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Meio cíclico e repetitivo, o próprio Wim Wenders admite em certa parte do curta que não tem mais o que dizer, parece um depoimento esticado. Mas ainda guarda bons pensamentos.
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Isso me fez recordar uma determinada cena da recente obra do Woody Allen, Meia-noite em Paris. Um questionamento fora levantado quanto ao saudosismo... O porquê do passado suscitar tamanha admiração. Estamos fadados a desacreditar do futuro, fadados a limitar a capacidade da geração-presente, ao final da linha. Questionamentos são inevitáveis. O mais bacana é perceber que o cinema não somente sobrevive, mas revigora e alimenta. É aquela velha conversa de que estamos com a faca e o queijo na mão, alguns permitem que algum destes elementos caiam, mas esse detalhe transcorre todas as épocas.
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achei o depoimento dele sincero, profundo... me surpreendeu...
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Ótimo depoimento do Wim Wenders, cuja palavra chave é adaptação...às novas mídias, oportunidades criativas que a tecnologia prporciona.
Interessante notar, pelas inserções, que o Spielberg foi o único otimista em 82.-
O Spielberg não foi o único otimista da história. O fato é que o péssimismo reinava, nenhum deles certamente imaginaria que hoje o cinema em bilheterias extremamente maiores que naqueles tempos.
Mas para Susan Seidelman, por exemplo, o cinema sempre viveria em seus autores sinceros e para Noel Simsolo o cinema não estava morrendo, os cineastas é que estavam fazendo filmes idiotas!
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Muito inesperado ver o Wenders dando um depoimento desses. Achei as participações espetáculares e muito bem elaboradas.
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Foi muito legal assistir ao Wim Wenders falando sobre essas questões, ainda mais com a "participação" do Michelangelo Antonioni. É engraçado (e plausível) como estas previsões pessimistas sempre aconteceram, mas raramente estavam certas. As diferentes mídias podem sim, sobreviverem concomitantemente, e isso continua sendo provado a cada época em que uma nova mídia surge.
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Não sabia que existia isso! *-*
Uma bela surpresa.
Bonito demais ver o Wenders falar.