Adorei o filme...
O comportamento tirânico da atriz Joan Crawford (Faye Dunaway) com seus dois filhos adotivos, contrastando fortemente com a imagem de mãe dócil e compreensiva que era passada ao público. Tudo isto é narrado sobre a ótica de Christina Crawford (Diana Scarwid), a filha adotiva da atriz.
Me fez recordar uma amiguinha de infância que passava, exatamente pelo mesmo que a filha da Joan. Os absurdos cometidos contra ela pela madrasta eram para mim incompreensíveis... Hj eu entendo.
Não creio em quase nada que essa Xtina disse, é incrível como as filhas das grandes estrelas se mostram mal agradecidas e amargas com suas respectivas mães, e acho ridículo julgarem a Joan Crawford sem nem conhecê-la direito só por ver esse filme, ser fã da Bette Davis (outra musa, que infelizmente teve uma filha que escreveu um livro falando mal da coitada) e não ir com a cara dela e/ou ler o livro da filha deserdada (que com certeza deve ter merecido). Mas o filme não chega a ser ruim, e o exagero dele é divertidíssimo, e acabou virando um clássico muito bom de se ver, e rir das cenas antológicas, como a do cabide. Faye, louca de pedra, está maravilhosa! <3
Agora eu sei por que Bette Davis odiava tanto essa mulher! AUSHUASHUAH'
O filme é ótimo, conseguiu ser tão visceral quando a relação mãe montra/filha sofrida que havia entre Joan e a filha.
Quanto as framboesas de ouro, como sempre foi a bobagem que é todo ano a tal de framboesa. Um bando de recalcados que quer ir contra o Oscar e acham que alguma dia esse premiosinho de fundo de quintal vai ter o reconhecimento do Oscar. Coitados.
"My mother told me never to speak badly of the dead. She's dead....Good." hahahahahahahaha
Não sei porque esse filme tem tanta crítica péssima sobre ele de verdade! Quem já leu sobre Joan sabe que ela era louca mesmo, egocêntrica e tinha sua rivalidade (uns dizem amor) por Bette Davis. O filme é ótimo, Faye deveria ter ganho o Oscar por uma interpretação única. Muitos que conviviam com Joan diziam que a filha adotiva tinha inventado história, o que creio que ela não teria o porque de fazer isso. Joan como muitas atrizes daquela época era realmente louca, existem vários casos de atrizes dessa geração que morreram jovens, sozinhas,eram depressivas e insuportáveis ter um convivo com elas, pois elas se achavam o centro de tudo. Creio que recebeu tantas Framboesas de Ouro por ser algo polêmico falando de alguém tão forte como Joan. Mas tirando isso o filme é ótimo, as interpretações e vale muito a pena ver.
Faye Dunaway tão louca e caricata que me fez chegar ao ponto de querer encher ela de tapas quando surtava, mas não consigo entender porque o filme ganhou tantas Framboesas de ouro, não merecia. Achei a primeira parte melhor que a segunda, todo aquele suposto glamour, tudo baseado nas aparências, e o que era aquela criança interpretando a Christina? Perfeita!
Lembro de ter assistido quando passou na TV e o filme lembra muito "O Que Terá Acontecido a Baby Jane?" e é mais um caso de filme que não se sabe pra quê veio.
Um filme sobre uma atriz que trata mal a filha, não passa disso, parece uma novela mexicana. A atuação da Faye Dunaway é um dos destaques do filme. Maluca aos extremos, parece que é a Mãe do Coringa em uma cena.
Um filme que só serve pra provar que a sua Mãe não é tão doida como você pensa!
