Sean Penn está incrível no papel, uma de suas melhores atuações.
Cheyenne é um ex-astro de rock. Aos 50 anos, ainda se veste como gótico e vive da renda dos direitos de suas músicas, em Dublin, na Irlanda. A morte de seu pai, com quem não falava há muitos anos, o leva de volta a Nova York. Lá, ele descobre que o pai tinha uma obsessão: encontrar e se vingar de um oficial nazista pelas humilhações sofridas num campo de concentração durante a 2ª Guerra. Cheyenne decide continuar a busca, e inicia uma viagem através dos Estados Unidos na tentativa de encontrar o carrasco de seu pai.
. Vencedor do Prêmio Ecumênico do Júri no Festival de Cannes 2011;
. Indicado à Palma de Ouro também no Festival de Cannes em 2011
Sean Penn está incrível no papel, uma de suas melhores atuações.
Personagem inspirado no Robert Smith, no visual e pelo fato de não ter filhos, mas de resto passa bem longe, inclusive a personalidade. Ótimo filme.
A narrativa fragmentada me incomodou de início, pois parecia não levar a lugar nenhum. Mas ao final, alguma lacunas são preenchidas.
Uma delícia ver o Sean Penn em cena!!!
Sean Penn nesse filme me lembrou muito o seu personagem em I am Sam. Com a diferença de que parece o Robert Smith.
Tem muitos pontos que o filme cativa e não só a personagem central, mas também Jane, a esposa do Rockstar interpretada por Frances McDormand. São personagens que não tem muito a ver um com outro, sem aparentemente nada em comum, mas que se amam e respeitam um ao outro. A falta de amabilidade de Cheyenne ou a capacidade de demonstrar seus sentimentos é intima demais e bem implícito mas existe ali um carinho e a paixão, o que não se passa despercebido por Jane. Frances consegue mesmo dar vida a uma personagem tão atraente quanto a de Sean Penn.
Sean Penn e sua construção da persona, Frances McDormand sempre uma fofa... Daria 10 estrelas se tivesse.
Um filme de personaliade, o diretor tem muita noção do espaço cênico, controle de câmera e como misturar tons, o roteiro tem ótimos momentos e ver Sean Penn de roqueiro aposentado exêntrico é um show à parte. S
3 estrelas pela atuação de Sean Penn, mas não é meu estilo de filme preferido...apesar de muito reflexivo, o filme é muito parado...não gostei...
No início, eu o odiei com todas as forças do meu ser...
Mas...
Ainda bem que esperei... Porque, antes mesmo de chegar na metade, ele fica muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuito bom!!!!
;)
Super recomendado!
Dá vontade de rir toda vez que o Sean Penn aparece caracterizado de um Robert Smith retardado mental. Smith é um dos meus ídolos e recentemente fui num show de The Cure, onde pude ver de perto um homem de cinquenta e poucos anos com cabelos bagunçados, olhos marcados de preto e batom vermelho. Não dá pra deixar de pensar que tão tirando um sarro bacana da cara do Robert, mas não deixa de ser engraçado.
Enfim, ótimos diálogos! Os melhores:
-Eu ganho a vida fazendo tatuagens.
-Deve ser um bom trabalho.
-Não é trabalho, é uma arte.
-Já percebeu que ninguém trabalha mais e que todo mundo faz algo artístico?
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-A vida é cheia de coisas lindas.
-É verdade, mas a gratidão é a mais linda de todas.
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-Existem várias formas de morrer, mas a pior delas é continuar vivendo.
Sou suspeito pra falar desse Mito, chamado Sean Penn. Filmaço!
Finalmente assisti, bem legal, meio paradão no começo, mas conforme os minutos passam o filme vai melhorando, às vezes não dizer nada é melhor do que ter diálogos imbecis, filme bom pra caramba!
É o que eu digo sobre o Sean Penn, quando faz pouco já merece Oscar.
O começo foi entediante e chato, mas depois, quando ele começou a viagem o filme começou junto. Amei ver o personagem crescendo até o momento em que ele toma a decisão de 'crescer' finalmente. Sean Penn foi muito bom como Cheyenne.
Só eu que ficou esperançosa junto com a mulher pensando que era o filho dela? rs
vontade pegar e colocar o Sean Penn no colo abraçar e dizer que tudo vai ficar bem.
