Filmaço. Atuação exuberante de Daniel Day-Lewis. É de se indignar o que fazem com o personagem dele. Dá uma sede de justiça do começo ao fim
Em 1974, um atentado a bomba produzido pelo IRA (Exército Republicano Irlandês) mata cinco pessoas num pub de Guilford, arredores de Londres. O filme conta a história real do jovem rebelde irlandês Gerry Conlon, que junto de três amigos, é injustamente preso e condenado pelo crime. Giuseppe Conlon, pai de Gerry, tenta ajudá-lo e também é condenado, mas pede ajuda à advogada Gareth Peirce, que investiga as irregularidades do caso.
Filmaço. Atuação exuberante de Daniel Day-Lewis. É de se indignar o que fazem com o personagem dele. Dá uma sede de justiça do começo ao fim
Que história
filho da puta
.
O cara que de ladrãozinho ralé foi acusado de ser um terrorista desumano.
Apesar de ele ter sido solto e declarado inocente, o fim dessa história ainda é triste, pois nenhum dos responsáveis de deixar Gerry, seu pai e seus amigos presos durantes anos, foram presos. Incrível.
Filmes que contam com a presença de Daniel Day Lewis, pode-se ter certeza que atuações fortes não vão faltar...
O filme na verdade é uma denúncia sobre os abusos cometidos pelo governo britânico, exaltados de forma visceral pelo diretor Jim Sheridan.
Ótimo filme!
Mais uma história de injustiça que, ao me ver diante do mundo sistematizado dos homens, me faz ansiar por um holocausto.
Em maior parte do tempo, tentando me enxergar como cidadão, vejo ao contrário, como diriam os reggaemen, me reconheço como um inexpressivo nativo da selva de pedras onde essas posições de poder doentias marcam a história com o torturado sangue dos injustiçados.
E o que sobra disso, é o suficiente? Um filme? Uma indignação? Um protesto?
Sinceramente não sei o que levo além de uma revolta sem voz, uma revolta que não me diz o que fazer, não diz o que é preciso para que isso nunca mais aconteça e nem sequer deixa a promessa. Acabo pensando que não tem jeito. Aceitar, cruzar os dedos, tentar acumular bens talvez proteja ou pelo menos conforte...
Consigo lembrar vários outros destes casos, como os 3 do Arkansas, mostrado no documentário Paradise Lost, que mesmo sendo libertados depois de quase 20 anos, a sensação evidente é de que nunca terão de volta o tempo que lhes foi arrancado, herdaram como legado feridas que nunca cicatrizarão, tiveram 1/4 das vidas roubado, restituição impossível.
Mesmo com o suspiro de alívio, terminei o filme com a cabeça doendo. Senti que algo mais deveria explodir, mas não necessariamente uma PUB. Algo melhor, talvez o parlamento, o congresso ou os três poderes sincronicamente... De repente o mundo. Boom! - Reset -
Pode ser que uma violenta anarquia se encaixasse melhor, assim estaríamos acostumados com a ferocidade do homem, sua verdadeira cara, sem chorar com as novelas, todos nascendo, morrendo e renascendo sempre endiabradamente... assim ninguém se prejudica, todos se prejudicam.
Excelente história, excelentes atuações, excelente filme!
Estas histórias sempre estarão dentre as minhas favoritas não somente pela "superação", mas principalmente para que eu nunca me esqueça do que consiste a humanidade, pois o resto é exceção.
Como o de costume Daniel Day-Lewis com uma atuação formidável! Trilha sonora muito legal e uma historia incrível!! Ótimo filme!!
Filme excepcional, tocante sobre o injustiça social, luta pela liberdade e mas acima de tudo amor fraterno. DDL em provavelmente sua melhor performance (talvez até melhor do que em Sangue Negro), é um DEUS! Entrou fácil pra minha lista de favoritos!
Daniel Day-Lewis como sempre impecável em suas atuações, e como sempre pra mim filmes biográficos são mega atraentes.
Do caramba!!!!
Daqueles filmes que a gente fica sem palavras para expressar o que sentiu!
Daniel Day-Lewis não atuou... deu show!!!
Aplaudindo de pé!
Filme foda pra caramba. Daniel tá uma coisa que só assim ó ♥♥♥♥ pra descrever... Apaixonante!
Muito bom, indicaria esse filme centenas de vezes.
Que filme lindo! Espetacular atuação de todos!!!! Não tem como não sentir aquele gostinho de raiva na boca durante o filme, aquele desejo de se vingar pelos condenados injustamente, e que faz com que o final apoteótico seja recompensador ao telespectador que sofreu junto com os personagens a condenação injusta! Mostra uma faceta sombria da justiça criminal, que volta e meia ainda produz seus efeitos. Um filme obrigatórios para quem faz direito. Recomendo!
Quantas pessoas são presas injustamente ou até mesmo mortas por conta de um sistema nojento e corrupto, é muito triste essa realidade, muito mesmo. É difícil não se emocionar com esse filme,
a cena dos papeis em chamas pelas janelas foi de uma melancolia belíssima, o final nem se fala "Eu vou pela porta da frente, eu sou um homem livre".
