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E com vocês (e levando em conta que ainda não assisti as outras, falha que pretendo corrigir nessa vida) a melhor temporada da série até aqui
E vamos aos melhores episódios da série, devo dizer aqui desde já que foi difícil escolher entre eles porque essa temporada foi foda tanto em episódios soltos quanto os que tratam da mitologia da série!!!
Episódio: Procura Incessante
Aquela que é considerada a melhor temporada da série se inicia com os eventos deixados pra trás em O Milagre. As questões genéticas levantadas em Jogo de Gato e Rato ganham outra dimensão quando ficamos sabendo que a raça alienígena tem sua força de resistência contra a colonização. O episódio tem sua força novamente em Mulder, quando ele dá de cara com uma versão de oito anos de sua irmã. Como em todo grande início de temporada para a série, temos muitas reviravoltas: a morte do informante “X”, a aparição de outro informante, a revelação de uma prévia relação entre o Canceroso e a mãe de Mulder… Enfim, o episódio é forte e nos prepara para a impressionante temporada que vimos desenrolando-se até então. O título original era Herrenvolk, uma palavra alemã que significa “raça maior” e faz analogia com os clones encontrados por Mulder. Uma das melhores frases da série também é dita nesse episódio: Nada acontece em contradição à natureza, mas em contradição ao que conhecemos dela. (Já se passaram mais de 15 anos desde então e Arquivo X ainda continua me levando pra escola)
Episódio: O Lar
Aberrações provocadas pelo incesto são o tema desse que foi o único episódio censurado da série. Mais uma vez, a dupla Morgan & Wong – de volta depois da ausência durante toda a temporada anterior – sai na frente e O Lar é disparado um dos momentos mais assustadores e ousados da televisão mundial. As cenas são desconcertantes, incômodas, nojentas… Mas é tudo tão corajoso e inteligente que não dá pra não assistir. Também é aqui que vemos a primeira menção às qualidades maternais de Scully, quando Mulder diz a ela que nunca a viu como uma mãe. O Lar é uma aula de ousadia e se não vale a pena por isso, vale por Gillian Anderson imitando o porquinho Babe no meio de uma cena.
Episódio: O Campo Onde Eu Morri
A reencarnação é o foco nessa sensível história sobre o papel de cada um na sua vida. Uma mulher com um aparente problema de múltiplas personalidades esconde, na verdade, uma linha cruzada de vidas anteriores. Mulder acaba descobrindo uma rede de espíritos que o acompanha em todas as suas vidas. Belo e sombrio, o episódio tem um texto primoroso e uma força emocional impressionante para uma série de ficção científica.
Episódio: Meditações Sobre o Canceroso
Opa, Morgan & Wong de novo! Vocês devem achar que é piada, mas os caras são realmente muito bons. Aqui eles traçam um perfil interessante sobre o Canceroso. O fumante inveterado teria sido o assassino de Kennedy, de Luther King e mesmo assim, alimentava sonhos idiotas sobre ser um grande escritor (leia-se na minha opinião a ironia suprema e genial do ep, visto que o personagem mesmo não conseguindo ser um escritor mediocre, acaba escrevendo a própria história). O episódio é cheio de cenas memoráveis e ironias irresistíveis. É o penúltimo da dupla até aqui. Depois do também ótimo NUNCA MAIS, eles se despedem definitivamente dos roteiros da série, infelizmente.
Episódio: Terma, A Pedra da Morte
Segunda parte de um foderoso episódio duplo que trouxe de volta Krycek e o óleo negro. Quem já leu o desbravador Eram os Deuses Astronautas? reconhece a Tunguska visitada por Mulder na primeira parte. Aqui em Terma, vemos o agente sendo exposto ao óleo e descobrindo mais uma vez que foi usado por Krycek, que trabalha – depois que foi abandonado pelo Canceroso – para os russos. O episódio também é famoso pela cena em que Krycek tem o braço amputado no meio da floresta de Tunguska. Trata-se de um daqueles épicos em duas partes que só os genios de Sr Carter e cia conseguiam fazer igual.
Episódio: O Mundo Gira
John Shiban aproveitou todas as histórias do Chupa-cabras que circulavam na mídia para escrever esse ótimo episódio que divide-se em dois pontos de vista distintos para a mesma história. Divertida e sagaz, a história pode não provocar identificação com a nossa versão do monstro (!!!), mas é um momento impecável do programa.
