Um filme contagiante, nos faz voltar e lembrar nossos tempos de moleque onde tínhamos fé em algo que não nos levava em nada, sempre querendo ser um herói, um super jogador de futebol, e etc. Sem sombra de dúvida, retrata a felicidade da inocência.
No Japão, na ilha de Kyushu, dois irmãos vivem separados após o divórcio de seus pais. Koichi, o mais velho, de 12 anos, mora com sua mãe no sul da ilha e seu irmão mais novo Ryunosuke com o pai, no norte da ilha. O que o irmão mais velho deseja, acima de tudo, é que sua família viva junto novamente. Por isso, quando escuta de um amigo da escola a história de que um desejo pode ser realizado se feito no momento em que dois trens-bala se cruzam, ele decide organizar uma viagem secreta até o ponto de intersecção dos trens, onde o milagre poderá acontecer.
Um filme contagiante, nos faz voltar e lembrar nossos tempos de moleque onde tínhamos fé em algo que não nos levava em nada, sempre querendo ser um herói, um super jogador de futebol, e etc. Sem sombra de dúvida, retrata a felicidade da inocência.
Desculpem mas... PUTA QUE PARIU! QUE FILME ÓTIMO!!! De uma sensibilidade única! Uma inocência que comove. Um filme que te deixa leve, feliz, e pra lá de satisfeito. Impressionante como muitas crianças por mais que possam parecer inocentes se tornam mais racionais e responsáveis que muitos adultos.
Uma preciosidade do cinema japonês contemporâneo chega às locadoras pela excelente distribuidora Imovision, que de cinco anos para cá lança pequenas jóias do cinema Cult mundial. A pureza e a sensibilidade de “O que eu mais desejo” impressionam qualquer um, diante de tantos filmes pavorosos que saem no mercado atual. Pena que não exista público para esse tipo de filme asiático, pouco explorado no Brasil, comercialmente falando.
A obra, dirigida por um cineasta japonês de mão delicada, Hirokazu Koreeda, o mesmo de “Depois da vida” (1998), “Andando” (2009) e “Boneca inflável” (2009), explana o olhar da criança em meio a situações de fragilidade. No caso o garoto Koichi, que viu os pais se separarem e hoje mora com a avó. Ele tem o profundo desejo de voltar a vê-los juntos, na mesma casa, a reconciliação que será da família como um todo, aproximando também o irmão, que reside em outra cidade, distante.
Koichi observa dia a dia um vulcão na região que pode em qualquer momento explodir suas lavas. O que para ele seria um sinal divino, pois a cidade onde mora com a avó ficaria destruída, e ele retornaria à casa da mãe ou do pai, outro indício de que a reconciliação do casamento poderia ser revista (o filho assustado com o vulcão, precisando da atenção dos pais etc).
O garoto é um sonhador, como toda criança na fase de descobertas, e inteligente também, pois esboça criteriosamente um plano para que seu desejo se concretize, no caso fugir sem deixar pistas para dar vida ao milagre.
Poético, o filme é uma ode à esperança, alicerçada numa pintura íntima da pureza infantil. Conta com interpretações sensatas de um time de crianças bem emolduradas pela fotografia suave, com locações de Uto City, Kumamoto, na ilha de Kyushu.
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Nada como uma boa dose de inocência pra nos lembrar de como é ser humano de verdade. Destaque pro Ryu, impossível não se contagiar com a figura.
O diretor joga com a simplicidade. O que poderia ser sobre a vida difícil, e é, é feito com tanta delicadeza que o foco, a trivialidade da vida adulta só é percebida nas entrelinhas. O filme é ótimo.
Sério, o que é a atuação dessas crianças? Simplesmente sensacional.
