Enfadonho.
Mirko (Guy Marchand) tem dois filhos: os jovens Paul (Romain Duris) e Jonathan (Louis Garrel). O primeiro é confuso e o segundo irresponsável. Paul sofre do mesmo tipo de depressão que levou sua irmã ao suicídio, alguns anos antes. Ele vivia com a namorada Anna (Joana Preiss), mas após brigar com ela voltou a morar com o pai. Enquanto Jonathan vive aventuras românticas pela cidade, Paul se recusa a sair da cama e do quarto.
Como Louis consegue ser tão perfeito e tão lindo!?
Ele prende minha atenção do começo ao fim, não só por ser lindo, mas a presença dele frente as câmeras é simplesmente instigante.
Considerações:
1. A cena da banheira (!!) & a cena da conversa entre os irmãos na cama foram da maior doçura possível! Daquele tipo que faz nascer um quentinho dentro do peito e a sensação de saber que o amor é isso.
2. A relação entre os irmãos e o pai passou uma familiaridade real e gostosa de se ver.
3. A cena da Anna dançando foi muito linda e free spirit.
4. Roman Duris finalmente cativou meu respeito com a atuação nesse papel.
5. E, finalmente, o melhor diálogo do filme:
- Acho que, de um modo geral, subestimamos grosseiramente nosso pesar. Sem dúvida, nós sempre morremos de tristeza.
- Você quer dizer que a tristeza é colocada dentro de nós ao nascermos?
- Sim.
- Como a cor dos olhos?
- É, exatamente. É por isso que devemos cuidar dela. Nós, porque os outros não podem fazer nada. Ninguém pode fazer nada quanto à cor dos nossos olhos.
Alguém tem link pra download sem ser torrent?!
http://www.omelhordatelona.biz/genero/drama/3069-dans-par...
aí tem tanto em torrent qto em uploaded...
espero q dê certo, bjao ;)
Achei bem fraco em relação aos 3 que mais gosto do Honoré (Canções de Amor, A Bela Junie e Bem Amadas, mas como esses são mais recentes acho que ele ainda estava se aprimorando,né...).
O filme é meio sem ritmo e o início é muito chato, acho que ele podia ter mostrado a angústia do término do relacionamento com diálogos bonitos, que ele sabe fazer muito bem, ao invés daquelas cenas exageradamente emocionais e meio desconexas.
O filme melhorou com a presença do Garrel, que estava num papel diferente que o de costume, mais leve e mais bem humorado. Enquanto a angústia ficou toda com o Romain Duris que se saiu bem.
Os destaques ficam mesmo pra trilha, sempre linda, do Alex Beaupain e pros diálogos poéticos que o Honoré sabe fazer muito bem. O diálogo sobre a tristeza é lindo. Além do diálogo da tristeza, 3 cenas também funcionaram muito bem:
1- O lindo diálogo cantado sobre o final do relacionamento entre o Paul e a Anna. Que serviu pra compensar o início que não tinha me despertado qualquer interesse na história dos dois.
2- A cena dos irmãos na banheira.
3- A cena da "noite da honestidade" entre os irmãos também.
A forma que o filme "dialoga" com o telespectador é genial!
Honoré novamente acertando em cheio!
Realmente, conversar com o Garrel foi uma delícia! E nesse filme ele tá um doce, que papel mais fofo o dele dessa vez, amei! Bom, acho que esse tá longe de ser o melhor filme do Honoré, mas gostei bastante.
Sinceramente esse não me pegou. Adoro filmes francês, adoro Garrel, adoro os filmes do Honoré, mas esse eu cochilei. Pra mim onde mais me prendeu foi a "introdução" que achei fantástico, e o entrosamento das personagens no final. Gostaria muito de ver o Garrel num filme um pouco mais comercial ou com algum papel diferente desses que ele faz. No geral, é um bom filme.
Adorei. A conexão entre os irmãos,
o pai mesmo achando que o Jo é egoísta e não faz nada pelo irmão
Esse foi o segundo filme do Honoré que vejo. O primeiro foi Les chansons d'amour. São muito parecidos. No início eu até tentei desassociar os dois, mas nao teve jeito, principalmente depois do diálogo ao telefone entre Paul e Anne. E o personagem do Garrel tem o mesmo perfil nos dois filmes. Daí eu pensei: Les chansons d'amour é a sequência de Dans Paris, só pode...
Ah! Os dois filmes são bons... Honoré, né...
