, e em outra ser em terceira.
Para finalizar, as partes cantadas e a nudez frequente da protagonista são extremamente desnecessários em um filme de tema delicado como esse. Valérie Donzelli quis fazer um filme emocionante, mas acabou errando feio na mão.
Decepcionante é a palavra correta a se usar.
Trama bem corrida, muito narrada.. coisas que eu tenho reparado em vários filmes franceses..
E esse em especial é muito exagerado.. (Sim, estou me referindo principalmente aos personagens.. Como os franceses são dramáticos! kkkk)
Com personagens muito "doidos" e ótimas sacadas, o filme é um "drama que diverte".
Ok, tem alguns errinhos no roteiro. Mas quer saber? Curti.
Achei um bom filme, porém esperava bem mais... Muitas cenas forçadas! Pode ser um filme abordando um assunto batido de forma diferente, mas não me comoveu. Não entendo o porquê de tanta positividade pelo filme, poderia ser um bom curta de 25 minutos.
Todo esse filme é mérito de apenas um pessoa: Valérie Donzelli. É encantador a forma que ela utiliza para tratar desse tema. Adoro a sua composição de imagens junto com a trilha sonora. É triste, mas ela consegue trazer graça para todo o drama.
Valérie Donzelli dirige e protagoniza esse filme baseado em uma experiência pessoal: a descoberta e o tratamento de um tumor no cérebro de seu bebê. Admira-se, portanto, não a propriedade e sensibilidade com que ela aborda o delicado assunto, mas a sua capacidade em tratá-lo com leveza, chegando inclusive a provocar o riso em alguns momentos. Destaque para a ótima trilha sonora com canções de Ennio Morricone, Vivaldi, Bach, Georges Delerue e Luiz Bonfá com “Manhã de Carnaval”, um clássico da MPB.
Um tema tão forte mostrado de uma forma diferente... não é um dramalhão que dá agonia, mas um filme inteligente, com boas sacadas, q emociona, nos faz pensar na vida, nos faz torcer. Gostei muito do casal Romeó e Juliette, teria escrito um final desse mesmo jeitinho!
E adoro o título do filme!
O filme é muito cativante, sensível e delicado. Baseado em fatos reais da vida da própria diretora, a torcida pra um final ao menos tranquilo é quase inevitável. Belo filme de Valérie Donzelli.
Um drama sem exageros, e só por isso já ganha vários pontos, um filme simples que trata com delicadeza um tema tão difícil... É um filme bom mas só...
Em Hollywood seria um dramalhão sem fim,aqui é um belo painel sobre crescimento e a bigorna que a vida adulta pode ser.
O casal do pôster tem um bebê com cancer e tenta lidar com o problema da forma mais positiva possível.
O espectador vai acompanhando o desenrolar da doença e como o relacionamento dos dois vai sendo afetado por isso.
Muito bom, mais um filme francês que não tem medo de ousar na narrativa e consegue ser fofo diante de um tema tão pesado.
Não sabia que era baseado em fatos reais da atriz/diretora.
Gostei do final,
pensei que seria trágico.
A linguagem dinâmica e moderna inova o tema, normalmente tratado com um peso imenso, como se a própria doença já não fosse o suficiente.
Também inova no quesito "história baseada em fatos reais" já que os pais estão envolvidos em todo o processo do filme.
Para além disso, a cena em que Juliette informa a todos, e todos menos ela tem reações hiperbólicas, para mim foi como se demonstrassem o que aquela mãe estava sentindo e reprimindo.
Chorei e chorei. Lindo filme.
Não estava dando muito pelo filme quando me foi indicado, porém realmente muito comovente, e singular a maneira que tratam a doença de adam e os seus país (família em geral) durante todo o processo cansativo, gostei bastante!
Ainda não entendi pq tanta comoção pelo filme, não tem nada de mais.
Pra começar, as pessoas que passaram pela situação se propor a escrever, dirigir e atuar é estranho. Ok, nada contra não atores num filme, mas...aqui perdeu totalmente o propósito, já que eles sabiam exatamente como tinham se sentido e o pior...pelo fato da própria Valerie ser a diretora, ela mesma avaliava o desempenho.
Filmes sobre doenças e superação envolvendo crianças existem vários e a maioria é bem mais emocionante. Um exemplo é o bastante conhecido "Óleo de Lorenzo", em que os próprios pais de dispõem a estudar para encontrar a cura para a doença do filho.
