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Todo genio tem seus altos e baixos, esse é com certeza um dos piores filmes do Woody Allen nada me atraiu, história, os personagens, nem mesmo a musica tocada.
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"obrigado por me deixar ficar com a mortinha.."
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK Sean Penn ta engracado pra caramba.
um otimo filme. -
Emmet, pertubadoramente incostante, maravilhoso, todo o filme.
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Sean Penn mostra seu verdadeiro lado cômico aqui. Tem muitos momentos impagáveis e geniais.
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St. Louis Blues é a música de Django Reinhardt arrebenta me faz lembrar muito Sean Penn no filme. EXELENTE !!!
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É tão bobo, a gente se encantar por um personagem, à ponto de quase querer pra si, mas sim, estou chamando à mim mesmo de imbecil em praça pública, heuheuheu....é a mocinha muda, papel de Samantha Morton tem a cara da mulher dos meus sonhos, gente, dedicada, insegura nas mãos de um típico machista, so sorry fazer vocês lerem essa "adolescentice", mas é que achei muito lindo e poderoso, uma pessoa atuar como uma deficiente, e fazer o povo "desmoronar" só com meneares de cabeça, choros e sorrisos, sem dar uma palavra, é algo no sentido de "magia", minhas reverências totalmente à ela, no filme, Sean Penn ainda é bárbaro, mas esse filme é dela!!
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Sean Penn dá um show.Homenagem ao nosso "mestre dos mestres" da guitarra o cigano Django Reinhardt.
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fiquei feito um idiota achando q era realmente um documentário, mas dps de ler sobre e descobrir q era só uma invenção de Allen, gostei ainda mais, e gosto e toco jazz, foi uma ótima experiência assistir esse filme, roteiro mto criativo q conta a história do Gypsy jazz da época, com um toque de humor e seriedade, e não poucas citações do django, o maior violonista do Gypsy jazz.
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"- Cedo ou tarde o sonho de todo mundo viram cinzas.
- E os meus sonhos Emmet?
- Eu não posso entrar nos seus sonhos."
A construção dos diálogos que nos fazem parar e refletir é algo comum nos filmes de Woody Allen, acho que é por isso que gosto tanto de seus filmes, mesmo os mais fraquinhos sempre mexem e nos fazem repensar algumas coisas.
Gostei muito da atuação de Sea Os dian Penn, é um bom filme. -
Filmaço retratando o descompasso entre a vida pessoal e a vida profissional de um artista...Brilhante!
Penn está arrebatador.
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Considero Poucas e Boas um filme mediano do genio Woody Allen, apesar de ótimas interpretaçoes de todo o elenco, com destaque para um sempre incrível Sean Penn, uma fabulosa Samantha Morton (por sinal, uma das atrizes mais subestimadas da atualidade) e a sempre competente Uma Thurman. O roteiro original, um autentico mockumentary, tem tudo para dar certo, mas surpreendentemente nao decola... O humor fica em segundo plano e, apesar da figura carismática de Penn, seu personagem é tao detestável que fica difícil torcer ou simpatizar pelo fictício Emmet Ray.
Resumindo: um filme menor do Woody, mas que vale a pena ver pelas deliciosas atuaçoes do fortíssimo elenco. -
Impossível não se apaixonar pela personagem Hattie!
Ótimas atuações e um roteiro bem estruturado, como Woody Allen sabe bem fazer... Uma narrativa bem construída e instigante. Vale a pena até para assistir num domingo de tarde, como entretenimento, afora alguns bons ensinamentos.
Vale muito a pena assistir!
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Adorei, é sensacional, Sean Penn mais uma vez surpreende, Mass a personagem Hattie é minha favorita. Que fofa ><
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Não tem a "cara" dele como nas outras direções, mas achei um dos melhores do Woody. Sensacional.
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Um mockumentary bem irregular. Sem dúvidas, não figura entre os trabalhos que serão lembrados do diretor.
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ainda duvida que Sean Penn é um dos maiores atores ainda vivos de Hollywood? esse filme.
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Woody Allen e Sean Penn! Na TV:
24/10 22:00 Telecine Cult
27/10 04:20 Telecine Cult -
Eis a criatividade de Woody Allen em propor um pseudocumentário sobre a trajetória musical e profissional do temperamental e instável Emmet Ray, sob uma interpretação febril e versátil de Sean Penn que domina bem as situações do filme — desde o que tange à composição interpretativa ao personificar um jazzista a forma de falar e gestos —, tendo mais uma indicação ao Oscar de melhor ator.