Um ótimo filme ruim, Faye Dunaway ligada no 220 do overacting, um roteiro que não reserva nenhuma humanidade para sua personagem principal, quase que como se fosse um pecado Joan Crawford ser interpretada de maneira tridimensional, com falhas, mas com algumas coisas boas, inclusive muitas pessoas contestaram essa versão da história. Porque quatro estrelas então? Porque o filme é uma diversão trash, com sua direção de arte kitsch, performances super, hiper, mega exageradas, inclusive esse filme sepultou a carreira de estrela de Faye Dunaway, ela mesmo admite isso. Esse filme é como ver uma novela mexicana, por mais que seja dramático, é impossível levar a sério, pois pega um assunto triste e transforma em uma espécie de biografia não autorizada de Cruela Cruel. Faye Dunaway fez a vesrão definitiva de uma vilã caricata de desenho animado, e o estranho é que o assunto de abuso, tanto fisico, quanto psicológico, não é um assunto alegre, mas foi tratado aqui como uma comédia de humor involuntário.
A fama mal trabalhada na cabeça de uma pessoa, e as consequências disso na vida pessoal.. o triste são as pessoas próximas e submissas q tem q pagar o pesado dessa conta, como foram os filhos dela. Uma mulher que não soube amar, pq morreu praticando tirania.
Achei o filme bem conduzido, me prendeu até o final sem ver o tempo passar.
E apesar de admirar a carreira de Joan Crawford, achei muito justo existir um filme q desmistificasse por trás das cameras, já que ela praticou tanta crueldade com seus filhos adotivos. Só não entendi pq só aparecem 2 de seus filhos no filme, sendo q ela adotou 4.
É o tipo de filme perseguido sem motivos plausíveis. Nunca ouvi argumentos convincentes contra ele e creio que nunca ouvirei. Faye Dunaway numa das atuações mais geniais que já vi. Um clássico!
Apesar das críticas um ótimo filme, não só baseado nos relatos da filha e sim de vários amigos que presenciaram várias vezes os exageros na educação das crianças. Faye dunaway apenas seguiu o script que foi baseado no livro nada mais,
Tirania é pouco perto das loucuras a que essa "mãe" submetia os filhos, a começar pelas condições que a levaram a adotá-los. Joan Crawford, interpretada por Faye Dunaway, é a detestável atriz, que diante da idade tenta fazer de tudo para convencer de que ainda é bela e inalcansável. Ela morreu e foi desmascarada ou desmitificada. Afinal, quem era essa mulher - sinceramente, achei ela uma VACA -, na visão da própria filha, Christina? Imperdível e revoltante.
Joan Crawford está mais megera na sinopse do que no própio filme. No filme ela transita entre uma personalidade psicótica, apresentando sérios desvios mentais e comportamentais e outra materna. No final das contas fica a impressão de que ela foi uma boa mãe e que a história só foi contada por que a filha ficou com muita raiva dela
por ter deserdado-a.
Eu acho que foi bem isso, eu acho o filme completamente parcial e sinceramente divertido pela performance over the top da Faye Dunaway.
Dificilmente será possível ver algum filme com Joan Crawford sem lembrar da sua aparição encarnada à perfeição por Faye Dunaway.
Além disso, trata-se de um filme merecidamente objeto de culto. O exagero, tanto na atuação quanto nos cenários e no impacto das agressões de Joan contra sua filha adotiva Christina, é a tônica de "Mamãezinha Querida".
Uma cena a destacar: a discussão que evolui para a pancadaria entre mãe e filha, apartadas pela jornalista vivida por Jocelyn Brando (a subestimada irmã de vocês sabem quem).
Um clássico do cafona. No melhor sentido.
Sinceramente, não consegui achar que a Joan era tão má mãe assim. Muitas das atitudes dela eram sim exageradas, mas não tão absurdas. A Christina me pareceu meio dependente da mãe durante todo o filme. Se ela fosse tão ruim, ela iria querer ficar o mais longe possível, o que não aconteceu em nenhum momento. Sei lá, o filme não me agradou. Achei que a história foi se arrastando por vários caminhos desnecessários.
Muito impressionante a forma como a atriz conseguiu se encaixar no papel de Joan Crawford, de uma maneira lindamente tirana, rs!
