Uma boa surpresa dos tempos em que comédias estreladas por mulheres não eram produzidas apenas para patricinhas ou para românticas xaropes. Trata-se de uma sátira política inteligentíssima, sem esquecer de piadas divertidas e exageradas (como a "recepção" ao emir no bar de strip-tease). Só o discurso da protagonista no final, quando ela diz que, como cidadã, não sabia o que seu governo fazia, já vale por uma aula de sociologia inteira.