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Uma das parcerias dos dois em que ela está mais linda! <3
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O filme do Woody Allen com os melhores monólogos e também o que toca em temas mais profundos. Um dos melhores.
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Muito divertido. A cena da garrafa é a melhor parte, sem dúvidas.
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Me identifiquei muito com os questionamentos/críticas espirituais e mundanos(as) de Boris Grushenko. Talvez, por isso, tenha gostado tanto do filme.
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A dupla Sonja/Boris tá perfeita, parece que os dois nasceram um pro outro.
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Em alguns momentos o filme é até engraçado e rende algumas risadas, mas para mim o saldo foi negativo. Quando soube, antes de ver o filme, que se tratava de uma comédia com referências a literatura russa (basicamente Tolstoi e Dostoievski), Ingmar Bergman (Persona e O Sétimo Selo) e O Encouraçado de Potemkin, imaginava um humor inteligente, muito bem elaborado e referências mais originais a estas obras e a estes artistas. O que vi, no entanto, foi um humor muito forçado, regado a referências também forçadas e insípidas, além de brincadeiras (pseudo)filosóficas pretensiosas e vazias. O momento em que Woody chegou mais perto de conseguir algo realmente cômico e inteligente, foi o momento do duelo, onde ele satiriza o conde Pierre Bezúkhov de Guerra e Paz. Enfim, eu esperava um humor mais refinado e bem pensado, dadas as referências que a obra faz.
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Eu acho que ficou muito mais original fazer um humor escrachado (e de qualidade) com esse material do que fazer algo "fino e refinado". Todos os filmes do Woody que já vi são feitos a base de um humor mais "discreto", menos apelativo, por assim dizer, mas achei que ele acertou a fazer este filme, ri bastante.
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Woody Allen, em seu auge cômico-criativo, realiza outra comédia hilariante, dessa vez, misturando fatos históricos com ótimas referências bergmanianas.
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mesmo não sendo um entenedor de literatura russa, achei o filme engraçadissimo, assisti por recomendação de meu pai. meu favorito do woody allen. adoro a diane keaton nesse filme. "to love is to suffer..."
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Excelente filme do mestre, comédia filosófica como não se faz há muito tempo!
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Um dos meus preferidos de Allen. Super sarcástico e irônico. Diane Keaton perfeita, como sempre.
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"- Ok, digamos que Deus não existe, e que cada homem é livre para fazer o que quiser. Bem, o que te impedirá de matar alguém?
- O assassinato é imoral!
- A imoralidade é subjetiva.
- Mas a subjetividade é objetiva.
- Não em um esquema racional de percepção.
- A percepção é irracional. Implica imediatidade.
- Mas o juízo de qualquer sistema de fenômenos ocorre em toda contradição racional, metafísica ou epistemológica ante um conceito empírico abstrato como "existência", ou "ser" ou "acontecer" na coisa em si ou da coisa em si.
- Sim, eu disse isso muitas vezes.
- Boris... Nós, nós precisamos acreditar em Deus!" -
Difícil não gostar de um filme do Woody Allen, sempre da pra tirar frases bem interessantes. Gostei dessa que a Sonja disse:
"Amar é sofrer. Para evitar o sofrimento, um não deve amar. Mas então, um sofre por não amar. Portanto, amar é sofrer, não amar é sofrer, sofrer é sofrer. Ser feliz é amar. Ser feliz então é sofrer, mas sofrer te faz infeliz. Portanto, para ser infeliz, um deve amar, ou amar o sofrimento, ou sofrer de demasiada felicidade"
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Na minha opinião, tá longe de ser um dos melhores do Woody. É bem engraçado, mas me incomodou em alguns momentos. O humor mais fácil, menos didático/histórico, funcionou melhor comigo.
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Pra quem curte filosofia, é imperdível. Boas gargalhadas filosóficas!
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Um apanhado de referências. Gostei bastante da adaptação do duelo do stáriets Zóssima, dos Irmãos Karamázov.
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Quando Woody Allen e Dostoyevsky se encontraram e compartilharam visões misantrópicas.
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Monty Phyton total, piada com judeus, franceses e Russos, além de referências a 'Persona'. Ótimo!!!
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Achei um dos melhores trabalhos do Woody! Tem aquelas velhas implicâncias com o jeito que as coisas são no mundo que costumamos ver em outros filmes que se passam em Manhattan, mas com um toque mais filosófico em algumas partes e um humor mais consistente. Acredito que rola até uma homenagem ao Chaplin, como em Sleeper naquelas cenas em que ele está fugindo e/ou lutando com a polícia da época.