Um grande dramalhão que no entanto se encaixa na proposta do filme e condiz com a personalidade excêntrica da biografada. Faye Dunaway por si só já merece destaque, porém não de pode deixar de elogiar o ótimo trabalho de maquiagem, que coroou a caracterização da atriz.
Faye canastra até a última cena!
Incrivelmente hilário e dramático ao mesmo tempo.
Na boa? Achei um filmão, simplesmente por ele mesmo não se levar a sério!
Gostei.
A atuação dela nesse filme está ótima, a carreira dela, segundo a mesma, foi prejudicada pelo detestável papel da também detestável Joan Crawford. Como fiel fã de Bette Davis, devo dizer que acredito que Faye foi fiel ao papel. Adoro esse filme e tudo nele.
E olha, Faya está muito parecida com Joan, o que dá um toque a mais de realidade no filme.
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA!
Como não MORRER de rir da atuação da Faye Dunaway?!
Olha, na cena do famoso 'No wire hangers' eu quase tive um troço de tanto que ri! Quando ela sai do banheiro até meio vesga é simplesmente sensacional! HAHAHAHAHAHAHAHAHA!
Ri demais na cena da briga entre mãe e filha. A explosão da Joan é tão caricata e engraçada que uma cena que era pra ser de um relacionamento lamentável se transforma em comédia.
E o roteiro?? Que troço mal recortado... do nada muda completamente de assunto, de ânimo, de tudo! Sem falar que eu nem achei a Joan tããããão ruim como a sinopse sugere... fiquei até pensando 'qual foi o propósito do filme?? Nem era uma coisa de outro mundo o que ela fazia'.
Fora a cena dos cabides e a da briga, não a achei tão malvada. Até mesmo o fato dela ter tirado a herança dos filhos parece 'justificável' no filme.
Se a idéia era derrubar totalmente a moral do mito Joan Crawford, tentem outra vez.
Outro aspecto que merece ser comentado...
E esse figurino minha gente?? Que coisa mais cafona... sei que o filme é antigo e que devo levar isso em conta, porém, devo lembrar também que o filme contava uma história mais antiga do que ele, ou seja, teria que fazer o que todo filme esperto faz: retrata uma época mas sempre tentando trazer algo mais clássico e atemporal.
Poderiam ter se esforçado mais, mas é só a minha opinião.
Marcou a minha infância esse filme.
Olá Bruna e Maria, realmente, ainda me lembro como se fosse hoje...eu sentado no sofá da sala... bem novinho ao lado da minha irmãzinha e como não estávamos com sono, ficamos na TV a até altas horas...quando começou o Corujão II e essa obra prima começou...emocionante....
Um filme que é baseado em um livro escrito por uma aprendiz de Nelson Rubens não merece consideração.
Não achei tão ruim, claro que não é um grande filme, mas não é a bomba que pintam por ai. Sem dúvidas o filme exagera muito e algumas cenas acabam ficando ridículas. Mas não achei que merecia a Framboesa de Ouro de pior filme e nem de pior atriz. Faye Dunaway extrapola um pouco, mas sua entrega ao personagem é impressionante.
Enfim, achei um filme muito subestimado.
Nossa, que MARAVILHOSA atuação de Faye Dunaway!
Sem palavras, acabei de ver o filme estou meio chocada ainda.
Forte e impressionante.
Não entendi o porquê das pessoas falarem tanto desse filme pra mim. Achei a guria meio chata e a Joan meio arrogante e bipolar. Sei lá, não curti. É só isso.
E se o lance é drama familiar de famosos, eu fico com a série do Michael Jackson... Bem mais tocante e tal...
gostei. não sabia nem imaginava que Joan fosse assim por parecer tão serena, geralmente, nas telas.
mas como todo filme baseado em fatos reais, vale dar um google depois pra descobrir o que foi forçado e o que era real.
