História incrível. E a vontade que dá de ter uma estátua dessa mulher no meio da sala!
The Lady é uma história de amor incomum, a de um homem, Michael Aris, e acima de tudo uma mulher excepcional, Aung San Suu Kyi, que sacrifica sua felicidade pessoal para ajudar o seu povo.
No entanto, nada vai influenciar o infinito amor que une esses dois seres, nem mesmo a separação, a ausência de isolamento, e a desumanidade de uma política Birmânia.
The Lady é a história de uma mulher que se tornou um símbolo da luta pela democracia contemporânea.
O filme é um roteiro original escrito por Rebecca Frayn, após três anos de pesquisa e entrevistas com a comitiva de Aung San Suu Kyi, que lhe permitiu reconstituir pela primeira vez a verdadeira história da heroína Nacional da Birmânia.
História incrível. E a vontade que dá de ter uma estátua dessa mulher no meio da sala!
Sensacional ... Fantástico ... Muito envolvente!
Uma história real de sacrifício, escolhas, amor incondicional.
Um exemplo de mulher, incrível. Michelle Yeon foi fantástica em sua atuação.
Surpreendente e triste saber que algo tão desumano ainda existe. Recomendo e muito este filme!
só queria saber como o título the lady se transformou em além da liberdade.
Filme MARAVILHOSO. Que mulher incrível, quantas atitudes formidáveis, se sacrificar, sacrificar a sua vida em prol do seu povo. Uma lição esplêndida. Filme que precisa ser visto.
Incrível! Precisa ser visto! Coragem de uma mulher que fez e faz a diferença
Sem palavras pra esse filme... Simplesmente lindo, e a atuação da Michelle Yeoh foi impecável.
A bela atuação de Michelle Yeoh é a tradução da maravilha que é esse filme. É tanta paixão que contagia e arrepia, do início ao fim e depois do fim.
Chorei muito. Eu teria feito uma escolha totalmente diferente da dela. Preferiria a minha família.
Na falta de uma palavra chave que o descreva com precisão, classifico o filme não como uma biografia,e muito menos algo político, mas como uma história de vida, antes de tudo. Uma película que transmite a essência de todo um romantismo atrelado ao realismo de uma mulher, mas também, de todo um povo - de uma família, propriamente dita. Michelle Yeoh, como a Orquídea de Aço, fez um trabalho surpreendente. Ficou idêntica à revolucionária da Birmânia. Poucos atores sabem interpretar um idealismo convincente como o dela. Por outro lado, os que fizeram os papéis dos filhos de Suu Kyi poderiam ter se saído melhor, ao meu ver, e fora isso não há nada sobre o que reclamar, além, é claro, de algumas cenas que me deram a impressão de serem um tanto quanto longas - perdendo o pique, o "clímax", em alguns instantes. Mas o longa de Besson foi muito bem trabalhado. É um filme fantástico. Na verdade é sempre bom ter em mente que a humanidade persiste, e vive, pois poder olhar a história de todo o amor contido nestes pequenos e grandiosos sacrifícios que constituem a história humana, é o grande mérito deste longa. Simpatizo muito com Suu Kyi, portanto, creio que fascinei-me ainda mais.
"Além da Liberdade", creio, teria sido um nome mais justo para o longa também em inglês, pois representa o "Estado Livre" da entrelinha dos objetivos da protagonista. Aung, filha do General San, é um exempo de humanidade, um exemplo de luta, de uma luta verdadeira que ocorre todos os dias em busca de liberdade e garantia dos direitos humanos. Uma luta desarmada - uma luta psíquica e interior. Ela é um emblema da democracia, uma defensora maternal de sonhos distantes; um símbolo de resistência, força, poder. De tudo aquilo que há de real em um mundo livre da opressão. " Homens santos são pecadores esforçados", disse. Admiro-a pelo tom idílico e feminino, próprio de uma dama, que transforma assuntos sérios em coisas simples e tocam o cerne das questões com o carinho e delicadeza de uma mãe. Thatcher disse uma vez que ser líder é como ser uma dama, se você tem que provar que é, então não é. O mesmo acontece com a liberdade. Ela existe, e estamos todos, sempre, além da liberdade. Muito além do que possam decretar... e esta luta, no fim, é por nós mesmos. Por cada um de nós, e todos ao mesmo tempo.
O filme é bom, nos deixa com aquela sensação de impotência e ainda mais por saber que está acontecendo nesse minuto.
O que me fez não gostar mais do filme foi o fato das coisas acontecerem de uma hora pra outra, como ela decidir ficar do nada no país ou numa cena ela estava presa em domicílio e no outro não e faltou profundidade nas relações com a família dela.
