estranho se eu disser que me identifiquei com ela? lindo, lindo
O filme se baseia na peça de 1952 de Terence Rattigan sobre Hester Collyer (Weisz), esposa suicida de um Juiz da Suprema Corte (Simon Russell Beale) que se vê envolvida em um caso com um piloto alcoólatra da Força Aérea britânica (Hiddleston).
estranho se eu disser que me identifiquei com ela? lindo, lindo
não sei se digo que é muito bom ou muito ruim. acho que devo assistir mais uma vez pra entender o pq de estarem dizendo ser tão maravilhoso. fotografia linda, trilha sonora tambem, a agonia transpassa, mas enche o saco.
vi esse filme há um tempo no youtube em ingles sem legenda! hahahahaha
n tava aguentando esperar, Rachel e Tom cara, uma linda e um maravilhoso, n aguentei esperar... n é do genero que curto mas pqp, vale a pena, é lindo só de ver, fotografia maravilhosammmm.. <3
A verdade é que, em um determinado momento, a gente começa a torcer para que ela morra logo. O anacronismo de seu personagem, sempre choroso, sempre olhando o sol apenas pela janela, sempre contemplando o nada, medindo seus gestos para não ofender, faz dela uma espécie de personagem de Jane Austen, uma força natureza que luta pelo que quer, só que agora sem a moral e a beleza poética daquele tempo. A interpretação contida de Weisz e a trilha sonora operística acompanham essa tonalidade azulada, triste, contida que explode metalinguisticamente pra fora da narrativa como num grito silencioso.
http://ovodefantasma.com.br/2013/05/17/critica-amor-profu...
Anos 50. Pós guerra.
Uma mulher presa a um casamento tedioso.
Um caso sem futuro , mas seria melhor um sofrimento do que um eterno tédio...
o filme não prende muito, é bem sem graça mas eu não odiei. achei a fotografia lindissima e a direção de arte impecável (vale dizer aqui o q ouvi de um amigo, que a gente começa a reparar na direção de arte e etc quando a história ta muito chata). mas é assistível e lindo aos olhos. e pros fãs do hiddle: vale a pena no mínimo pela bunda dele que aparece numa cena do inicio. que bunda linda
Esse é aquele filme que ela foi indicada ao Globo de Ouro?
Não assistam porque a historia é bem batida e assistam porque Rachel Weisz deveria ganhar um Oscar pra cada expressão que ela dá em cena, e nunca temos o suficiente de Tom Hiddleston e sua beleza extraordinaria, mas dormi na metade do filme.Me deu angustia cada cigarro que a Rachel tragava na tela.Fraquinho.
Fiquei desesperadamente contando os minutos para terminar. Uma tristeza. Apesar da fotografia ser linda, da Rachel estar maravilhosa, da trilha sonora ser intensa, achei o enredo extremamente fraco e chato e acabei dormindo no meio por alguns minutos. Uma pena!!
Com um tema pesado, a melancolia toma conta da tela e não deixa espaço para reflexões. O filme não entusiasma e perde bastante valor pela falta de atitudes e ações dos personagens. É uma tediosa história de amor e lágrimas.
Leia mais: http://bit.ly/11z9S7X
Confesso que lendo o nome "Amor Profundo" e olhando pro rosto da atriz na capa eu pensei besteira '-'
PÉSSIMOOOOOOOOOO! Filme extremamente parado, que não diz a que veio e com a profundidade de um pires! Tive que vê-lo em duas etapas porque não aguentei o sono. Na segunda etapa, aos 5 minutos já estava desejando deletar o filme. Já vi vários outros filmes com o mesmo tema, porém, com enredo extremamente coerente e marcante. Quem deseja assistir um filme cujo enredo é o mesmo, porém, de qualidade, recomendo que veja "ENTRE O AMOR E A PAIXÃO" com a Michelle Willians, esse sim de tirar o chapéu. A propósito, uma pessoa ali embaixo comentou sobre a trilha sonora e outras comentaram sobre a fotografia... Bem, as poucas músicas que ouvi, ou eram trilha sonora de funeral ou eram aquelas cenas bizarras das pessoas cantando no bar. Com relação à fotografia, bem, o filme todo se passada dentro de um apartamento com apenas 2 cenas em um bar e uma cena na casa da mãe do juiz. A menos que as pessoas gostem de decoração dos anos 50, não vejo outra razão para elogiarem a fotografia desse filme, que diga-se de passagem, é por demais sombrio e funesto. SUPER PERDI MEU TEMPO... NÃO RECOMENDO!!!