"A guerra está declarada" não mostra nada além de um casal tratando o filho, o que acontece todos os dias em todas as partes do mundo.
Primeiro, esse filme inova justamente por não mostrar de modo clichê a doença e superação da criança, a linguagem que foi escolhida não é igual a nenhuma neste mesmo tema.
Segundo, então você está dizendo que em um filme sobre cancer necessáriamente o ator/diretor não pode ter sofrido ou ter presenciado alguma experiência semelhante? Pois, "perdeu totalmente o propósito, já que eles sabiam exatamente como tinham se sentido", eu acho que justamente por eles terem tido a experiência conseguem passar os sentimentos com mais intensidade.
Terceiro, Woody Allen diretor incrível e ator da maioria dos seus filmes, então é ele também que avalia seu próprio desempenho. Se é um profissional, ele tem todas as ferramentas para exercer mais de uma função. E outra, entrando na página dos dois, você pode visualizar os outros filmes que eles fizeram, o que comprova que não são "não-atores".
Você não ter achado nada demais, Ok, respeito.
Mas não com esses argumentos.
Ter presenciado uma situação semelhante é válida, refazer um período da sua vida é egocentrismo.
Woody Allen é um mesmo um grande diretor e autor, atuando nem sempre satisfaz. Claro, ALGUNS profissionais do cinema podem desenvolver mais de uma função, o fato de eu não concordar é irrelevante. Mas em alguns casos isso é totalmente desnecessário, o que acontece em "A guerra está declarada".
Sim, falhei por não ter visto que a diretora fez outras coisas. Pra vc ver, o papel dela foi tão" bem interpretado" que eu achei que ela não fosse atriz.
Ok, a proposta foi justamente não transformar num clichê emocional. Mas isso fez com que o filme não mostrasse nada de mais. Casais superando a possibilidade da perda do filho tem aos montes. O filme não acrescenta nada.
Graci, como disse respeito sua opinião, apesar de não concordar.
Um filme sempre é uma visão particular do diretor/roteirista, e sendo particular sempre parte de um nível de egocentrismo, não acha? Se o roteiro fosse exatamente o mesmo mas inspirado em uma estória e não uma história, teria mais validade pra você? Acho que não, já que o que me parece não ter te agradado foi o conjunto de modo geral.
Quanto ao "casais superando etc" eu acho também que tem aos montes, assim como o tema casal que se apaixona e um deles está morrendo de câncer, enfim. Mas já que nos propomos a assistir um filme com essa temática, o que resta é ver a originalidade no desenvolvimento, e é aí que eu acho que este filme inova, na linguagem.
Mas, minha opinião, é só minha opinião.
Muito tocante, sensível e emocionante. Não é fácil lidar com um tema destes. Só não gosto muito da parte da canção cantada pelo casal.
Gostei porque ele não te faz chorar pela apelação e sim pela simplicidade e naturalidade com que os personagens lidam com a doença. Acho que foi o filme de tema triste que mais me deixou feliz, por mostrar que são coisas que acontecem na vida de qualquer um e a única saída é lidar com o problema.
A Cena final deles na praia é muito emocionante, muito bem feita!
Acho que a sensibilidade desse filme está mais nas sutilezas, e não em clichês escancarados. Por isso o filme não é só mais um dramalhão falando de um tema batido... Consegue ser muito mais que isso, na minha opinião :D
Desencanta um pouco pela frieza dos franceses, mas o contexto real da história, a união inabalável do Roméo e da Juliette e os bochechões do Adam ganharam toda a minha admiração. Dá pra avaliar a cena final em 10 estrelas?!
Me emocionei o filme inteiro. Mas não achei o filme sensacional.
Um drama bastante familiar e com um assunto bastante apelativo. É eficiente no que busca e tem uma ótima produção, mas não trás nada novo e por isso é "só mais um drama de alguém com câncer".
logo abaixo da caixinha onde vc coloca sua opinião sobre o filme, tem uma opção pra marcar spoiler ;)
só porque vc não gostou do filme, vc não precisa estragar a surpresa para as pessoas que ainda vão assistir
Ingrid, onde é que ele falou spoiler? Querida, na sinopse do filme está escrito sobre o tumor cerebral, se você não leu, o problema é contigo mesmo...
Eu não costumo ler as sinopses aqui do filmow, porque infelizmente já encontrei vários spoilers...enfim, meu comentário não teve a intenção de ser grosseiro, mas como a comunicação virtual não nos permite esse tipo de percepção...