Fantástico. Pena que esses fatos sejam reais e persistam na atualidade. A história da "Orquídea de aço" é mais um exemplo de tantas pessoas que praticamente renunciaram a suas vidas em prol do bem coletivo. Vale a pena conferir.
O filme fica comprometido pela falta de maior profundidade na composição de fatos históricos. Para quem não sabe nada sobre a história, parece que falta algo para melhor entendimento. O mérito de melhor atuação fica por conta de David Thewlis, ator que interpreta o marido de Aung San Suu Kyi. Em alguns momentos esperava que a atriz principal entrasse mais em sua personagem (tão importante, densa) e demonstrasse uma emoção menos contida, evidente e linear em todo o filme. Posso estar pegando pesado, mas foi o que avaliei.
Um ótimo filme, comovente...
Mas eu jamais deixaria aqueles que amo pelo meu país... A vida é tão curta...
Brilhante trabalho do Luc Besson e da Michelle Yeoh, conduzido de forma humana com sutileza no drama e intensidade na história. Perfeito.
Gostos de filme baseado em uma história real, e desse não poderia deixar de gostar. Michelle Yeoh está ótima no papel de Aung San Suu Kyi, ela passa força com uma graça, uma lady, só no final que o filme parece que vai se arrastando para um final óbvio, mais recomendo à todos que não assistiu.
Perfeito, nao faz meu estilo, mas com esse tipo de filme, cada vez mais vou gostando de biografias e dramas, e realmente foi fantástico *-*
Primeiramente Michelle Yeoh é demais,nossa não poderia ter escolhi melhor,nunca vi mulher tão linda e que parece que nunca evelhece.Agora sobre filme achei super interessante não conhecia a história desse pais,multi cultura,lindo cheio de verde,mas que sofre essa repressão dos final dos anos 80 ate os dias de hoje,sim ate os dias de hoje,achei que teria final feliz..mas isso não conto de fadas,tudo aquilo é real e continua acontecendo.Essa Lady é um exemplo de Persistência,coragem,força de vontade e Amor pela Nação,Perfetio!!
Para quem tiver mais curiosidade aqui algo recente que aconteceu com ela e histórico
Muito bom filme!! Uma história incrível de coragem e determinação de um casal que luta por suas convicções até as últimas consequências!!
Bom ... Mas tem bastante coisa pra ressaltar e comentar.
A falta de um verdadeiro clímax compromete bastante o roteiro, é evidente que Além da Liberdade foi feito no intuito de mostrar os horrores que acontecem na Birmânia há anos atráz e ainda hoje, e também contar a história de Aung San Suu Kyi,porém o filme falha em passar essa sensação de repressão real que acontece lá. Embora passe um pouco, tudo fica por cima, só a pontinha do iceberg, não se aprofunda nisso. O inicio do filme, por exemplo, poderia ter sido muito melhor aproveitado explorando mais a situação repressiva, para criar uma verdadeira sensação de terror instaurado no espectador. Ao invés disso parece mais um documentário, se sobressaindo somente com as partes culturais e belas paisagens, e nada mais.
Na segunda metade a coisa começa a acelerar, mas também falha em emocionar quem está assistindo com os dramas familiares de Aung San Suu Kyi, e acaba novamente sendo apenas superficial(com exceção à David Thewlis, mas eu já chego lá).
Ah e pra fechar sobre roteiro, tem um erro bem grave na primeira metade, onde o marido de Suu entende todo o seu discurso, quando poucas cenas antes foi mostrado que ele não fala um pingo do idioma nativo (birmanês? o que raios se fala lá?)
Os atores também dão uma freiada legal no filme. Com exceção de David Thewlis, que nos dá uma performance belíssima e extremamente convincente, ninguém se salva por completo. Tanto Michelle Yeoh quanto os atores mirins que fizeram seus filhos são apenas medianos(o mais jovem é um pouco melhor, e Michelle melhora um pouquinho no fim do filme), e o restante do elenco é uma salada das frutas da ruindade de atuação, indo de ruim até péssimas. As atuações do general e sua trupe, em particular, são terrivelmente difíceis de engolir.
A trilha sonora é boa, mas se vê muito mal colocada em alguns momentos, sendo aplicada de forma presunçosa, tentando dar mais emoção do que a cena realmente pede, algumas cenas totalmente desprezíveis no inicio do filme são tratadas com a música de uma forma como se fossem a cena principal daquela parte do filme. Não são.
No geral Alem da Liberdade é bem interessante por mostrar a situação em que se encontra a Birmânia e um pouco da cultura local, embora seja bastante cansativo em seus 132 minutos de filme e possua algumas atuações sofríveis, a incrível história em que o filme se baseia o torna aturável até o fim.
Filme fantástico, Michelle e David fizeram um trabalho incrível!
A dor de ambos eram transmitidas de forma tão forte que era impossível, não sofrer junto com os personagens.