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O filme começa muito bem, cenas de humor que surpreendem e arrancam as gargalhadas mais gostosas, mas se perde e fica extemamente cansativo e meio sem foco. Não gostei do final.
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Apesar de ser um pastelão maravilhoso e de bizarrice extrema, eu adorei o filme. Super curti as homenagens aos filmes de Bergman.
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Escolhas filosóficas e morais e dilemas existenciais religiosos no meio de um pastelão bizarro. Woody pondo as manguinhas de fora XD
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Eu vejo nesse filme como em qualquer outro de Woody Allen uma relação a priori de fenômenos que é uma contradição racional ou metafísica ou ao menos epistemológica a um conceito abstrato empírico como sendo ou para ser, ou para ocorrer da própria coisa. rs
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a ultima cena!
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A última cena foi perfeita! Terminei de ver com um sorriso de muito orgulho do Woody Allen!
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Vi realmente o Woody Allen representando todos os homens intelectuais da sociedade, que não nasceram com vocação ou estimulo para ser uma barbudo matador, uma comédia saudável e até gostei da atuação da Diane Keaton. Bem desbravador o roteiro do filme, o cenário me lembrou os episódios do Chapolin. Bom, só bom, nem o lixo, nem o luxo de Woody Allen.
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Uma comédia agradável e sarcástica, mas sem apelação. Me lembrou bastante os filmes do Monty Phyton. Gostei!!
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Filme muito divertido, excelente!!!!!!!!!!!! Sem dúvida um dos melhores!!!!!
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Não saberia dizer qual foi a última vez que ri tanto com um filme... Como a Diane Keaton e o Woody Allen incenam bem juntos! (adorei toda essa busca por Deus e algum significado pela vida que o filme fez)
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Primeiro grande filme de Woody Allen, “A Última Noite de Bóris Grushenko” prova seu avanço como diretor e roteirista. A história é bem amarrada e o trabalho técnico é impecável. Boris Grushenko (Woody Allen) é um covarde forçado a se alistar para o exército para salvar a Rússia das invasões francesas. Diane Keaton vive Sonja, mulher que não corresponde às investidas amorosas de Boris.
http://blogcineresenhas.wordpress.com/2012/08/20/diretor-...
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Diálogos geniais, a ponto de eu precisar pausar o filme pra absorver direito alguns, ahahaha, e comédia de primeira linha! É difícil eu ter o bom humor de abrir mais do que um sorriso de canto de boca, e em várias cenas de Boris Grushenko eu ri abertamente.
Mesmo não tendo a bagagem pra perceber todas as analogias contidas no filme, achei-o bem rico e divertido aos cinéfilos-literários e ao pessoal que gosta desse formato de filme! Allen sempre dá uma cutucada! rs
Recomendado! -
Um gênio em construir tipos e tecer histórias surreais. Excelente obra.
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Filmaço do Allen, parece uma máquina de disparar gags visuais, sátiras a grandes mestres da literatura e do cinema, tira sarro da verborragia filosófica que tanto adora, afiado no humor ácido e ágil e ao mesmo tempo fazendo mão de um humor mais corporal de Keaton e Groucho. Obviamente devido a gigantesca quantidade de tiradas disparadas em pouco tempo, algumas não funcionariam, mas o ritmo flui muito bem graças a inventividade da narrativa e a pequena duração do filme. Basta apenas seguir o tresloucado Boris e deleitar-se com tanta cagada.
Tem realmente que atentar pras inúmeras referências, a Bergman com Persona e O Sétimo Selo, principalmente com os hilários rodeios pseudo filosóficos, a Eiseinstein e Encouraçado Potemkin, a Tolstoi e Dostoievski, e a própria noção estereotipada da sociedade russa da época.
E Diane Keaton, sem palavras... apaixonante.
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Risos de verdade. Boas sacadas e sempre aqueles questionamentos interessantes.
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genial, fazia tempo que eu não ria tanto, esse e Tudo o que você sempre quis saber sobre, são espetaculares, dinâmicos e engraçados
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Woody pouco inspirado. O filme é chato, confuso, não é divertido... Woody se esforça, mas não consegue muita coisa. O filme tem apenas poucas cenas interessantes, mas não vale como um todo.
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Questionamentos sobre religião muito bem abordados. Woody Allen sabe como expor suas opiniões de forma sarcástica e criativa. Assim como em "Sleeper", este filme possui um estilo Monty Python