Que trilha sonora bem linda!!! Outro aspecto lindo: a facilidade que tu tem que "entrar" no filme e abraçar o personagem.
Sean Penn numa atuação fantástica, a fotografia e a trilha sonora são bárbaras!!
O filme vale pela atuação forte de Sean Penn e pela trilha sonora. No geral, é um pouco fraco.
Esperava tanto desse filme e do Sean Penn, mas é uma decepção, roteiro fraco, atuações pobre e edição um caos, Trilha sonora ? fica genial no Trailer, alias o Trailer é o mais interessante desse filme.
não entendi o final. Cheyenne é o irmão de mary que estava sumido? o.O que cena foi aquela? e não gostei dele ter mudado o estilo...
não sei se tu entendeu, mas a mudança do estilo foi necessária, pois significou o amadurecimento dele...
Desculpe, tem sim. Maturidade também vem com que as pessoas querem e esperam de você, não dá pra se vestir igual adolescente pro resto da vida.
ele não se vestia como adolescente. Foda-se o que as pessoas esperam, ele já tinha pessoas que o amavam além do exterior, e além de sua depressão (depressão que aliás não é ligada ao seu estilo porque veio bem depois de seu estilo/carreira) quantos exemplos de roqueiros coroas existem por ai, e tenho certeza de que eles não são imaturos ou depressivos independente de seu estilo.
~
foi broxante! é como assistir a Elvira se tornando uma loira bronzeada, ou o Pee Wee crescendo, ou a familia Adams se tornando bondosa e angelical...não que o Sean Penn não tenha ahazado, o filme foi ótimo, só a conclusão que cagou com tudo. ele poderia simplesmente ter voltado para sua esposa e viver de bem com a vida, quem sabe ate retomar sua carreira ou produzir o cd da banda lá....
enfim. que seja. não sou roteirista mesmo.
Tem uma cena que a mulher que esperava o filho voltar (esqueci o nome da personagem) diz ao Cheyenne que ele nunca fumou porque nunca deixou de ser criança. Se não me engano, o próprio Cheyenne diz que nunca saiu da adolescência. A trama psicológica toda gira em torno da dificuldade que o cara criou, aos 15 anos, na relação dele com o pai. Ele sedimentou uma suposta falta de amor do pai sobre ele, e escreveu músicas depressivas pra jovens depressivos, FOI um jovem depressivo, e fossilizou aquela egrégora gótica na personalidade dele vida afora.
A questão não é só a roupa. A questão é o que faz ele se vestir de determinada forma ou de outra. Uma mudança que acontece dentro do cara é o que faz com que ele externe isso pro mundo, ou seja: aquela mudança interna, aquele CRESCIMENTO interno reflete no jeito como ele se veste, se mostra ao mundo, se porta, fala anda... Não é certo nem errado se vestir de um jeito ou de outro, não tem idade certa ou errada pra isso, não é nada disso. É que: aquele personagem, especificamente, tinha determinada forma de se vestir (lê-se: de se expor ao mundo) relacionada a determinado conflito interno. Quando aquele conflito foi superado, ele mudou seu modo de se colocar no mundo. (:
hmm agora faz sentido a cena final com a mãe da mary...
ótimo comentário Luisa, concordo em partes. Não acredito que alguém possa mudar seu estilo por qualquer "mudança interior", se formos seguir essa linha de raciocínio, a própria 'mãe da mary' se vestiria como gótica também... porém, como você disse, particularidades daquele personagem em especifico.
Cheyenne com um jeito tão simples e ao mesmo tempo tão diferente, uma ótima atuação de Sean Penn, além de uma ótima fotografia.
É Sean Penn, não poderia ser diferente: atuação incrivel! Talking Heads de trilha sonora então. Resumindo: Muito amor para um filme só.
Esse é um daqueles filmes que muito tempo depois você ainda está tentando entender, um filme inteligente mas complexo ao mesmo tempo, você tem que decifrar muito coisa, mas acho legal esse tipo de roteiro que instiga o telespectador a raciocinar, a atuação de Sean penn foi fantástica, ele fez uma mistura de Ozzy osbourne com Robert Smith, sem falar na participação mais que especial do Sr David Byrne.