Alternando humor e leve drama, o filme se afirma numa linguagem bem objetiva, como é comum em vários filmes de Allen, na pressa em contornar os principais fatos, evitando assim um prolongamento no aprofundamento do comportamento e ações psicológicas. Temos uma narrativa ágil, sob a ótica de "falso documentário", onde algumas pessoas — inclusive Allen — simulam uma espécie de conversa e diálogo sobre as "versões" e acasos da vida deste inusitado, e não menos talentoso, guitarrista do jazz.
O senso objetivo e urgente de Allen evita maiores detalhes sobre este personagem, mas consegue criar bem a "aura cotidiana" dele, investindo em situações-chave sobre seus casos amorosos — aqui no caso vemos a relação que Emmet estabelece com a emocional e jovem de coração delicado, Hattie, interpretada por uma inspirada Samantha Morton que sequer pronuncia uma única palavra durante todo o filme. Sua interpretação é formulada em gestos, olhares e expressões. A forte presença e carisma providenciou uma indicação ao Oscar de atriz coadjuvante. Ademais, entra uma Uma Thurman exibindo suas curvas e sensualidade, representando bem a dependência e o apreço pelo sexo que o protagonista mantinha. De fato, era o típico homem daquele período dos anos 30, bem machista e instável, sem o tino para uma relação única.
Aproximando-se da figura do lendário Django Reinhardt — por quem Woody Allen é fã e faz uma homenagem —, temos uma boa história sobre um homem que tinha tudo para prosperar no âmbito da música, mas amargava a solidão e era, na realidade, um indivíduo incompreendido e devidamente incompreensível com as mulheres e com a vida que levava. O excesso, as bebidas, a personalidade embrutecida, a certa tendência à inconsequência dos atos e o caráter infantil. E isso Penn faz com uma naturalidade absurda, tornando a apreciação mais nítida por parte do público.
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Filme pouco visto de Woody Allen em que Sean Penn incorpora Emmet Ray, um guitarrista de jazz fictício em plena década de 1930 que idolatra Django Reinhardt, encara gângsteres e se apaixona por Hattie (Samantha Morton), uma garota muda. Com admirável reconstituição de época, o cineasta faz uma espécie de homenagem tanto a músicos de trajetória cigana como Reinhardt e Stéphane Grappelli como para “A Estrada”, dirigido por Federico Fellini e um dos seus filmes preferidos. O problema está na inserção de depoimentos de Ben Duncan, Nat Hentoff, Douglas McGrath e do próprio Allen como “estudiosos” da vida e carreira de Emmet Ray.
http://blogcineresenhas.wordpress.com/2012/08/20/diretor-...
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Gostei, um filme bem diferente do Woody e com uma ótima narrativa. A história é interessante e o Sean Penn, como sempre, atua bem e faz rir o tempo todo.
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Sean Penn é foda! Sem condições kkkkkkkkkk ele consegue realmente ser diferente em kda filme q faz.
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Sean Penn está ótimo nesse filme! O formato, com depoimentos, é bem interessante, dá uma ideia de documentário.
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Uma das maravilhas desse filme é o jeito com que Allen o fez parecer real, não dá pra explicar. Sean Penn tá excelente, mesmo já esperando uma ótima interpretação, surpreendi-me um pouco mais. Lindo, muito talentoso. E Woody Allen é um dos mestres da sétima arte, sabe bem o que faz, e o faz bem feito. Quero mais o quê?
A cena dele bebaço na lua, e depois quando a lua cai é demais. Cara, como ele era escroto fora dos palcos, viu!? E eis uma pessoa apaixonante: Hattie.
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Rico intercâmbio de opiniões entre as personagens e boa retaliação de ideias, um dos melhores filmes do Allen de longe com a emancipação da criatividade após o sofrimento do protagonista.
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Diálogos inteligentes, humor sarcástico, etc. já é esperado de Woody Allen, o mais surpreendente é mesmo a interpretação de Sean Penn. Bom filme.
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Só agora, duas semanas depois de ter assistido o filme, saquei que Emmet é um personagem totalmente fictício. Agora sim faz todo sentido. Eu tinha lido em algum lugar que era uma biografia e assisti ao filme nesse clima, achando que estava vendo uma biografia feita por Woody Allen. E me pareceu careta demais pra ser dele, mesmo apesar do filme ter um ambiente atraente e agradável e estar bem marcado com o jeito Allen de filmar. Mas só agora as ironias fazem sentido. Preciso assistir de novo.
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Vi esse filme há muito tempo e ñ lembrava o nome, mas ameeeiii!!!
direção perfeita, história perfeita...tudo é perfeito!!!