muito bom!
Os Shkolnik são investigadores de geração em geração. Enquanto Eliezer Shkolnik, professor purista e misantropo nunca conseguiu ter sorte na vida, o seu filho Uriel é reconhecido pelos seus colegas da Universidade Hebraica de Jerusalém. Até ao dia em que o pai recebe uma chamada: a academia decidiu recompensá-lo com o Prêmio Israel, o mais prestigioso da discipina. O seu desejo de reconhecimento revela-se publicamente e é a partir dele e da entrega do prêmio que um confronto amargo surgirá entre pai e filho.
Um filme diferenciado , com uma cultura diferenciada , é ótimo para as pessoas que apreciam o cinema que foge do corporativismo habitual , é uma boa pedida para fugir da rotina , além da história ser bem interessante e polêmica
É um drama familiar intrigante que nos coloca como espectadores incapazes de opinar. Inferno entre pai e filho, sentimentos, ressentimentos, amor e ódio. Mereceu estar entre os finalistas ao Oscar 2012 de Melhor Filme Estrangeiro
Fica complicado acreditar que “Nota de Rodapé”, um filme tão eficaz em tudo o que se propõe, tenha ficado com um posto tão indigesto do nosso circuito.
Texto completo > http://poseseneuroses.com.br/nota-de-rodape/
Cria uma dinâmica familiar interessante e um reflexo de pai sobre filho tão forte que até as tentativas mais sutis de se desvencilhar mostram-se infrutíferas. O tom bem humorado às vezes também facilita a digerir uma obra universal sobre aceitação cujo desfecho, infelizmente abrupto, demonstra toda a genialidade de Shkolnik.
Ótimo filme! O tema é muitissimo interessante, abordado de uma ótima maneira. Gosto da fotografia do filme também,..aliás gosto de tudo no filme. Gosto da maneira como abordam as particularidades de cada um de maneira bem detalhada e divertida. Me lembrou do filme Fabuloso Destino de Amelie Poulain nesse aspecto. É um filme que prende bastante a atenção e aborda questões bem delicadas como a relação entre pai e filho, obsoleto e atualizado, orgulho e amor... É um filme muito bom, me surpreendeu bastante. Recomendo a todos!
Crítica| "Há coisas mais importantes que a verdade"| Por Paloma Quintão http://migre.me/dk7MC @uerjviu
Tema muito importante, Cultura muito diferente. Muito bom
Eu preciso ver esse filme
Cara... Que tema complicado! Ao mesmo tempo que todo pai quer que seu filho não cometa os mesmos erros e se torne uma pessoa melhor do que ele próprio, servir de escada para outras pessoas é sempre algo incômodo e até humilhante, principalmente na área profissional que envolve tanta competição e ego. O filme tem lá suas pontas soltas, mas compensa tudo com essa discussão extremamente pertinente e pouco abordada por conta da nossa visão romântica das relações familiares.
Gosto quando um tema aborda o potência de gerar ódio que a família tem. Afinal, nós não somos esterilizados disso e na verdade, acredito eu, é dentro da própria família que tudo isso é plantado e germinado.
Boa comédia. Traz questões às relações pessoais e mostra também o tanto que um homem é pequeno em relação à sociedade.
Muito bom!
Fiquei angustiada com o desenrolar da história que,a meu ver, é antes de tudo um drama familiar.
Ponto para o momento em que Shkolnik - Pai descobre que Shkolnik - Filho era o verdadeiro indicado.
O filme gira em torno de um mesmo assunto o tempo todo, o que eu não achei cansativo. Talvez para algumas pessoas pode ser meio entediante por isso mas aqui vai meu pensamento por achá-lo muito bom: perceba o entorno. Qualquer coisa que venha a acontecer por aqueles lados é assim um estouro, mesmo que pequeno. A gota d'água. Faz um tempinho que já vi então não me recordo integralmente mas é válido pela noção que temos de cada coisa. Brasileiros reagiriam de uma forma, mas será que se fossemos criados numa cultura como a deles não teríamos também um pavio curto?
Ouvi falar deste filme e de suas referências. Acho que vale a pena ver pela proposta do filme, não tão comum assim, afinal é uma 'disputa' entre pai e filho.
Ainda não o assisti, mas minha curiosidade foi fisgada pelo título. Curti!
Que ótimo filme! Créditos ao Cedar por ter conseguido manter uma linha de tensão vs humor do começo ao fim que temperou muito bem a história do longa. Pena que sinceramente o final foi uma tremenda frustração para mim, poderia ter desenvolvido melhor e aumentado em mais uns 20 min de filme, mas, de qualquer forma, isso não desqualifica o excelente trabalho dele.
O filme é muito bom, me deixou muito tenso.
