Jean-Pierre Jeunet e seus filmes que nunca me decepcionam.
O filme centra-se em Bazil (Danny Boon), que vê a sua vida virar do avesso ao ser atingido por um tiro na cabeça. Quando sai do hospital, sem dinheiro e sem casa, acaba por ser acolhido por um excêntrico bando de ex-condenados, que preparam uma vingança contra os fabricantes de armas.
parece uma continuação de Delicatessen.....mostra como o cinema francês é delicioso, sujo, envolvente e muitas vezes, engraçadíssimo!
excelente o primeiro filme de Jeunet que vi foi o maravilhoso Delicatessen na mostra de 1989 ou 90 ... depois vieram outros tantos tais como Amelie Poulain .... enfim lirismo puro uma fotografia muito muito propria dos filmes dele e neste micmac a recuperação da figura do clown... um humor singelo e eficaz que é quase o de um Carlitos , enfim ... lirismo puro fantasia e diversão numa belissima combinação do onirico com o espetacular ... genial genial com a figura maravilhosa de Dpominique Pino e a grata surpresa que é Omar Sy que assisit no excelente" Intocaveis" alguns dias atrás ... muito muito bom uma sinfonia de cores e sensações .... o mundo fica muito mais bonito com filmes assim ....
Um elenco notável para uma direção brilhante e uma produção fantástica. Divertidíssimo!
Carregado de referências clássicas do cinema ianque, Jeunet cria um pastelão cômico bem divertido em forma de paródia sobre a indústria armamentista, que hora e outra vira caricatura de si mesmo, mas ainda sobressai-se pelo carisma nato do elenco de forma bem genuína.
Jean-Pierre tem um estilo tão peculiar e que sempre nos surpreende com uma história bem amarrada e cheia de detalhes magníficos que só enriquecem a trama. Trama essa que tem vários personagens e cada um deles com sua importância. A interpretação é bastante teatral, mais ainda que Amélie. O roteiro é incrível assim como a fotografia e as cores. Micmacs é belíssimo e atemporal, vale a pena conferir.
De uma sutiliza e um lirismo lindo! Tudo incrivelmente bem pensando, desde dos enquadramentos até os "defeitos" dos personagens principais.
Destaque para a cena recriando uma país africano e para a ultima cena do artista fazendo um vestido dançar.
BELÍSSIMO!
Divertido!
O filme tem uma bela estética, alguns momentos engenhosamente bem construídos e o personagem Bazil em alguns momentos "incorporou" Chaplin!
enredo simples que é executado de forma única e divertida, algo que jeunet já provou fazer muito bem. a fotografia e a trilha sonora, como sempre, são um dos destaques, juntamente com a sensibilidade de cada personagem e os detalhes usados para contar uma história no mínimo curiosa.
os "lixos" da sociedade usam os lixos que a sociedade produz, para derrubar dois "lixos humanos".
desenrolar da trama sensacional com a mensagem sendo transmitida de uma forma inteligente e engraçada com um dos beijos mais legais que eu assisti no cinema. eu gostei muito.
Um verdadeiro crossover entre "Delicatessen" (as excentricidades) e "Amelie Poulain" (a poética + a fotografia). Mas nem se compara com essas duas obras, é um filme divertido e só.
Jean-Pierre Jeunet transpira sensibilidade e criatividade com seus personagens puros e despretensiosos. MicMacs é teatral, cômico e excêntrico. Viajei em cada detalhe...lindo...lindo... Vale a pena conferir.
sem palavras para descrever
no minimo sensacional
quem não quer ver está perdendo uma obra.
Não é o melhor filme do Jeunet, sem dúvidas, mas é quase impossível não se apaixonar pelas cores, visual, humor e personagens do filme...
Confesso que eu esperava mais desse filme, principalmente por ser do Pierre Jeunet, mas achei monótono no meio do filme, só melhorou um pouco no final.
FODA! O que mais me deixou feliz é que havia referência a TODOS os outros filmes do Jean-Pierre Jeunet. Já amo!
A história é confusa em alguns momentos, mas a estética apurada e a maneira cômica/non-sense que o Jeunet tem para contar a história fazem o filme valer a pena.
Mesmo as obras mais imperfeitas do Jeunet tem um toque de genialidade. A arte do filme é bastante criativa.
Uma fábula anti-belicista, com aquela criatividade e o humor que só o Jeunet tem.
Não chega a ser uma obra-prima no nível de Amélie, mas vale muito a pena pela construção dos personagens e da narrativa. A trilha sonora é uma das melhores que já pude presenciar no cinema até hoje (até fiquei desapontado quando não vi nos extras o making of das músicas), sem contar a bela surpresa do final. Recomendo.
Mas que filme divertido. Sutil e delicado ao mesmo tempo que o oposto. E o final, aquela cena, eu gravaria ela em um DVD e passaria pelo resto da minha vida antes de ir para cama, para que eu pudesse ir dormir com o mesmo sorriso que fui quando vi o filme pela primeira vez.
Muitos atores bons que já participaram de Amélie Poulain.
Ahhh me apaixonei <333
Tão lindo, tão perfeito!
História fantástica, altas risadas a todo tempo, personagens super cativantes, divertidos e totalmente insanos! HAUHSUAHSUHAUSUAHS'
É impossível não gostar do Bazil, ele é tão fofo e ainda tem uma bala na cabeça, precisa de algo mais?! hahaha' ;D
Me surpreendeu
como eles foram tão inteligentes para formular a melhor vingança de todas, sério, no começo pensei que eles iriam matar eles, mas fizeram muito melhor do que isso!
adorei que o Bazil ficou com ela, já tava na hora!
É criativo mas completamente esquecível.
Vindo do Jean-Pierre Jeunet,eu esperava mais...
Simplesmente genial!
Eu acho incrível essa forma caricata com que Jeunet dirige seus filmes, fotografia, personalidade dos personagens, figurino, tudo! A fotografia é bem similar ao "delicatessem", que fez com que eu me identificasse ainda mais com o filme. (Sou fascinado por essa toda psicodelia) Sem falar do roteiro que é super criativo e envolvente. rs
A cena em que Bazil põe o microfone na chaminé do prédio e mostra um rmk da cena do dueto no Delicatessem...