eu recomendo assistir no cinema, porque o filme foi feito em película, diferente de todos os filmes que vemos hoje em dia (que são cópias digitais).
o elenco é ótimo e foi difícil segurar meu lado fangirl no cinema :P
O típico desperdício de talento.
Apesar da boa fotografia e das impecáveis atuações de Tom Hiddleston e especialmente da Rachel Weisz que dá um show de atuação, a cada filme ela evolui mais e mais, quero ver onde essa mulher vai chegar, o enredo do filme não agrada, em diversos momentos fica aquele desejo para ele se encerrar logo.
AGORA que esse filme está estreando aqui??? Eu já assisti há séculos!!! O.o
Ufa! Finalmente assisti esse filme. Bati até na "porta do céu" procurando por esse filme. E valeu a pena a espera.
Rachel Weisz em cada atuação, cada vez mais sensacional.
Tom Hiddleston , que charme, meu Deus!
Fotografia show!
Atuações impecáveis. Enfim... Um baita filme!
Fotografia maravilhosa e de causar inveja e ótimas atuações, principalmente de Rachel, deixando Tom em segundo lugar.
Não acredito que apenas agora este filme irá estrear nas telonas brasileiras. Assisti ano passado e só tenho elogios. Atuações impecáveis.
Sou a única que está com ciúmes só de pensar nas meninas gamando no Tom nos cinemas? Acho que as fãs dele me entendem. Haha. ♥
Rachel Weisz e Tom Hiddleston? Certeza que vai pra lista de Quero Ver <3
Estreias de filmes? É isso mesmo produção? Putz... vi esse filme ano passado. kkkkkkkkkk
Esperava mais desse filme. As atuações, são sim, impecáveis. Só que o filme é maçante.
Eu gostei do final, como se desse a entender que em vez de se matar ela vai tentar recomeçar. Mas sinceramente eu não via razão de tanta depressão. Ela fez a escolha dela não fez? Ela não era mais feliz com o Freddie? Talvez fosse uma falta de sentido na vida o que ela sentia, mas no fim ela acabou sem nada, pior do que antes. Porém livre, ao meu ver.
Ouvi muitos elogios a interpretação da Rachael Weisz. Muita gente até diz que ela merecia uma indicação ao oscar.
Eu preciso ver este filme no cinema. E tenho dito.
AMOR PROFUNDO é um filme que mesmo com um tema muitas vezes mostrado, consegue encantar, principalmente pela força dramática de seus protagonistas. Para quem gosta de longas-metragens de época é um verdadeiro orgasmo visual vê-lo. Leia a crítica completa http://www.ccine10.com.br/amor-profundo-critica/
Finalmente vai estrear no Brasil *-* mesmo já tendo assistido farei questão de ver na telona é dia 10/05( segundo o site da cinemark)
"- Existe algo a que você não consegue resistir?
- Sim, à sensibilidade."
Não conheço a peça que originou o longa.
O que dizer desse filme?
Bem... eu achei o roteiro fraco, mas a direção impecável!
Sem dúvidas foi uma das maiores atuações da Rachel Weisz. Ela passou todo o drama do filme com sua interpretação.
Gostei porque achei uma história sincera, de como alguém pode amar demais e não ter tanto retorno assim...
