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O futuro pode ser uma nuvem negra passando, ou um belo dia de sol. As escolhas, acertos e erros estão expostos. Basta arriscar.
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A narração de Paw Paw... Eu curti o filme, é meio loucura né, mas quem foi que disse que normalidade é sempre bem vinda? Não foi o "filme da minha vida", mas eu não considerei um tempo perdido.
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Personagens estranhos, enredo esquisito.. e ainda sim teve algo nele que me prendeu até o fim. Mas não, eu não olharia de novo.
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O começo estava tão promissor, os dois sentados no sofá, cada um com seu notebook, conectados pela rede. As cenas em que o tempo para são lindas, mas tive a impressão que a história se perdeu no meio.
Talvez se eu ver uma segunda vez, entenda melhor. :B -
Esse é um tipo de filme que nao sei se é bom,ruim...Aposto no sei lá.
Filme estranho, personagens esquisitos... Mas ao mesmo tempo tinha algo que nao me deixou largar e assistir até o fim... -
Achei a viagem do filme super interessante. Personagens que se perdem no seu egoísmo. Salvo a direção de arte muito bonita.
E pensar que tudo isso aconteceu porque eles queriam adotar um gato. -
O trailer prometia tanto... é um filme com cara de esquisito, personagens mais esquisitos ainda... deixa uma sensação de tristeza quando você termina de ver (e se pergunta... e aí?).
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e ai voce fica inconformada com o casal e como eles conseguem ser tão egoistas e perdidos em si mesmos e no mundo. depois lembra que são simples humanos.
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É discutível o quanto Miranda July foi bem sucedida ao abordar a questão da solidão moderna em mais um trabalho experimental, mas, ao menos na primeira parte do filme, a diretora foi eficiente ao retratar um casal que só se "conecta" de fato ao mundo real, no momento em que perde a conexão com a internet. Miranda faz um cinema eminentemente feminino, o que, aliás, só engrandece e dá personalidade a sua obra. Em resumo, experimentalismo e doçura a serviço do cinema!
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Eu acho que a dica maior é se deixar levar pela loucura. No começo eu não quis entender o filme, mas pensei "se joga, entra nesse mundo". E Miranda conseguiu traduzir perfeitamente para o seu mundo o que pode ser a sina de um casal: a inércia no relacionamento e o medo de seguir em frente. E nada ilustra isso melhor do que a narração e a figura de Paw Paw.
"You can't switch hands forever".
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Uma estética "casual" somada a temas que se entrelaçam. O filme sem dúvida segue uma conduta alinear, mas é pontuado por diferentes exclamações; perguntas e reticências que se desdobram em nosso interior de uma maneira singela e quase imperceptível. Tem um roteiro e execução diferentes da grande maioria, completamente autorais. Gostei dos elementos explorados e de como a trilha sonora deixava tudo mais "ilusório". Miranda July se propôs a realizar uma retrospectiva em tons de "isopor" daquele estranho "quem sou eu?" da atualidade. A sensação final me foi como a de observar brinquedos através de uma vitrine, só que desta vez, a vitrine eramos nós, e não havia brinquedo algum. O paralelo com o gatinho foi delirante.
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A música que fica na cabeça: "Master of None" do Beach House, quase um mantra.
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"O futuro: um paraíso pelo clima ou um inferno pelas companhias. Parto desta definição do cineasta Manoel de Oliveira para falar do impacto do segundo longa-metragem da artista Miranda July neste que lhes escreve."
Trecho da crítica de André LDC sobre "O Futuro", publicada no Lumi7:
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o que mais gostei no filme foi esse clima confuso, gosto de filmes que fogem daquela temática água com açúcar e que trazem uma nova perspectiva. Reflexivo.
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Pode ser muita divagação para um mesmo filme, mas é exatamente essa abrangência da reflexão de cada espectador que a diretora deseja capturar escrevendo seu enredo por meio de linhas tortas.
Leia mais: http://bit.ly/11Zyros
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filme demorou dois anos pra estreiar aqui? caracas.
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adorei a sinopse, perecido ver no cinema, pelos comentários e pelas avaliações está bem dividido entre bom e ruim hm
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É meio decepcionante se comparado a Me and you and everyone we know.
Muita pena do Paw paw
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Só eu achei essa sinopse confusa?
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A melhor cena foi a do inicio quando o Jason "para" o tempo. Sem contar a fotografia, a narrativa... Favorito com certeza.