Episódio: Lembranças Finais
Em O Homem do Câncer vimos o “comedor de cânceres”, Leonard Betts, dizer à Scully que “ela tinha uma coisa que ele queria”. Começa assim o arco dramático que daria à personagem o mesmo câncer sofrido pelas vítimas de abdução que ela conhecera em Os Japoneses. Aqui em Lembranças Finais, Scully atravessa a descoberta definitiva da doença enquanto Mulder tenta descobrir uma maneira de ajudá-la. O primeiro beijo entre os agentes teria acontecido aqui, mas foi cortado na edição final.
Episódio: Lapso de Tempo Parte 2
Somente selecionando as primeiras ou segundas partes dos episódios duplos é que seria possível manter essa lista com apenas 10 menções. Dito isso, a segunda parte de Lapso do Tempo toma a frente por uma razão muito simples: a sequência que explica o que aconteceu com Max Fanig dentro do avião é uma das coisas mais catárticas que eu já experimentei na televisão. Aqui temos a primeira vez em que Mulder fica cara a cara com um dos seres que ele tanto procura e também a consumação cada vez maior da doença que mata Scully aos poucos. Comentar apenas a segunda parte foi necessário, mas não posso esquecer de mencionar a festinha surpresa de Scully, organizada por Mulder, e que foi um dos poucos momentos de intimidade dos dois até aqui.
Episódio: Demônios
Uma experiência leva Mulder a começar a se lembrar de detalhes importantes dos eventos anteriores à abdução de sua irmã. Cenas difíceis entre ele a mãe anunciam a possibilidade cada vez maior de que a abdução de Samantha pode ter sido planejada por causa do “projeto”. Chris Owens volta a viver o Canceroso jovem – depois de Meditações – e prenuncia sua entrada definitiva no futuro do programa.
Episódio: A Maior das Mentiras
Como eu poderia descrever aquele que eu considero o melhor episódio de toda a história da série? São tantas as qualidades intelectuais desse episódio que eu até tenho medo de ficar parecendo um bebê babão e idiota. Pra começar pela frase de abertura que muda para Believe the Lie.
E dentro desse conceito nos apresenta uma história em que nunca fica claro de que mentira realmente estamos falando. As que contam para esconder a verdade sobre os alienígenas ou as que contam para que acreditemos neles. John Fin – que já foi o pai do Pacey e andou revisitando Arquivos Mortos – entra em cena pra viver um dos grandes coadjuvantes da série, o cético Michael Kritschgau, que vem com a missão de provar a Mulder que ele vem acreditando num embuste sobre alienígenas para disfarçar as verdadeiras intenções do governo. A trama não é nada menos que genial! Os diálogos são uma aula de roteiro, temos a cena clássica da autópsia alienígena, temos Bill Scully botando a boca no trombone e tudo sendo coroado pela sequência final, com um Mulder devastado pela dúvida, cometendo um possível suicídio. Sua agonia se conecta ao título original do episódio que é Gethsemane, o nome do jardim onde Jesus passou sua última noite orando, antes da crucificação. E isso é só a primeira parte da trilogia de episódios mais impressionante que eu já tive a sorte de ter assistido na vida (ps: ja assisti a sequência desses eps no 5º ano da série, mas isso é assunto para um próximo review).
Até mais e... We Want to Believe
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Realmente é a melhor temporada até aqui. É perceptível como o Mulder vai ganhando um lado mais cômico e sarcástico, diferente de todas as outras temporadas. Apesar de uns episódios bem macabros, a temporada tem um ar mais de conspiração, suspense e perde um pouco aquele tom sombrio de terror de antes. A mitologia central fica cada vez mais forte. O ep que conta a história do Canceroso é uma obra-prima.
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tb fiquei admirada e impressionada com o episódio que fala sobre o Canceroso. É de arrepiar.
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A quarta temporada tem episódios maravilhosos como "O Lar", "O Campo Em Que Morri", "Corações de Papel". "Nunca Mais", Gillian Anderson e David Duchovny estão ótimos em cada um deles.
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Temporada excelente e repleta de ótimos episódios. Superou a terceira.
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Episódio "O lar" sem duvidas um dos episódios mais punks da serie, uma das melhores temporadas da série até agora.
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Que sacanagem esse último episódio, hehehe. PRECISO da quinta temporada AGORA. :P
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Acho a terceira temporada melhor. Mas os episódios centrais, que envolvem a mitologia do arquivo X excelentes! Mas tem uns episódios independentes nessa temporada, que deixam muito a desejar.
Ainda assim, é a melhor série! -
Pra mim a série é, antes de mais nada, um retrato histórico da década de noventa.
E esta é sua melhor temporada. -
estava axando q nao haveria mais novos assuntos no seriado, axei q essa temporada seria algo do tipo assuntos mal acabados das temporadas anteriores! ai comecei a assistir e fikei de cara com tantas novas situações!