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Outro maravilhoso filme de Woody Allen, onde ele mescla fantasia e romance com uma pitada de um leve drama e comédia. Em Alice, mais uma vez percebe-se o quão versátil é esse diretor. Seus filmes são uma verdadeira obra de arte. O mais incrível é que ele realiza isso com uma estupenda originalidade.
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Woody Allen é um tipo de diretor que particularmente não se mede níveis de trabalho, a obra dele, se juntarmos, é a mais completa de conteúdos, mesmo tratando de intertextualidades. Alice refere-se a traição, mas com uma direção de história diferente de Hannah e suas irmãs, por exemplo, mas ambos são igualmente bons.O nível técnico de cada filme do Allen é reparado por críticos, mas eles não sabem o quão charmoso é a imperfeição, que nos seus filmes soa perfeitamente agradável.
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Mais um grande momento de Woody Allen abordando os bloqueios e inibições da mente humana e como esses fatores alteram a vida das pessoas.
Woody zomba das inibições abordando o chá que liberta Alice de suas inibições e faça com que ela perceba a vida fútil que leva e enxergue algumas verdades que ela se recusava a ver.
E é nesse fator que o filme tem o seu valor, pois na vida real quem nunca quis um chá ou uma poção que quanto tomássemos resolvesse automaticamente os nossos problemas?
Mas o que esquecemos é que as soluções encontram-se dentro de nós mesmos e precisamos de atitudes para que elas se concretizem e é justamente isso que acontece no final do filme, mesmo tomando o chá ela descobriu que a atitude tinha que partir dela, o chá apenas revelou o caminho que ela havia tomado, todos os seus erros, frustrações e a vida vazia que levava.
E quando ela toma coragem e segue o caminho que ela sempre quis e sonhou ela percebe que a felicidade e todas as respostas para suas perguntas estavam o tempo todo dentro dela, faltavam apenas percepção e sensibilidade para encontrá-las.
Um filme simples e inesquecível que consegue levar sua mensagem:
Nunca é tarde para consertar seus erros e recomeçar. -
Mia Farrow em uma atuação genial. Roteiro bem leve e tranquilão, muita gente vai se identificar.
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Nossa que filme bom! Todos os ingredientes da vida real com diversão e senso. Woody Allen, apesar de muita gente não concordar ou simplesmente por omparar com suas outras obras, arrasou. Os filmes do Woody DEVEM ser analisados indidualmente, pode existir seu preferido, mas as obras deles são singulares.
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Dramédia muito boa do Woody, achei os diálogos menos inspirados que de costume, mas ainda assim o conjunto é ótimo. Apaixonei pela Alice (atuação linda da Mia Farrow ♥♥) e até me identifiquei um tiquinho com alguns dilemas, o de estar sempre questionando o caminho que tomou, de querer largar todo o conforto para viver sonhos tidos como absurdos... O filme ainda tem uma vibe de fantasia muito bacana e achei o final LINDO. Gostei.
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Allen quando está inspirado é único e imbatível. E ainda que "Simplesmente Alice" não possua toda a capacidade do diretor/roteirista exposta em tela, ainda se garante como uma diversão bizarra que, como comentaram abaixo, lembra muito a loucura de Fellini.
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Bom filme de Woody Allen, embora distante de suas melhores obras, muito divertido as cenas com o Dr. Yang e suas soluções naturais para os problemas de Alice.
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Olha que irônico, no ano anterior ele fez um filme sobre REALIDADE, iclusive isso é discutidos nas ultimas falas. Já nesse, o Woddy Allen inverte tudo e fantasia. Mas você sabe.. no fim sempre tem aquela lição de moral que ele quer te dar.
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No país maravilhoso dos adultos, Alice caminha com seus trajes de corte tradicional, acompanhantes necessários à construção de sua figura "católica relapsa", pela selva de pedra emblemática de seu diretor e compreendendo na sua interpretação a linguagem dele. Uma dona-de-casa que quando jovem perde as perspectivas pelo casamento e agora se questiona sobre a própria vida. Contudo, não como qualquer mulher, mas como uma menina que não cresceu, cheia de curiosidades pelo que é novo deste mundo de adultos. O mal-estar aqui faz tanto sentido que a comédia tratada por Woody Allen aparenta a superficialidade que demanda as relações, porém engana-se quem espera grandiosidade roteirística e termina com a decepção de supor nisto um filme simples. Alice não tem absolutamente nada de raso. O seu caso de infelicidade e incompletude é evidentemente outra das questões do diretor a respeito do porquê de viver e aqui se expressa pungentemente sob o disfarce de uma sutileza nova-iorquina. O fim cheio de ironia quanto aos afãs amorosos da protagonista vai relembrar outra importância que em muita das vezes termina abaixo das peripécias amorosas, a religiosidade. Entregando-se a uma Madre Teresa de Calcutá aqui e a um Doutor Yang ali, o símbolo feminino da bondade completa e o masculino taoísta daquilo que traz luz, respectivamente, Alice de Woody Allen pode representar lisergia, decepção amorosa e as superficialidades humanas, porém ao máximo de sua interioridade ela se reflete em todos nós e sugere reflexão sobre o que temos como prioridade. Um tratado realmente significativo com uma leitura própria de Lewis Carroll, a protagonista do escritor britânico percorre agora um caminho ainda mais imensurável quando resolve acordar de seus sonhos.
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Um filme leve e divertido com a marca do Allen.
Nao entra na galeria dos melhores, mas tem a clara mensagem de que ainda existem pessoas boas no mundo. Farrow está muito bem no papel da protagonista.Um bom filme pra ver numa tarde fria e com uma pipoca do lado.
