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Independente de tudo estamos sempre sozinhos..A trilha sonora é muito boa com greenhornes e Mulatu Astatke
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Um filme interessante sobre escolhas e como elas nos afetam. Como diferencial, Jarmusch não usa de artifícios poéticos, ao contrário dos típicos filmes que tocam nesse assunto, preferindo usar um estilo polido de comédia dramática.
A narrativa tem muitos personagens estranhos a serem observados e analisados, cada encontro agregando mais complexidade à história. O próprio Don prefere se afundar em música e cinema do que se importar com amor, como se tivesse o usado em exaustão no passado e tivesse perdido o gosto pra ele. Precisou que o seu amigo que é o oposto dele, vivaz e investigativo, tivesse praticamente o forçado a fazer a road trip. No primeiro encontro uma viúva que cuida de uma criançona chamada (adequadamente) Lolita, e que aparentemente está desesperada por um substituto para o seu falecido marido. No segundo, uma mulher que, de jovem revolucionária, se pôs no casulo de um casamento estável, formal, e aparentemente sem vida. No terceiro, uma ex-advogada que desistiu completamente de contato humano e virou uma psicóloga de animais; que se recusa a conversar seriamente com Don, mas que insiste que gatos possuem uma linguagem secreta, e no último, um grupo de pessoas isoladas no meio do nada e que parecem estar desesperados para acharem um motivo de descarregarem raiva contida (o homem que diz "shut up!" para Don, quando ele nem ao menos fez um som, o marido de Penny dizendo "você agiu de forma rude" antes de nocautear ele).
Quando o filme parece estar perdido na sua própria falta de propósito, vemos aquele encontro onde Don descreve sua filosofia de vida em uma frase, para aquele que parecia ser seu filho, mas apenas parecia. E logo depois ele vê outra pessoa que poderia muito bem ser seu filho, mas naquele ponto não importava mais, o filho dele poderia estar em qualquer lugar, ele percebeu que estaria sozinho pra sempre independente de qualquer situação.
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É bom deixar algo claro de início: regra geral, um mesmo filme é normalmente visto de maneiras bem diferentes por pessoas diferentes. Um mesmo filme é visto de maneiras bem diferentes pela mesma pessoa, em fases diferentes da vida.
Dito isso, posso falar que vi no filme uma suavidade, uma tranquilidade melancólica. A mensagem enxergada ao longo do filme foi, sem sombra de dúvidas, muito mais significativa do que o final em si (criticado por alguns).
É fácil se identificar com a solidão, com a dúvida, com a angústia do personagem. Quem nunca temeu ficar sozinho, sentir esse desamparo, esse vazio sentimental? Quem não se pergunta como teria sido se nossas escolhas fossem diferentes? Quantas vezes tomamos um caminho e abrimos mão de outros? Onde estaríamos? Onde estamos, realmente? -
Impressão minha ou "praticamente" todo o elenco de American Horror Story tá aqui? Estou exagerando, eu sei, mas achei isso um detalhe tão legal. :)
Fora que tem a Julie Delpy para completar a perfeição. -
Encantador, um ideal e vários encontros nostálgicos, cada um com um sabor distinto e sendo aguardado com ansiedade, tendo o rosa insistindo em está presente, cor que neste filme torna-se sinônimo de esperança! Um roteiro maduro e um grande elenco, reunindo as melhores mulheres de uma vida.
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o ritmo desse filme foi feito pra mim! bora ver se me dou com os outros do jarmusch...
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Vocês que tão falando que ele reprisou o personagem de Lost in Translation... Eu não entendo, qual o vínculo? Desculpem mas, sou só eu que enxerguei arquétipos distintos? A atuação do Bill Murray está decorosamente figadal nesse filme... A única coisa foi que ele nunca precisou sair da sua zona de conforto em ambos os papéis, vocês não precisam tratar isso como se fosse uma coisa simbiótica.
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ual é a melhor maneira de resolvermos uma angústia, mistério ou pendência no Presente?
R: Revistando o Passado.Essa é a força motora que carrega um dos mais belos filmes de Dramédia dos últimos tempos…
Se a premissa acima é a força motora do Filme, Bill Murray é o liquido inflamável que dá combustão á trama.
Mas, aqui Bill Murray (em um dos seus melhores Trabalhos) é o retrato da inércia, leva o filme com a cara de que está sofrendo para segurar internamente sua emoções, totalmente contido.
O filme fala sobre um Don Juan dos nossos tempos, cheio de charme e lindas namoradas, só que a última acaba pedindo um break na relação… Conformado e desanimado, ele não tem forças para resgatar a namorada e resolve aceitar a pasmaceira de uma vida solitária.