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O Futuro é uma obra fora da realidade que vivemos, mas, no entanto apresenta em suas esquisitices uma história bem criativa sobre o fim dos dias, por isso merece principalmente para estudantes de cinema ser conferido. Leia a crítica completa http://www.ccine10.com.br/o-futuro-critica/
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quando vi o filme, só uma frase veio a minha mente: "para amar, é preciso ser vulnerável".
se você não tem a sensibilidade necessária, não assista. tudo vai parecer muito absurdo. -
Aqui tem pra baixar:
http://consumindodownloads.blogspot.com.br/2013/04/the-fu... -
Metáforas, apatia, melancolia... Ficamos presos em situações, prendemos os outros tb... Um filme que doeu (muito)... Resgatou lembranças que me fazem paradoxalmente, negá-lo com favorito... *suspiro*
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Esse filme é muito bom, ja esta nos meus favoritos!
Adorei o ar pacato dos personagens, sobretudo a mensagem que o filme transmite! Acho a Miranda July uma grande produtora, e neste filme ela mostra que realmente veio para ficar.
O Futuro não é uma filme para todos, é muito sensive e delicado! E para mim a melhor parte é dela a dançar no quarto, com a musica Master Of None, conhecia os Beach House, mas nao conhecia essa musica.
FILME ESPECTACULAR! -
Uma ótima estrutura narrativa, inovadora. E essa é só uma das qualidades desse filme, que não cai na armadilha de um roteiro que poderia ser mais palatável. Vai pros Favoritos!
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Esse recado foi MODERADO.
Motivo: Infração dos Termos de Uso. Divulgação de links com conteúdo ilegal.
Equipe Filmow.com
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De uma sensibilidade única. A escolha de apenas mostrar as patinhas do Patinha foi o que mais me tocou... Muito lindo. Recomendadíssimo.
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Primeiro filme da Miranda July que vejo, mesmo já tendo namorado com algum torrent de "Eu, Você e Todos Nós" há algum tempo, mas nunca atingido os finalmente. Provoca uma certa estranheza as opções estéticas e de narrativa dela no filme, mas o essencial é não se deixar afastar por isso, ao contrário, mergulhar de vez na pequena loucura original da diretora. E pode ser bem divertido, confesso que o ritmo é bastante envolvente. Talvez uma escolha ou outra na simbologia acabe sendo perdida, talvez a proposta seja universal demais, enfim.
O interessante são as perguntas a serem feitas: o que você realmente faria da sua vida em 30 dias, o que sempre teve vontade de fazer, mas nunca fez porque num dia tinha 20 anos e uma vida de expectativas e esperanças pela frente, no outro dia tinha 35 anos e uma crise de meia idade decorrente de um fracasso ambulante. É uma sensação de esvaziamento e uma estranheza na existência muito grande.
Daí vem o senso de tragicomédia, o absurdo que nos diverte. Cada um no seu próprio desespero atirando pra tudo quanto é lado. E a própria representação do gatinho na narração em off, como uma responsabilidade ignorada, ou um convite para o amadurecimento pessoal do casal, caiu muito bem no fim das contas. -
Absolutamente original e criativo (muito assemelhado ao estilo do Spike Jonze, na verdade, o que está longe de ser um problema) e fofíssimo do início ao fim, mas o filme perde um pouco de seu embalo no miolo, d
Diversas passagens da trama permanecem inexplicadas ou pouco compreendidas após o desfecho, o que é parte de seu imenso charme, em muito capitaneado pela extraordinária vivificação do magnífico Patinha. Um filme que nos convida à identificação, à emoção, ao riso sincero de cantinho de boca e a um choro leve porém terapêutico. Inconstante, porém lindo. Quero ver de novo - bem-acompanhado, aliás! (WPC>)urante a escapadela conjugal da personagem de Miranda July, chata porém verossímil.
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Toda 'estranheza' cativante, verdadeira, sentimental ao extremo, melancólica e metafórica de Miranda nesse filme o tornam único e especial.. Com certeza ela foi minha melhor descoberta no cinema nessa semana. Simplesmente encantado com a genialidade dessa mulher.
O filme é belo mas que pode não agradar a muitos.. Mas vale a pena conferir e entendê-lo.
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aaaaah, eu e meu fraco ridículo por filmes com casais excentricos e seu mundinho particular.
"you can't switch hands forever"
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Podia ser melhor. Tem umas cenas bonitas, mas o filme em si deixou a desejar.