Mas não tem final! Eu fiquei muito ansioso pra saber o que ia acontecer, e, de repente, tudo acaba...
EU AMO ESSE FILME!! GENTE
Perdão pela euforia mas só vai estrear no Brasil agora?? Cara, eu amo esse filme!
Af, mais um filme de judeus...
Af, mais um filme de gays.
Af, mais um filme de putaria.
Af, mais um filme de favela.
Af, af, af.
Só tenho evitado filme de Judeus dobre o Holocausto, por que sofro muito... rsrrs... O resto, é muito bem vindo!!!
Sinto muita pena dos judeus, coitadossssss!!! Por isso assisto esses filmes que sao produzidos por eles próprios, pra conhecer mais a realidade real de Israel e de toda estoria de sofrimento e injustica deleeeeees
é filmes estadunidence vc gosta ? pois eles retratam o meio de vida imaginario daquele pais (o famoso sonho americano).
Falam que têm dó dos judeus por conta do Holocausto como se o que eles fazem com os palestinos não fosse igualmente desumano.
Engraçado como filmes podem nos chamar atenção só de olhar o título.
Querido, não preciso de argumentos se eu nem ao menos vi o filme. Eu só estou dizendo que fiquei interessada só de ver o título e quase cinquenta pessoas concordam comigo. Isso é um fato e não preciso 'mostrar mais'.
Porque tem sempre alguém pra reclamar das coisas mais banais? Gente chata!
ai moça,quanta ingenuidade.Minha nossa ! deve ser virg....
Vou explicar,me referi aqueles 2 volumosos que as mulheres carregam consigo e tanto expõem.Trocou a foto,ah ah....
Já pela sinopse o filme parece interessante. Depois, contado de forma farsesca, em capítulos, você sente/pensa que escolheu um bom filme para ver. Mas aos poucos os personagens principais, ainda que curiosos vão se revelando bastante antipáticos (não se cria empatia com ninguém aqui) e o professor injustiçado (com traços de autismo?) vira um tremendo mala. Tem muita gritaria do filho e silêncio do pai ressentido (não há dúvida, estamos no Oriente Médio mesmo). Era (é) uma ideia boa mostrar esse conflito entre pai e filho (os dois acadêmicos) em idade adulta, mas não devo ter sacado alguma coisa importante no filme, alguma mensagem subliminar ou não e me perdi (ou o filme se perdeu entre farsa e drama, carregando mais a mão neste aspecto). E me vi logo querendo que o filme acabasse. Aconteceu. Posso estar errado (devo estar), mas não gostaria de revê-lo para mudar minha opinião. Melhor rever Um Violinista no Telhado - há uma cena em que toda a família Shkolnik vê a peça num teatro. É isso.
Bom filme com temática e narrativa diferente para quem não está acostumado que o cinema israelense e a cultura daquele país, talvez esteja aí o grande atrativo do filme. Mas não é um filme passatempo - Vale a pena para quem gosta de filme que foge do convencional!
Achei bem legal a história, tem umas cenas bem fortes e apesar dos comentários gostei muito do final
, pra mim ficou bem claro o que o personagem Eliezer estava sentindo: que tudo não passa de uma farsa, desde o prêmio até o modo como recebê-lo, e que não adiantou nada ele ficar se martirizando durante anos pelo seu não reconhecimento, pois quando ele o consegue percebe que ainda não está satisfeito com aquilo.
eu gostei de vdd, apesar da péssima trilha sonora.
e o final...
o filme não é tenso, mas mostra a importância de mudança de valores e como os mais velhos precisam sim mudar, mesmo que um pouquinho.
Achei o Eliezer detestável e invejoso, e isso irrita um pouco no filme...
O filme mostra que ele e a mulher estão distantes, sem aprofundar mais nessa relação, como faz com o filho e a mulher dele.
Um ótimo filme Israelense, um drama adulto, engraçado, com montagem perfeita e trilha sonora na medida, excelente.
Pois é, existem críticas e existem disparates...
Talvez haja falhas na produção principalmente na montagem da trilha sonora e dos efeitos, mas nada que não seja contornável. Já a trama é ótimamente sustentada pelas atuações que dão, sim, credibilidade aos personagens.
Merecido prêmio de Cannes pelo roteiro.
Péssimo filme. Não sai de cima do muro sem se decidir se fica entre a comédia ou o drama. Os atores apesar de serem eficientes tem cenas mal desenvolvidas e o roteiro não privilegia os personagens, deixando um final péssimo, cheio de pontas soltas. A trilha sonora é vergonhosa, fugindo totalmente do tom da cena em questão. Esperava muito mais por um filme que foi reconhecido e indicado pela acadêmia como melhor filme estrangeiro.
boa trilha sonora e bela pitada de humor em um filme que trata de temas bastante pesados e entra fundo na realidade acadêmica. Cada personagem com seu drama peculiar e ambos em conjunto para formar uma história bastante real. Indicação bastante merecida que, junto com filmes como "A Separação", abrem nossos olhos para uma nova e boa escola de cinema no Oriente Médio.