Fiquei me perguntando onde estava o Christopher, ele simplesmente some e depois reaparece adulto só no final do filme. O começo do filme me empolgou, achei as atuações boas, depois fica tudo morno e vai perdendo a graça, ficando forçado.
Apesar de tudo deu para perder um tempo e até gostei.
Exagerado e divertido.
Agora entendo o motivo da cena Dunaway e os cabides, ser tão famosa.
Quanto rancor... mas é explicável, muito!
deu vontade de ver os filmes da joan crawford agora.
Eu confesso que durante a primeira hora, eu realmente me surpreendi com o filme, e até pensei o por que dele ser considerado tão ruim pelos críticos. Após a hora inicial, passei a concordar com tudo o que falaram. É muito ruim, muito exagerado. A edição é péssima, em uma hora, Joan briga com a filha, e na cena seguinte, as duas já estão ali, juntas, como se nada tivesse acontecido. A direção é arrastada, assim como o roteiro, que tenta emocionar apelando para cenas dramáticas, mas que acabam sendo cômicas devido ao exagero dos atores em cena, em especial a de Faye Dunaway, apesar dela ter ficado bastante parecida com a Joan fisicamente. Mas preciso confessar também que, sempre que vejo o danado do filme dando pinta na tv, eu o assisto. Não resisto a cena do arame farpado e me divirto horrores na sequência em que ela obriga a filha a comer o almoço ruim.
Na minha opinião, se apenas 1/3 da história for verídica já está de bom tamanho, pois não é segredo prá ninguém q Joan Crawford realmente era uma pessoa "difícil", porém uma atriz de talento incontestável.
Apesar das críticas, eu gostei muito!
Muito boa a atuação da Faye Dunaway, sinceramente nunca vou entender esse negócio de premiação, ela merecia levar um oscar...
Fiquei sabendo que esse filme foi indicado a 6 Framboesa de Ouro e fiquei estarrecido, eu achei tão bom, kkkkkkkkkkkk.
Não sei, esse filme não me desceu. O excesso de santificação de Cristina e os exageros no retrato de Joan Crawford me incomodaram. Tá certo que para o filme ser bom só interessa a história em si independente da veracidade, mas nesse caso -para mim- é muito oportunismo e canastrice para chegar a gostar.
Ainda assim a Faye Dunaway tá demais - naquilo que foi passado a ela.
Não interessa se o que Christina Crawford escreveu sobre a mãe é verdade ou mentira. Não dá pra saber. Interessa é que o livro que ela escreveu (que eu ainda não li) deu origem a esse filme maravilhoso, que prende a nossa atenção e mantém nosso interesse até o fim. Faye Dunaway é a razão disso, pois está PERFEITA no papel da mãe tirânica.
PS: Senti mais pena da Joan Crawford do que da filha, já que passou de grande atriz para mãe bipolar por causa do livro e filme, coitada. E ela nem teve o direito de se defender, já que estava morta né =/
Como são as coisas. Este filme na época de lançamento(1982) ganhou inexplicáveis 5, digo 5 Framboesas de Ouro incluído Pior atriz para "Faye Dunaway", para fechar a palhaçada ganhou em 1990 o prêmio de PIOR filme da década de 80, um total absurdo.Lá pelo meio da década de 90 conferi este longa ainda criança, concordo com a galera aqui de baixo nos comentários, as cenas e os diálogos não saíram da cabeça(*incrivel), o que dizer da cena dos cabides de metais(CLÁSSICO!!!)...Um dos maiores espetáculos de "Overacting" que o cinema já viu, o exagero aqui é apelido, gosto demais...
Vi este filme há muitos anos, em um antigo programa de cinema comandado pelo Rubens Ewald Filho. Dês de então está na lista dos meus favoritos. Nunca saiu de minha cabeça a cena dos cabides.
Tinha medo de assistir esse filme quando era pequena. Até hoje pra falar a verdade
Afinal que mãe mais assustadora é essa?
auhauhauhauha