"Ela: Qual sua banda favorita? Ele:Mariah Carey, Ela: Então estarei ocupada por 14 anos"
Me identifiquei tanto kkkkk =)
A historia em si nao achei nada de muito surpreendente, ate um pouco abaixo do que eu esperava. So que uma coisa eu nao posso negar: a trilha sonora e uma coisa sensacional! Meu Deus, uma musica sensacional atras da outra. Oq o roteiro (as vezes) deixa a desejar a trilha sonora preenche! Acho q uma das trilhas sonoras q mais me marcaram nos filmes ultimamente (tirando os do Tarantino q ele nao vale...)
Sean Penn sempre impressionando!! Muito bom!! Filme bem original e interessante!!
cenas 'longas' jogadas em um roteiro sem muitas explicações, fazendo parecer que não estão ligadas, para uns acredito ter sido cansativo, chato, mas em mim fez crescer a vontade de entender mais o que acontece, a melancolia, o tédio do personagem e sua busca.
Cheyenne ainda vivo, porém bem longe disso até então, me cativou com suas palavras inesperadas e aquele olhar querendo sair pelo rastro da porta que refletia uma doçura de quem não estava sabendo o que fazer/ser. Mas que sabia muito bem quando alguma coisa estava errada, até o momento em que decidiu ver a neve também, fazendo emocionar.
Nem tenho o que falar da trilha sonora, não ouvi nenhuma música ruim, uma mais linda que a outra e a fotografia também.
Sem deixar de falar sobre Sean Penn que construiu um personagem o deixando bem real, engraçado até como ele carrega o filme cheio de caracteristicas e sem quase abrir a boca pra falar mas quando abre [precisamente em 00:38] me falta ar.
Fotografia, atuações e frases incríveis. Mas me perdi um pouco no final, deixou algumas pontas soltas, queria saber
se a Rachel deu chance pro bonitinho, se o Cheyenne ia produzir a Pieces of Shit...
Enfim, se fosse uma série, acho q prometia demais :)
Oh, desculpa - confundi os nomes, rs. Sim,
se a Mary deu chance pro Desmond.
O filme se divaga por um roteiro um tanto quanto estranho. Na verdade, ''Aqui é o meu lugar'' é um filme que poderia ter sido melhor mas acabou se perdendo na metade da narrativa.
Não tive uma experiência satisfatória e percebi grandes falhas no roteiro e falta de esclarecimentos sobre a dúvida existencial do protagonista Cheyenne.
A atuação de Sean Penn e Francis McDormand é o que salva e dá um certo brilhantismo ao filme. Achei a interpretação de Penn sensacional, com suas características excêntricas que com certeza para o ator foi um grande desafio. Outra coisa que merece destaque no filme são os diálogos bonitos que ele apresenta, como por exemplo uma marcante frase: ''Há muitas formas de morrer. A pior delas é continuar a viver''.
Outro destaque é a belíssima cena da exibição cênica do show de David Byrne. O aspecto visual dessa cena merece aplausos por tamanha criatividade.
''Aqui é o meu lugar'' chega a ser um filme mediano e dá pra apontar alguns adjetivos na parte técnica, fotografia e elenco. Somente mesmo na incoerente narrativa e roteiro que deixa muito a desejar.
Robert Smith + Sam = Cheyenne.
HAHAHAHA Melhor definição essa do Robert Smith + Sam! Pensei exatamente a mesma coisa!
Um pouco cansativo, mas interessante em alguns momentos.
Sean penn perfeito como sempre!
Sean Penn se dedicou muito, ficou quase um Robert Smith completo Kk. É uma boa história, mais achei um pouco monótono demais.
É um filme bom depois que vc tem as cenas na tua memória, mas enquanto vc assiste é um filme muito cansativo.
Também não tenho inteligencia pra assistir um filme desse e pensar "ahh, q msg legal", ate pq n vi nenhuma, so um filme cansativo. E aquele final? meio tosco. deve agradar quem gosta de filme arrastado e melancólico. Se nao fosse a a atuação de Sean, era capaz de largar o filme e procurar outro lugar
cansativo, arrastado... mas os textos/citações são ótimos
Esperava beeeeeem mais desses filme.Apesar da atuação do Sean Penn ser diversa e engraçada, lá pela metade da história não consegue salvar o enredo deslocado.
Claro, claaro, ja ia me esquecendo, a trilha sonora.. SIIIM! FANTÁSTICA!