Mas, em poucos minutos é acionada a ignição do Motor e o filme “acontece”, quando ele recebe uma Misteriosa Carta, que revelava a existência de um Filho de 19 anos… Incentivado pelo melhor amigo, ele resolve descobri a DONA DA CARTA, revisitando o passado e 5 ex-namoradas…
Então, vemos um ótimo roteiro e ótimas atuações das Coadjuvantes, entre elas Sharon Stone e Jéssica Lange, o Road Past Movie, ficou bem delineado, tão bem que fica evidente pela atuação das EX- namoradas a história do término de cada um dos relacionamentos…
Ah e prestem atenção nos sinais COR- de -ROSA em todo o filme, fica divertido quando um deles aparecem…
Belo Filme que Precisa ser Descoberto… -
Alguem concorda com essa frase?
"o cinema nao tem que te fazer entender, tem que deixar a entender." -
Era o filme que me faltava para terminar de assistir a filmografia do Jarmusch. E sinto que, de alguma maneira, assisti a seus filmes na ordem ideal, mesmo que não tenha sido a ordem cronológica e nem tenha seguido uma lógica. Broken Flowers apresentou-se, talvez, como a maior surpresa do Jarmusch para mim. Ainda que seja verdade que me surpreendeu pela qualidade, a principal surpresa foi a sensação da ausência de alguns elementos bastante recorrentes nos filmes do diretor. Os personagens que sempre transitaram pelas cidades a pé, em sidewalks pelos muros, ou em trens, ou em situações inusitadas, não estão mais aqui. Parece que a maturidade que o diretor atingiu acaba atingindo seu personagem, que não é mais um jovem como o Charlie Parker, de seu primeiro filme; ou como os três inquietos jovens do belo Stranger Than Paradise. Aqui, ainda há o argumento da transição, mas traçado de maneira bem mais objetiva, abandonando um pouco da protelação que a maioria de seus personagens sempre carregou. Por outro lado, vejo a mesma solidão que seus personagens também sempre carregaram.
Apesar da má vontade que sempre tive com o filme, Jarmusch me provou, na sua última oportunidade, que sua filmografia é madura, que não abandonou sua personalidade na hora de filmar e que não se excedeu: continua se reinventando e contando histórias peculiares. Broken Flowers é um belo filme.
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Notei que o pessoal elogiou a trilha sonora, aqui está o link de uma música da banda Ethanopium que toca, essa trilha serviu muito bem, despretenciosa mas que imprime uma ação: http://www.youtube.com/watch?v=oCIfhfOYIX4
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É bom,mas parece um reaproveitamento do personagem dele em Lost In Translation...
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Acho que fui assistir esperando demais do filme e terminou que eu achei bem chato.
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Bill Murray parece até que tá reprisando o personagem dele de Lost In Translation.
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É curioso como dois filmes lançados no mesmo ano segundo o Imdb tiveram uma idéia bem parecida; tanto neste como em Elizabethtown o protagonista recebe do coadjuvante principal um livro com mapas e um cd para acompanhar uma viagem de carro.
Este foi meu primeiro Jarmusch e eu gostei, não achei nada surpreendente. Mas, Bill Murray é incrível em papéis melancólicos e silenciosos, não tem como não gostar.
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Não sou do tipo que "desgosta" de filme mais paradão; e este começa bem parado... E seu decorrer é perfeito, prende a nossa atenção. Os detalhes, simples, como por exemplo, "o cor-de-rosa" é muito legal... O Bill Murray é excelente, mas confesso que fiquei encantada com o elenco feminino, que é muitíssimo bom! Com todo seu clima diferente, esse filme todo é encantador.
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Achei o filme monótono e muito longe da obra prima que muitos alardeam. Bill Murray está ótimo e segura o filme, mas é pouco.
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Don Johnston e Sun Green,senti um clima ai,heim! ;) Bom filme!
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Um exemplo de filme com uma estrutura simples, porém com um roteiro tão cheio de detalhes que transformam essa obra em algo mais complexo que a sinopse dá a entender. Flores Partidas trata de temas universais, como o embate com um passado que muitas vezes desejamos esquecer e a obsessão (repare como a cor rosa está sempre presente, tendo uma função fundamental no filme), levada de forma bastante suave pelo diretor Jim Jarmusch, em um de seus trabalhos mais acessíveis. Isso não quer dizer que Flores Partidas seja um filme comum, apesar de adotar um tom mais maduro e sereno que em seus trabalhos anteriores, o filme sempre está imerso naquela atmosfera lisérgica que logo indica que estamos assistindo a um filme de Jarmusch. Vale citar o trabalhos dos atores, todos excelentes, destacando a atuação contida de Murray; interpretando de certa forma a si mesmo.
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Um filme muito fino, pungente e triste de uma forma bastante obscura.Trata-se de procurar e encontrar uma conexão com as pessoas. Filmão.
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excelente!!!!.... não supera o Mystery Train, mas mesmo assim, é um filme sensível e roteiro extraordinário, como costumam ser os filmes do jim jarmusch...
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Preciso ver mais coisa do Jarmusch!
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Pensei a mesma coisa! Tanto que não resisti e fui à locadora alugar outros dele, além de escrever sobre cada filme de sua autoria.
São imperdíveis, principalmente o Estranhos no paraíso que, na minha opinião, é um dos melhores também, junto à flores partidas.