O que mais desejo -
Existem tantos, os deles eram os mais cativantes (simples)
- filme riquíssimo, surpreendente nas coisas mais que simples de uma vida, crianças modelo - :)
Uma das primeiras coisa que senti nesse filme foi a diferença em contar as narrativas entre filme americano e japonês. Enquanto os japas deixam alguns pensamentos e sentimentos dos personagens de forma sub-entendida, de modo que vc msm precise interpretar algumas coisas, o modo americano de ser é, geralmente, tudo mais explicadinho ou explícito. Nesse filme foi a mesma coisa e gostei muito de ver que ele conseguiu captar, com a simplicidade do olhar da criança, as coisas mais profundas que se podem ser abordadas numa história. É através dessa simplicidade que os personagens são apresentados e até ''não compreendidos'', pelo olhar da criança.
Outro ponto muito bom é a interpretação da maioria dos atores, que deixa de lado aquela aura que ''oriental não sabe atuar'' que muita gente diz. os dois protagonistas principalmente dão um show da atuação simples e compentente que mostram. O que Eu Mais Desejo, na minha humilde opinião, é a prova viva de que a simplicidade é o que há de mais sofisticado.
Recomendo, com força. rs
Tem como defeito ser muito mais extenso do que deveria, mas a história de um garotinho que quer fazer de tudo (mesmo acreditar em superstições) para reunir a sua família separada tem inúmeras recompensas. Junto dele, outros jovens se aproximam com sonhos distintos, uns tolos, outros sentimentais, e que acabam criando um canvas belo do que é ser criança e sonhar.
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Me desculpem as inúmeras opiniões contrárias, mas eu achei um tanto chato! :(
Um amor de filme :3 Que coisa mais linda a cena em que os trens finalmente se encontram ♥
Um filme delicado sobre as mudanças nas nossas vidas desde pequenos (sejam elas bruscas ou não), sobre nossas influencias, costumes e nossa relação com o que temos ao nosso redor e sobre nossos sonhos mais inocentes.
O filme quebra um pouco a ideia dos japoneses como povo frio e racional, e através da perspectiva das crianças você acaba imergindo dentro dessa cultura tão diferente , o filme em si é muito fofo! apesar que algumas cenas podem cansar. Primeiro filme japonês que vejo que tenta passar emoção, e consegue, ao menos pra mim, as crianças foram incríveis, algumas vezes me fez lembrar "Os goonies".
Lindo, cansativo em algumas partes até a metade, mas gostei. A trilha sonora é bem legal. Alguém sabe o nome da música que toca quando eles pegam o trem pra Kawashiri e da música que toca nos créditos?
"Eu escolhi o mundo" *o*
Filme fofo.
...porém deixo uma observação: Crianças não tentem sair por aí como no filme! [isso vale pra que mora no Brasil, quase surreal pra mim a liberdade desses meninos shauhsua..]
Por deus, que crianças mais fofas.
"Vou deixar de jogar beisebol profissional pra trazer Bola de Gude de volta a vida."
Filmes com crianças geralmente fazem sucesso. Caso deste, mas que poderia ser um pouco mais curto. Importante notar que nos países desenvolvidos há professores do sexo masculino ensinando no grau elementar. Nos filmes canadenses você também observa isso. Na Noruega há mesmo homens que cuidam de criancinhas em berçários e jardins. São valorizados e é preciso que a criança tenha como referência não apenas a famosa "tia", como ocorre aqui. Onde algumas escolas, especialmente no nordeste, se assemelham a estábulos e não estabelecimentos de ensino. Enquanto isso nas prefeituras e câmaras de vereadores...
Inocente e encantador, mas bem que poderia ter uma hora a menos de duração.
HAhahaa, até que enfim alguém com a mesma opinião que eu! O filme é ótimo, mas longo demais ;P
Achei muito cativante, cada sorriso, cada desejo, cada conversa. Não tem lá seu melhor roteiro, mas de qualquer forma a sensibilidade e pureza que esse filme passa é grandiosa.
Filme inocente, porém encantador.
Confesso que me emocionei em alguns momentos, principalmente na hora do pedido.
