-
Não sei se este filme agrada somente aos filósofos e/ou psicólogos de plantão, só sei que prá mim foi realmente muito legal. Eles fazem piada irônica e nonsense com as mais diversas teorias. Você fica sem fôlego no começo tentando acompanhar a lógica do filme e dos personagens e aí percebe que é se deixar levar pelas esquisitices mesmo. No entanto, tem um sentido profundo. Há quem veja e não entenda nada ( o que não é muito raro) mas pra quem consegue viajar (leia-se abstrair, filosofar) um pouco, muito interessante e inovador.Vendo-o mil vezes, mil interpretações diferentes ou complementares.Rsrsrsrs
-
Preciso ver de novo, quando eu vi eu era bem mais jovem, devo ter uma visão bem diferente dele.
-
Eu achei esse filme super-divertido. Do elenco nem precisa falar nada: Jason Schwartzman, Jude Law, Dustin Hoffman, Lily Tomlin, Naomi Watts, Mark Wahlberg, Isabelle Huppert...Todos estão ótimos. Mas o diretor, David O. Russell, acho que tem futuro. Eu já tinha gostado de "Os Três Reis" e "O Vencedor".
O filme é uma aula de filosofia ao contrário, tipo "O Mundo de Sofia" para sarcásticos.
Imagine só: "detetives existenciais" que você contrata para saber de onde veio, porque está aqui e para aonde vai". E eles vigiando suas atitudes no dia-a dia. Filme inteligente e avassalador. Muito bom! -
Não sei, mas gostei muito desse filme. Me pareceu meio chato mas depois da metade do filme comecei a gostar mais... mais um dos favoritos do Joe.
-
Mark Wahlberg está ótimo nesse filme, fiquei impressionado. Mas enfim... teria gostado muito mais se tivesse chapadaço, mas mesmo assim achei o filme incrivel. ;)
-
Que filme maluco!
Acho que a idéia é zoar com tudo, a questão de sentido da vida, analistas, psicologia, preocupação social, aparência, sociedade, tudo. Dá pra perceber que todos os personagens são exagerados, o filme não se esforça em nenhum momento para ser realista, e não esconde isso. Um pouquinho menos desse exagero poderia fazer com que as reflexões apresentadas fossem mais interessantes, mas esse "forçar a barra" o tempo todo acaba incomodando (pelo menos a mim, mas gosto é gosto).
Apesar de não ter gostado mundo, não se pode negar que é um filme bem original.Ah, e como foi que a Isabelle Huppert concordou em fazer uma cena tão bizarra?
-
Filme incrível! Assisti sem expectativas até pelas baixa notas tanto do público quanto da crítica e adoro quando esses fatores realmente não (con)dizem nada. O filme é esquisito, divertido, bem escrito e muito criativo. Brinca com a mente do espectador dando questões que dizem tudo e nada ao mesmo tempo. Até o Mark Wahlberg está ótimo nesse filme, quem diria.
-
GENIAL, de humor filosófico-brutal mto bom.
Because having children is the maximum performance for people successful?
-
Adoro esse filme! Mostra de uma forma muito particular (e divertida) como é importante a empatia e o respeito pelo ponto de vista dos outros.
-
Nobody sits like this rock sits. You rock, rock . The rock just sits and is. You show us how to just sit here, and that's what we need.
-
nunca leio sinopses, dessa vez resolvi ler e meio que esperei "outro tipo" de filme... :(
-
O filme é uma filosofia com boas risadas, personagens com uma identidade única, complexa e profunda, ou seja tudo o que mais se espera de um bom personagem, e por fim brilhantes atuações cômicas. Superlegal e superesquisito!!! Do jeito que eu gosto. ;D
-
Um filme com muita densidade, mascarado de comédia sem sentido. Sinceramente, eu não esperava tanto quando comecei a ver. Me surpreendi positivamente.
-
Incrível!!
O longa é sobre conexões e todos os pequenos detalhes no filme se conectam. Genial!
Toda a canastrice do roteiro, com atuações fenomenais rendem um filme à altura.
Enfim, excelente. -
Gostei pq tem a Lily Tomlin que eu adoro mas em contrapartida tem esse Jason Schwartzman que eu ODEIO
No geral não curti não..... -
amantes do estudo do existencialismo...sejam bem vindos!
pessoas que nao se questionam sobre a vida,e meramente aceitam as coisas provavelmente nao gostaram deste filme.
Eu achei genial, com sacadas muito boas(por exemplo de a terapeuta depressiva ser justamente a francesa, há!), super leve.
Eu ainda estou digerindo e pensando a respeito... eu com certeza vou assistir novamente. Precisa ficar é muito atento pra separar corretamente a bagunã (que nos faz ver o filme até o fim), de toda a filosofia, que vai longe analisando teorias perante o proprio expectador.A cena da "libertaçao" de Albert, vendo a foto de Brad após ele ter ateado fogo na casa é uma das cenas mais geniais das ultimas decadas, o contexto contido alí é coisa de genio, e depois o proprio Albert fazendo uma analise dos terapeutas então...
Showzaço o filme
-
e o mais intrigante é que todo estudo do existencialismo e toda crise existencialista se resolve ao existir por existir, é o unico ponto onde há paz, o dificil é fazer a pessoa em crise aceitar este fato XD
-
-
A filosofia desse filme pode ser sua grande piada, mas isso não quer dizer que não haja verdade nela. Muitos conceitos desse filme são válidos.
-
dinâmico,original e inteligente,por mais que não seja "nossa que coisa profunda e blablabla" o filme é demais já assisti várias vezes,e sempre dou muita risada, a trilha sonora também é muito boa e o elenco nem preciso comentar ^^
-
simplesmente me contorci de rir
nada nesse filme é serio
pelo visto teve gente q levou a autoajuda desse filme a serio, quando é essa a grande píada do filme -
Poderiam ter aprofundado os questionamentos, mas assim o filme ficaria menos palatável pro público.
-
Denso, inteligente, profundo? Posso dar uma dúzia de filmes do Lynch e dos Coen que realmente são densos, inteligentes e profundos sem se perder em verrobagias filosóficas pretensiosas como I Heart Huckabees.
Só tem dois pontos positivos nesse filme: uma idéia original e um elenco muito foda que trabalhou bem. Mas nada demais. Roteiro chato, oscila entre bons momentos e longos períodos de tédio. Às vezes o filme está mais para auto-ajuda do que para filosofia.
E comete o erro das comédias cult dos anos 2000: não tem quase nenhuma graça. O filme quer ser anti-convencional até no nome ("Heart" literalmente transcrito como um coração). Vou dar uma nota média pela originalidade e pelo elenco poderoso. Mas o filme é chato e pretensioso.
-
Russell claramente inspirado por Wes Anderson, realizou essa ótima "dramédia" sobre existencialismo, caos, e auto-análise, coisas que percorrem na vida do 'homem moderno'.
-
É um filme interessante e denso, precisa-se assistir mais de uma vez pra entendê-lo em sua plenitude. E tem uma leve e agradável trilha sonora.
-
Tipo de filme que está longe de ser pra muitos e muito menos pra poucos. Comédia inteligente, cheia de alegorias do estilo de vida estadunidense (e de pronto de todos que se espelham nela) e com situações um tanto quanto "nonsense".
-
Muito divertido e até muito interessante. Tem alguns dialogos bem bacanas, mesmo que soem ridiculos. Mas a melhor coisa é o elenco. Esse elenco está sensacional e eles são a melhor coisa do filme.
-
é sério que eu li comentários do tipo "inteligente" sobre ESSE filme? Isso é a coisa mais boring que eu já vi na minha vida!