É um filme forte, polêmico e realista. Daniel Day-Lewis simplesmente HUMILHOU no personagem! Só não ganhou mais prêmios, pq teve o azar de concorrer com o também excelente a lista de schindler... Maravilhoso!
"Eu vou pela porta da frente. Sou um homem livre."
Muito bom,a história é incrível, porém triste e revoltante saber que é verdadeira. As atuações estão demais, Daniel Day-Lewis dá um show ao lado de Pete Postlethwaite, as cenas mais emocionantes e marcantes são protagonizadas por eles.
"What I remember most about my childhood is holding your hand. My wee hand in your big hand, and the smell of tobacco. I remember, I could smell the tobacco in the palm of your hand. When I want to feel happy, I try to remember the smell of tobacco." <3
A cada cena que aparecia um policial eu dizia um filho da puta em voz alta. O filme consegue causar uma ira sem igual contra o sitema, da vontade de matar cada criatura que mentiu no caso.
A cena dos papéis queimando em homengem a um inocente foi emocionante, muito linda, Filme pra guardar pra sempre e sempre nos lembrarmos o quanto o sistema pode ser nojento e desumano.
Olha que não gosto muito desses filmes que mostram as injustiças para com as pessoas, mas esse me tocou de uma forma diferente, talvez pela atuação excelente de Daniel Day-Lewis, que consegue nos fazer emocionar, angustiar e até vibrar.
Aquele momento em que ele enfia a mão na boca e diz que não queria mais pronunciar a língua inglesa é o que mais nos mostra a tamanha revolta que ele tem para com aquele país e com seu sistema, onde o que importa é mostrar que estão punindo, não importando se a pessoa é ou não culpada.
Outra cena que gostei bastante é a chuva de papéis queimados, momento em que ele faz o sinal da Cruz...não sou religioso, mas a cena é de um primor sem igual. E como não poderia deixar de citar, a cena final, com ele saindo pela porta da frente e dizendo que é inocente e que provará que seu pai também era ...rsrs a vontade que temos ali e de levantarmos juntos e combater as injustiças.
O que mais gostei no filme foi a forma de como ele faz a quem está vendo se angustiar com a historia, e provocar em quem ta vendo (pelo menos no meu caso) um sentimento de revolta com o sistema.
Um filme espetacular com uma performance grandiosa do ator Daniel Day-Lewis.
Está excelente produção recebeu várias indicações e prêmios nas premiações do cinema mundial no ano de 1994. Recomendo.
Oscar 1994 (E.U.A): Indicado nas categorias de melhor ator (Daniel Day-Lewis), melhor ator coadjuvante (Pete Postlethwaite), melhor atriz coadjuvante (Emma Thompson), melhor diretor, melhor edição (montagem), melhor filme e melhor roteiro adaptado.
BAFTA 1994 (Reino Unido):Indicado nas categorias de Melhor Ator (Daniel Day-Lewis) e Melhor Roteiro (adaptado).
Festival de Berlim 1994 (Alemanha): O Diretor Jim Sheridan recebeu o Urso de Ouro.
Prêmio David di Donatello 1994 (Itália):Venceu na categoria de Melhor Filme (estrangeiro).
Globo de Ouro 1994 (EUA):Indicado nas categorias de Melhor Filme (drama), Melhor Canção - cinema, Melhor Ator (drama) (Daniel Day-Lewis) e Melhor Atriz (coadjuvante/secundária) em cinema (Emma Thompson).
Prêmio KCFCC 1994 (Kansas City Film Critics Circle Awards, EUA): Venceu na categoria de Melhor Atriz (coadjuvante/secundária) (Emma Thompson).
Prêmio BSFC 1993 (Boston Society of Film Critics Awards, EUA):Venceu na categoria de Melhor Ator (Daniel Day-Lewis).
Prêmio Eddie 1994 (American Cinema Editors, EUA):Indicado na categoria de Melhor Edição (cinema).
Primorosa direção de Jim Sheridan complementada pelo brilhante dueto de Pete Postlehwaite e Daniel Day-Lewis.
Faz tempo que assisti, na época embora ter gostado do roteiro, achei-o um pouco arrastado, mas nada que impedisse o talento de Daniel Day-Lewis e Emma Thompson.
Pensei que seria um daqueles dramalhões de fotografia azul e personagens sussurrando, mas, felizmente, é muito longe disso. A direçao é dinâmica e o enredo é excelente, faz você realmente torcer pelo Gerry o filme inteiro.
E o Daniel Day-Lewis se garantiu demais, ele é um daqueles caras que dá gosto ver atuando. Ótimo filme.
Um clássico, com atuações impressionantes e uma história fantástica.
Depois de muitos anos, preciso vê-lo novamente.
Filmaçooo, esse é aquele filme que quando acaba, da uma sensação de que se tornou um do seus filmes favoritos. te prende do começo ao fim
Que filmaço!!!
O único crime que cometeram foram se serem irlandeses.
Ingleses fdp.
Minha mãe disse que esse é um dos favoritos dela. Preciso ver...
"Nenhum policial foi condenado por qualquer crime neste caso."
Mundo fudido mesmo...
Que filmee!!Que históriaa....e que raiva!!!Excelente!!
"Justice, mercy and clemency, I literally don't understand what those words mean." Que filme espetacular.