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"O que é o passado se não uma convenção cultural? Afinal, a não ser que Schopenhauer esteja correto, será mesmo que nós, ao morrermos, unimos ao restante do mundo em contribuição imaterial? Será que nossas ações são registradas ao decorrer da história do universo? Ou as coisas apenas acontecem e terminam em si mesmas, sem deixar rastros ou pistas? Don chega em um estágio da sua vida no qual questiona sua verdadeira importância àqueles que o cercam e ao universo, a partir do momento em que recebe uma carta anônima, afirmando que ele tem um filho de 19 anos à sua procura. (...)"
Mais no blog:
http://poplongee.wordpress.com/2012/07/08/a-filmografia-d... -
muito foda, fiquei na maior expectativa o filme todo, tentando ligar as "pistas" hahahahahaha
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Um filme criativo e divertido muito bem conduzido pelo sempre ótimo Bill Murray.
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Esperava mais! Gosto do gênero Comédia/Drama, tanto que gosto muito dos filmes do Murray com o Wes Anderson. Mas esse filme achei superestimado. Não que seja um filme ruim, ao contrário ele é bom! Só que não é isso tudo não.
O Murray está ótimo no filme, até porque ele combina com esse tipo de personagem. Tanto que já fez vários papéis assim como: "Encontros e Desencontros", "Três é demais", "A vida marítima de Steve Zissou" entre outros.
Só que acho que a história poderia ser melhor desenvolvida. Principalmente o final. Esperava um final melhor, depois do 'mistério' todo.
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Bill Murray é simplesmente um cara legal de se ver em cena!
Mas longe de ser o melhor filme dele!
A trilha sonora podia ter sido melhor tb! -
Tinha tudo para ser clichê, mas não é!
Um bom roteiro , direção justa, Bill Murray numa atuação fantástica (talvez sua melhor) e Tilda poderosíssima, regados a muita melancolia e humor ácido e inteligente. "Broken Flowers" é uma delicinha boa de se ver! -
Depois de ter ido assistir Encontros e Desencontros com amigos que não curtem filmes parados e ser obrigado a ficar o filme todo ouvido meus amigos conversando para não dormirem, eu aprendi a lição e fui ver Flores Partidas sozinho.
Sai encantado do cinema. Não dá pra explicar, pois embora a história seja bem simples, a atmosfera que o filme consegue construir deixa a gente com uma boa sensação, eu diria que isso é uma espécie de carisma, de poesia.
No próximo filme em que o Bill Murrey fizer alguém entediado, que não vê muito sentido na vida, eu vou querer assistir com certeza, ele encarna muito bem o papel.
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Uma trama simples e bonita. Bill Murray dá um show! Mais uma vez, Jarmusch nos traz uma releitura original de um gênero clássico.
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Que surpresa boa ... eu vi na TV, e todo o elenco e o enredo são realmente surpreendentes. O que o filme mostra? O que você está procurando? Não desperdice seu tempo com coisas estúpidas. Lição: não pensar no futuro porque ele não está aqui, esqueça a passado porque ele já foi embora, então a única opção é o presente - ele está aqui agora.
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Após duas tentativas abortadas de ver um filme do Jarmusch, finalmente consegui assistir um inteiro. E gostei. Trilha sonora maravilhosa, roteiro bem escrito, ótimas atuações. Aliás, esse Don só namorou gente bacana, né. Que alegria foi ver Frances Conroy, Jessica Lange e Tilda Swinton, nem que por uns minutinhos.
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Achei bom, não excepcional. Personagem ótimo, sem se importar, vai levando os dias. Não sei, mas senti uma ar de anos 90, acho que pela trilha, pelos cenários e pelas cores estranhas. Acho que tinha muita expectativa, isso nunca é bom.
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"Achei bom, não excepcional.(...) Não sei, mas senti uma ar de anos 90, acho que pela trilha, pelos cenários e pelas cores estranhas."
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Prêmio de melhor cara de tédio para Bill Murray. As cenas da viagem, dentro do carro ou no avião, cenas que não acontece praticamente nada, tornam o filme mais real. A vida é meio parada.
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Jim Jarmusch ganhou meu respeito nesse filme, o único que eu tinha visto até então sobre o autor era "Dois estranhos no paraíso" que eu não gostei nem um pouco por sinal.
Bill Murray nesse filme me lembra o Bill Murray de "Encontros e Desencontros", um Murray entediado, de saco cheio da vida, mas que mesmo assim resolve continuar fazendo as coisas, sair de casa e etc. O ator exprime uma cara de tédio parecida a tal ponto com a do outro filme que nos faz pensar que se trata do mesmo personagem em épocas diferentes de sua vida. Mas o interssante desse filme de Jarmusch é que ele pega uma história bem possível de ser real com personagens bem possíveis também e consegue fazer uma linda história, esse tipo de tentativa de recriar a realidade costuma gerar filmes bem tediosos no mau sentido a meu ver, mas não foi o caso deste filme. E o final é emocionante também, e o que falar da trilha sonora...