Footnote é um bom filme israelense.
Primeira vez que confiro um filme de Israel, e tive uma boa surpresa, com essa produção que concorreu recentemente ao Oscar embora sem muita badalação. Filme com um humor peculiar que contrasta com a tensão familiar ali presente.
Um roteiro impecável que levou prêmio em Cannes, criativo, um bom filme que mereceria mais destaque.
Grande filme Israelense do promissor e jovem diretor Joseph Cedar. Roteiro excepcional, uma direção ágil e competente, um elenco inspirado. Tudo parece funcionar a perfeição nesta obra cuja temática é a conturbada relação entre pai-filho, ambos dividindo a mesma paixão pelas antigas escrituras da língua hebraica. Contudo, o mais valioso desta obra é o profundo debate que permeia o roteiro. Em certos momentos, questiona-se a importância do núcleo familiar tradicional, algo extremamente ousado se considerarmos que o filme é oriundo de uma cultura ainda muito enraizada em dogmas seculares e patriarcais. Contudo, o mais tocante em "Footnote" é a abordagem brilhante do lúgubre relacionamento entre Eliezer e Uriel. O egocentrismo doentio de um pai obsessivo-compulsivo e ausente, em contrapartida as tentativas desesperadas do filho em busca de um amor paterno há muito tempo perdido denotam o tom da estória, por vezes tenso, por vezes comico, como todo drama familiar da vida real.
O final brilhante, cuja revelação prévia torna Eliezer indigno de receber seu premio, sobretudo no que diz respeito aos seus rígidos preceitos morais, dinamita definitivamente sua alcunha de "fortaleza", o que termina sendo a maior punição possível pelos seus atos egoístas no decorrer de todo o filme.
[recomendação do amigo Marco Antônio]
O melhor de td desta obra estupenda é o roteiro, excepcional!
direção caprichada, elenco maravilhoso, fotografia admirável, edição linda, amei td!
a relação pai e filho aqui foi tensa, áspera.
aquele final... O.O
filmaço!
"Existem coisas mais importantes que a verdade"... citação do personagem Uriel Shkolnik que norteia o drama vivido por ele e seu pai!
Filme fantástico... entre os indicados ao Oscar de melhor filme estrangeiro de 2012, depois de assistir a esse filme, tive sérias dúvidas se "A Separação" merecia mais o premio, e eu julgava que depois de premiar "O Segredo dos Seus Olhos" e não "A Fita Branca" (2010) e "Em Um Mundo Melhor" ao invés de "Incêndios" (2011), a academia teria finalmente acertado!
Com relação a premiação de 2011, embora tenha gostado muito de Em Um Mundo Melhor, gostei muito mais ainda de Incêndios. Mas nitidamente, a tal Academia (que é notória por tantas injustiças em premiações) prefere sempre Filmes com temáticas de Em Um Mundo Melhor.
"Hearat Shulayim" é um roteiro muito bem acertado, mas com uma estética que não corresponde. Se o filme trata, em sua temática, de assuntos sérios como o orgulho, a vingança, a família, a verdade (e sua validade) e as podridões do sistema, a trilha sonora e os "efeitos especiais" acrescentam uma certa puerilidade à trama. A sensação que fica é que Joseph Cedar errou no tom dado à sua obra, mas acertou em cheio, dentre alguns aspectos, na construção e evolução dos seus personagens (o velho Eliezer é um dos mais profundos que eu já vi, um pobre homem frágil escondido nas fortalezas do seu orgulho), bem como no modo como a história se desenvolve, sem falar na cena final desconcertante. Uma história que merece um remake feito por alguém mais sério e menos brincalhão.
O inicio morno do filme pode até enganar, mas não: ele é um drama que joga tanto os personagens, quanto os telespectadores diretamente na parede. Expondo uma situação quase que insolucinável, a relação dos dois protagonistas vai se esmiuçando até chegar ao ponto final dessa história, numa cena final maravilhosa... Por trás de uma trilha-sonora engraçadinha, e um tom de comédia em certas cenas, o diretor Joseph Cedar esconde todo esse drama (excelente) do filme de forma exemplar. Recomendo bastante.
A cena em que Eliezer descobre tudo é espetacular
Será que a indicação ao Oscar finalmente deslancha a estreia por aqui...?
Li que a Columbia (Sony Pictures) tinha comprado, mas até agora nada de data de estreia... =(