Simplesmente incrível! A atriz perfeita. Parecíamos q estávamos sofrendo como ela. Quem não viu, veja.
A Birmânia é um país belíssimo que infelizmente vive sobre a opressão de um governo de merda, Aung San Suu Kyi é um grande exemplo de luta e resistência.
Otimamente envolvente... Uma historia que abraça, embala e fascina...
Bom filme! Destaque para a tradução do título: inacreditável!!! Por se tratar de uma história real, a seleção dos fatos foi bem feita e muito melhor ainda encadeada. Michelle Yeoh dá um show de interpretação! O mais interessante é a problemática que se apresenta para o espectador: abrir mão da vida familiar por motivos políticos. Claro que no filme isso fica muito romantizado, mas ainda assim o problema existe e foi real. Quantos espectadores seriam capazes de abrir mão de interesses individuais (ainda que menores que o de Aung San Suu Kyi) em nome de uma causa coletiva?
O filme não é ruim, longe disso. Mas ele é muito "convencional", sabe, muito certinho. Você espera mais de um trabalho de Luc Besson. Se sua prioridade agora não são os indicados ao Oscar, vale a pena conferir este aqui,
Belíssimo, mulher de exemplo e dedicação a um país que quer a sua liberdade.
Não existe coisa mais bonita do quê um povo lutando pela sua liberdade XD
Aprofundando-se ou não, deu pra entender a história, que é uma decisão que muitos não conseguiriam ir até o fim.
Um filme um pouco parado em muitos momentos, mas não me entediou. Acho que fala mais sobre o sacrificio que se faz por um bem maior e amor e apoio de uma familia.
Rebecca Frayn estréia com um roteiro muito curto para tamanha história, falta profundidade em vários momentos focando muito na relação entre Aung San Suu Kyi (Michelle Yeoh; O Trigre e o Dragão) e Michael Aris (David Thewlis; Harry Potter).
Os atores vão muito bem, abos são inteiramente capacitados para apresentarem bons papéis, a atuação de Thewlis é grande, provavelmente a melhor em sua carreira, sendo o grande pró do filme. A fotografia deixa a desejar, não se encontra no filme em momento algum e a direção também, deixando evidente vários buracos no roteiro, experiente Luc Besson não vai bem mais uma vez não entregando uma direção decente desde o seu Joana D'Arc no longínquo ano de 1999.
O filme sim agrada por se tratar de uma boa história e ter dois ótimos protagonistas em perfeita sintonia, mas causa desconforto pelos personagens que entram e saem sem a menor relevância como o do ajudante 'Karma' ou do soldado que fala inglês.
No mais não passa de um bom filme, longo pelo que se propõe e curto por toda sua história.
O filme tem o mérito imediato ao trazer a luz do espectadores uma história tão comovente sobre o amor a pátria. Senti falta de um choque de realidade, pois as atrocidades do governo eram mostradas vagamente em planos rápidos, mas nada quem comprometesse o resultado final.
O jogo de cores ficou bem interessante ao mostrar uma Birmânia radiante, contrastando com uma cinza e gélida Inglaterra.
A Michelle Yeoh consegue extrair o melhor de um personagem não tão bem construído.
A delicadeza da atuação nos faz esperar ainda mais um final feliz....
Na minha opinião um dos melhores filmes ja feitos até hoje... Filme que mostra a crueldade de um regime militar impondo sofrimento a uma das maiores personalidades da humanidade... Recomendadíssimo... Até que ponto voce iria pelos seus ideais...
Inferno tudo isso.
Injustiça.
Biografia lindíssima de uma mulher de coragem!
História dolorosa.
É uma pena que o filme não seja tão conhecido.
É um bom Filme, e + Baseado em Fatos Reais... A Ditadura eh Foda!!! \m/
Michelle Yeoh é uma atriz e tanto!
Impressionante a semelhança dela com a Suu real, sobretudo a postura!
Esse recado foi MODERADO.
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Equipe Filmow.comHistória genuína sobre a força de uma mulher, que inspirou e continua inspirando milhões.
Simplesmente incrível a historia de Aung San Suu Kyi, ganhadora do prêmio nobel da paz em 1991. Todos devem assistir.
Esse filme tem muito romance?
belas atuações, linda fotografia e uma história fora do comum, um apelo à democracia e um filme obrigatório para todos. quem não se arrepiava quando pachelbels canon começava a tocar?
o myanmar (antes birmânia) ainda leva rastros do regime militar, que apesar de ter sido dissolvido ano passado, parece não abandonar suas influencias passadas e politicas. porém o que a suu fez, foi o que todo mundo preocupado com o livre-arbítrio deveria fazer num local onde a ditadura é instaurada. sem mais.