Lindo, fofo, francês, Garrel, melancólico, apaixonante, perdido, reflexivo, bem a cara do Honoré, gostei. E o Garrel falando comigo foi lindo <3
Esse é o segundo filme do Christophé Honoré que eu assisto, o primeiro foi "A Bela Junie" que eu gostei muito e agora este. Bom, primeiro de tudo, não é um filme que todo mundo vai gostar, ele pode parecer lento e chato para a maioria, acontece que não é a forma que o diretor filme que é pausada e sim a própria história do filme tem esse ritmo naturalmente, na verdade, se Christophé Honoré quisesse, poderia ter feito um filme muito mais lento e muito mais chato se quisesse fazer um filme lento, lembrando que "Dans Paris" tem apenas 92 minutos o que acaba passando rápido, ainda mais com o passar do tempo, já que quanto mais o filme avança mais interessante fica, Louis Garrel que é um dos atores franceses mais famosos da geração, e com motivo, está muito bem, Romain Duris não teve muito oportunidade de mostrar o talento, e até agora não assisti nenhum filme dele que mostra ele realmente ótimo como muitos afirmam, apesar que a sua cena em que canta no telefone junto a Joana Preiss é fantástica e é com certeza o que mais marca no filem inteiro. Tem também o Guy Marchand que interpreta o pai do Louis Garrel e Romain Duris no filme, que faz um bom trabalho e com certeza se destaca no filme, faz a gente até sentir um pouco de dó dele ter que aguentar os dois filhos. O resultado do filme é bom sim, mas não é melhor que "A Bela Junie" que continuo achando maravilhoso.
Romain Duris vi em "Albergue Espanhol" e na sequência em "Bonecas Russas", passa-me que ele atua sem vontade.
"Avant la haine, avant les coups, de sifflet ou de fouet, avant la peine et le dégout, brisons-là s'il te plait."
O filme não parece ter um foco definido além do proprio plano emocional e alguma cenas vão descrescendo em interesse até... PÁ vem uma cena à La Honoré para te manter sentado e se identificando com os personagens.
Contudo, não é, na minha opinião, o melhor do Honoré.
Honoré surpreendendo como sempre! lindo filme. como sempre digo adora essa junção garrel e honoré, a cena da banheira, o telefonema e paul contando a historia para jon foram lindas! é um filme que em algum ponto você se identifica com a historia ou os personagens..
O que eu achei mais bonito no filme, além das cenas já citadas, foi que os personagens Paul e Jonathan se completam de uma forma muito pura.
Passei a respeitar o Garrel como ator depois da cena de ''dança'' junto com Alice Butaud.
queria um vídeo da cena do telefone ):
A prova de que um bom filme não é sinônimo de um extraordinário roteiro...
Honoré e Alex a Beaupain ainda me matam... O que foi essa interpretação da musica do Alex pelo telefone?
Eu adorei a cena em que a Anna fica dançando " Flavor - Girls in Hawaii"
A cena na banheira, Paul e Anna cantando uma para o outro através do telefone e o diálogo entre Paul e Alice valem pelo filme todo, lindo.
Alguém pode me ajudar com um link?
A sequência do telefone de Paul e Anna é linda, linda, de uma beleza francesa fascinante, em outra língua não seria mais tocante.
Adorei este, e principalmente o desempenho da Joana Preiss que foi apaixonante neste filme, mostrou um talento que eu não havia visto em Ma Mère. A trilha sonora feita pelo Alex Beaupain é adorável e dá pra entender o porque do trabalho em conjunto com Honoré no Les Chansons D'amour, eles se completam, assim. Não achei a história maçante, é sutil e explicativo sem ser forçado e o mais interessante, é poético, me tirou o sorriso mais sincero do mundo
quando Paul canta à Anna pelo telefone
Paul desanda a falar para Alice sobre suas ideias...
Garrel, você está cotado como o protagonista da minha vida também. Adeus!
É um filme muito curto, na verdade, mas até que consegue deixar bastante subentendido a vida de cada personagem antes do momento de crise do Paul. Dá pra imaginar o adolescente festeiro e egocêntrico que o Jonathan foi, por exemplo, e o arrependimento excruciante do Paul.
Sou um pouco indiferente quanto à história do Paul com a Anna, mas o resto é tão cativante que supera.
Desafio dos 100 filmes - 2ª etapa
195. Um filme que pareça com a história da sua vida: Em Paris
só eu acho o Romain Duris mais delicia que o Garrel? :s
Ainda não sei o porque, mas gostei muito desse filme. vou assistir de novo.
"Você quer dizer que a tristeza é colocada dentro de nós ao nascermos? Como a cor dos olhos?"
Tudo junto: poetico, Simples, engraçado e dramático. De cara, Louis Garrel nos convidando a ver o que ele tem a contar, nos convence que vale a pena parar pra assistir, e ao final fica uma estranha sensação de encantamento. Delicioso de ver!!
O filme começa com a pergunta "É realmente possível que uma história de amor nos faça saltar de uma ponte?", mas não sei se fiquei muito satisfeita com a resposta. Acho que não cumpriu com a proposta, que era discutir/concluir esse dilema. Mesmo assim, não chega a ser um filme ruim. Tem algumas boas reflexões e cenas criativas :)