Um tanto frio, desnecessário em excesso, mas impressiona, em seu conjunto.
A guerra se inicia, se declara. E que guerra é maior do que tentar vencer a doença do filho?
Muitos quando assistem "A Guerra está declarada" acha muito estranho o clima descontraído e não muito dramático do roteiro, baseado no problema do casal protagonista. Eu mesmo achei isso e já estava cansado de ver aquele otimismo todo. Mas quando você passa a entender que o objetivo da narrativa é justamente o de fazer as pessoas passarem por cima dos problemas de forma madura e sensata. Tudo pode dar errado, mas o principal na história foi mostrar isso.
Um roteiro assim pode dar o ar monótono e massante, mas compensa o final.
Gostei muito, muito pé no chão e não fica só agradando e agradando o telespectador. E muuuito francês!
Tédio total!
Vários cochilos durante o filme.
Resta saber o motivo da indicação de melhor filme estrangeiro.
Algo bem real mostrado de uma forma linda e tocante. Um filme lindo.
Uau, o ritmo do filme é incrível e em momento algum se torna monótono, a narração torna o filme mais perfeito, a história é deliciosa, chorei do início ao fim haha, amei, as músicas perfeitamente postas em seus devidos lugares... Brilhante!
Valérie Donzelli é ótima e teve muita coragem de escrever, dirigir e atuar nesse filme, que conta a vida dela, do ex-marido e do filho do casal. Ela se expôs muito, é preciso de ter nervos de aço para fazer o que ela fez.
[recomendação do amigo Vanz Pëter]
Uma obra tocante, mesmo com tds as atribulações de uma vida moderna, uma família à la século XXI, os sentimentos não mudam né... q bonito! o coração é sempre responsável pela força q há em nós, seja lá em q tempo for.
"- Estou com ódio, Juliette. Nós estávamos bem, éramos felizes. Porque aconteceu com a gente? porque o Adam?
- Porque seremos capazes de superar isso."
O cinema está repleto de longas cuja narrativa inclina sobre alguma doença e seus malefícios, situações que algumas pessoas são obrigadas a viver. Costumeiramente, o assunto rende lágrimas. Tratar dele é quase como ser obrigado a emocionar-se pela proposta de superação, às vezes inalcançável. Representante francês no Oscar 2012 (este não foi selecionado), A Guerra está declarada (La Guerre est declarée, 2011) é mais do que um filme que trata de uma enfermidade e da batalha contra ela. É um relato biográfico, sem tanto sentimentalismo, enfrentado por seus realizadores e contada por Valérie Donzelli, que dirige, atua e assina o texto...
Este filme, candidato francês ao Oscar 2012, escrito e protagonizado por Jérémie Elkaïm e Valérie Donzelli e dirigido por Valérie, conta a história real do casal cujo filho é diagnosticado com câncer com apenas um ano de idade. Narrado ao estilo Nouvelle Vague, o seu diferencial está em não cair na vala comum dos dramalhões típicos do gênero. Ao contrário, mostraa com sinceridade como normalmente se comportam as pessoas para suportar situações semelhantes, intercalando períodos de maior leveza e relaxamento onde a esperança está presente aos de desespero e medo. Mas algumas irregularidades são vistas nesta obra. Por exemplo, o filme não foge aos clichês quando o casal se conhece e se apaixona; mas supera isso tudo ao mostrar esse relacionamento quando surgem os problemas. A música, muito eclética e bonita, é um ponto forte do filme. Mas algumas vezes ela foi mal explorada por estar incondizente com a sequencia na qual foi introduzida. Os brasileiro certamente se deliciam quando uma belíssima versão instrumental de "Manhã de Carnaval" é apresentada. O casal de protagonistas está muito bem, não tirando esse mérito o fato dos atores representarem a si mesmo, o que, pelo menos em tese, não é uma tarefa tão difícil. Em resumo, um bom filme, que mostra um olhar para a vida cinematograficamente diferente e que merece ser assistido. Nota 7,5.
Concordo com quem achou o filme belo e verdadeiro. Como eu tenho consciência de que, infelizmente, estou longe de viver em um mundo sem preconceito, a cena tão comentada não tirou a beleza do filme pra mim, nem diminuiu a admiração pela forma como eles viveram a situação. O que me preocupou mesmo foi imaginar que a assistência que eles tiveram por lá seria muito difícil encontrar por aqui, se não impossível.