Embora as atuações tenham sido boas os personagens são extremamente mal desenvolvidos. Isso faz com que fique difícil entender o que os levam a agir da forma como agem, as decisões que tomam... como espectadora sem conhecimento prévio da obra original (neste caso, a peça de 1952), me senti desamparada.
Filme contemplativo e profundo. A atuação da Rachel Weisz me permitiu enxergar através de um espelho...todas as sensações que as mulheres têm em comum. Com este filme, Weisz entrou definitivamente no hall das grandes atrizes.
História interessante. Bela atuação da Rachel Weisz, como sempre!
Terence Davies saiu do ostracismo de praticamente 10 anos de seu último filme, o fraquíssimo filme de época “The House of Mirth” – uma requintada produção com uma, até então, estrela em ascensão (Gillian Anderson) que quase ninguém viu (custou 10 milhões e sequer chegou a se pagar), para ir para meados dos anos 50 e contar um romance com traços clássicos, daqueles sórdidos de guerra semelhante ao que Neil Jordan fez em “Fim de Caso”. O filme é feito com extrema elegância (com direito a plano sequência de cair o queixo), mas o que o faz sobressair é a atuação de Rachel Weisz, que interpreta a mulher de um poderoso e rico juiz, que se vê perdida em meio a uma paixão ardente com um ex-combatente de guerra, alcoólatra e sem perspectivas de futuro. A personagem conscientemente abre mão de todas as mordomias para viver esse romance, enquanto inúmeros conflitos vão ganhando a tela – colocando a personagem em situações desconfortáveis e conflituosas, o que é um prato cheio para Weisz mostrar seu natural talento. Em época de Oscar, para se falar de injustiça, ela ao lado de Marion Cotillard (por “Ferrugem e Osso”) foram as grandes injustiçadas nas indicações, que preferiu as esquecíveis atuações de Jessica Chastain (por “A Hora Mais Escura”) e Quvenzhané Wallis (por “Indomável Sonhadora”).
Rachel Weisz tá maravilhosa, o filme é MUITO bem feito (cenografia de tirar o chapéu, fotografia incrível, etc), a trilha-sonora é maravilhosa e, em todo o tempo, contribui pra nos situar naquele tempo e espaço em que o filme passa, porém, não consegui me envolver completamente. A história tenta mesclar os bons diálogos do roteiro com uma montagem confusa, que acaba por deixar a história um tanto quanto arrastada. A protagonista Hester é forte, complexa e potente, mas o filme não.
Tem uns 3 meses que vi esse filme, e na revisão o longa de Terence Davies só melhorou. A trama é direta, não existem muitas locações e tudo é focado diretamente na forma como o texto conduz e expõe Hester e seus dramas. Nada é preparado para o espectador e as informações precisam ser recolhidas durante todo o filme, não é difícil entender porque Hester jogou tudo para o alto por causa de uma paixão, mesmo que ela continue com a excitação que seu amante logo perderá e é ai que entra o maior trunfo do filme: a brilhante interpretação de Rachel Weisz diante de um jogo de luz (brilhante fotografia) que cria todo o clima de amargura da personagem. Weisz é conhecida por não trabalhar com personagens estridentes, em Hester ela recebe um desafio de explodir somente quando necessário, enquanto fica boa parte do tempo sofrendo silenciosamente pelas escolhas que fez. Cada cigarro que Weisz coloca na boca ao olhar pela janela é uma tentativa de captar o que ela irá ganhar dessa vida e entender se poderá mudar as escolhas já feitas, não existe cena mais bem feita do que a troca de humor entre a saida de Freddie e a chegada de William, em um show de controle de cena, a vivacidez de Hester surge no momento que Willian entra na sala, reverencio totalmente a Weisz. Com tom de palco e calcado nos diálogos, o resultado de The Deep Blue Sea é um drama rápido, categoricamente melancólico que pode muito bem destruir o coração de qualquer um a qualquer dia.