Por mais que a duração passe de 2H não foi nada cansativo.
Um filme belissímo.
É lindo ver a inocência, a pureza de uma criança, faz a gente pensar no passado!
no final tudo que o menino fez para tentar reconciliar a família não foi em vão, porque ao chegar na hora de fazer o desejo ele percebeu que o desejo dele era que nada mudasse, porque pra ele isso podia não estar claro antes mas os seus pais já tinham vidas diferentes, assim como ele e o seu irmão, foi como um amadurecimento pra ele, então todo o processo não foi uma perda de tempo e sim o caminho que ele tinha que seguir para compreender *.*
Ahhh e que coisa mais fofinha é a cena em que as crianças dançam IMCA, que criatividade. HAHAHA
Como é linda a pureza da infância, este filme é singular, perfeito como poucos.
Depois de “Boneca Inflável”, Hirokazu Koreeda volta pra mostrar que filmes belos e sensíveis, repletos de carga emocional são com ele mesmo. Assim como os outros filmes do diretor, “O que eu mais desejo” pode não ser fácil de ser assistido por alguns, que o consideram monótino e lento demais. Mas, como o Karukan do avô, após alguns minutos, é impossível não ser contagiado pela inocência e ingenuidade das crianças em busca de sonhos. E ao fim do filme, vem aquela saudade de quando éramos criança e a esperança de alcançarmos nossos sonhos era a coisa mais pura e tangível do mundo.
A cena em que os trens finalmente se encontram é a coisa mais linda do mundo, super emocionante (para não dizer que chorei feito um bebê)
Achei um filme tão encantador. O irmão mais novo é sem dúvida o personagem que mais me fez rir, rs. Uma graça!
É amargo quando mostra que ,as vezes, as dificuldades da vida vencem nossos desejos,e é encantador quando mostra que podemos nos adaptar a essas dificuldades e ainda, quem sabe,lutar e realizar nossos sonhos.
Esse dialogo é maravilhoso:
''O que significa Indie''?
''Acho que significa que você tem que trabalhar duro''. É,não basta apenas sonhar,para realizar os nossos sonhos,temos que trabalhar duro.
O filme é singelo, sutil, suave, como o doce do avô do Koichi, que pode estranhar um pouco no paladar, mas depois de se acostumar com ele, torna-se irresistível (poderosa metáfora de Koreeda para enfatizar a própria natureza de sua obra).
Somos, e porque somos, de uma geração de coisas rápidas, fáceis e descartáveis, estranhamos a primeira metade do filme, eu não minto, também estranhei, fiquei com sono, um pouco distante, mas isso se dá porque a paz que a história transmite é facilmente confundida com bucolismo; embora quem saiba esperar a obra mostrar a que veio, é profundamente recompensado, sendo presenteado com uma segunda metade encantadoramente complexa, e pela soma do todo, sem dúvida, inesquecível.
Trilha sonora, direção, atuação, roteiro... Impecáveis!
Hirokazu Koreeda em mais um clássico do cinema nipônico e mundial.
Somos o que são nossos sonhos quando crianças, mas sobretudo, somos no que esses sonhos nos transformam depois de adultos.
BRAVO!
Linda história, um pouco parado, porém engraçado e emocionante.
Simples e sutil. Lembra muito Only Yesterday do Isao Takahata: uma história simples (que de simples não tem nada) contada de uma maneira muito simples (e ao mesmo tempo incrivelmente complexa). É como o Manju que o avô de Koichi estava fazendo: demora um pouco para acostumar o paladar, mas depois de um certo tempo você se sente completamente envolvido por essa história contada magistralmente com um elenco de jovens atores japoneses de dar inveja a qualquer ocidental. Maravilhoso e emocionante, um dos melhores filmes que estrearam no Brasil nesta primeira metade do ano.
Sério gente? Tédio e confuso. Desisti aos 45minutos. 45 minutos de filme e ainda não dava pra saber qual a linha principal do filme.