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É um bom filme, mas não entrou pra minha lista de favoritos do Woody. Faltou substância. Só sei que preciso de um Dr. Yang na vida real urgentemente, rs.
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Divertido e em alguns momentos inusitado, Simplesmente Alice tem inspiração como grande inspiração o filme Julieta dos Espíritos, do italiano Federico Fellini e, apesar de não arrebatador, é um bom trabalho de Woody Allen, competente na emissão da mensagem, interessante na medida certa, além de ter um tom leve e um tanto quanto descompromissado. Indicado ao Oscar de melhor roteiro e ao Globo de Ouro de melhor atriz em filme de comédia ou musical, Simplesmente Alice é um filme bacana e interessante, à alguns passos de um clássico, mas que entra fácil na lista de grandes trabalhos do diretor.
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A missão de Woody Allen de rodar uma média de um filme por ano só alegra os seus fãs. Porém, filmes menores, quase insípidos acabam sendo uma inevitável consequência. “Simplesmente Alice” se encaixa perfeitamente nesta categoria e tem como único atrativo as passagens em que a personagem-título encarnada por Mia Farrow consome um chá que a torna invisível. Não à toa, é um dos filmes menos comentados quando se discute a carreira de Woody Allen.
http://blogcineresenhas.wordpress.com/2012/08/20/diretor-...
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"Simplesmente Alice" (1990) não é a melhor fase de Woody Allen mas, mesmo assim, rende uma comédia deliciosa e original com grande atuação de Mia Farrow.
Impossível não se encantar...
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Acabou o filme e eu fiquei com esperança na humanidade.
Acho que a Mia Farrow está excelente!
Me apaixonei, muito!
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ah sim! E os planos-sequência do filme são só sensacionais e perfeitos! Já tinha adorado o filme no segundo plano-sequência!
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Por favor, eu quero uma consulta com Dr. Yang, o mais breve possível!
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A verdade é que eu pensei que estava gostando mais desse filme do que realmente estava. Me lembrou filmes do Almodóvar ao desenrolar da história. Sei lá, não acho que a Mia Farrow segura atuando nos filmes sem a presença do Woody Allen.
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Um filmes simples, mas pelo menos é um dos poucos do Woody Allen em que Mia Farrow atua de forma decente. Ela está até boa neste filme. A história é interessante, mas o final decepciona um pouco.
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Tô precisando de umas ervas daquelas! HAHA É um bom filme e a Mia Farrow é uma linda mesmo.
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Tem coisas que só Woody faz por você! Fantasia transitando pela realidade, é um bom exemplo disso.
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Só Woody Allen pra misturar fantasia de realidade e um modo que não parece superficial. Porém, mesmo com soluções mágicas, quem acaba decidindo somos nós.
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Alguém poderia me dizer o que acontece depois de 1:30:30, todos releases que eu baixo desse filme dão pau nesse time e só voltam 10 minutos depois :(, o filme é excelente, mas sem essa parte que me parece importante, já que antecede o fim, fica dificil...
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Queria ter um Dr Yang...
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Que adorável. Senti um clima meio felliniano, o que me agradou bastante. Além disso, tudo é esquisito, singular e original. Woody Allen provando (mais uma vez) que sabe como escrever roteiros maravilhosos. E Mia Farrow. s2
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Sim, parece que o Woody se inspirou no filme Julieta dos Espíritos do Fellini pra fazer esse filme ;)
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É delicioso acompanhar as descobertas e escolhas de Alice. Como ela é doce!
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Acho Mia Farrow muito boring. Se comparar a Diane Keaton, perde fácil, pra mim!
Eu achei legal o final do filme! (: -
Adoro Woody Allen, por isso é sempre difícil dar nota ruim para qualquer um de seus filmes. Mas este, em particular, é muito 'so so'. Sempre achei a parceria Allen-Farrow meio sem sal.
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Geralmente fico entediada com Mia Farrow, mas dessa vez... Puxa, finalmente ela não me aborreceu com aquele jeito de passarinho indefeso dela UAHUAH
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Algumas coisas só são possíveis nos filmes de Woody Allen. Divertido e despretensioso!
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Divertido apesar de vazio e raso. Carrega sua mensagem quase como uma auto-imposição, mas cria um dos papéis mais divertidos da carreira de Woody Allen no acumputurista e suas ervas milagrosas que tornam Mia Farrow invisível, permitem que ela veja fantasmas e por aí vai.
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Pra mim é mais um filme do Woody Allen que me faz agradecer por ele existir, e por ser cineasta. Adoro o humor, adoro suas ideias, adoro a mensagem que passa.
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Sensacional! Alice é o retrato perfeito da dona de casa moderna, com todos seus empregados, amigas fofoqueiras e afazeres fúteis. O filme tem seu lado comédia com as ervas de efeitos nonsense, haha. E o desfecho é incrível e belo.
Um bom Woody Allen é sempre um bom Woody Allen.
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O encontro que Alice tem com ela mesma é mostrado de forma muito agradável, apesar de ter alguns momentos cansativos. Mia Farrow é tããão encantadora!
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Simplesmente um dos melhores trabalhos do diretor. Mais uma vez em um filme dele, Mia Farrow esta fabulosa como a moderna esposa que se resume a organizar a vida do marido, a casa, os filhos e ter passeios com amigas fofoqueiras. Tudo muda quando ela se sente atraida por um estranho que conheceu na escola dos filhos e decide pedir ajuda ao famoso dr. Yang e suas ervas para que consiga uma solução para esse inesperado sentimento e outras aflições. A cada visita com o doutor e a nova erva que experimenta, Alice pode viajar dentro de si mesma e reparar melhor no mundo que a cerca e começar a questiona-lo e começar aos poucos a lutar para se impor e levar a vida da sua maneira, levando a um final bem humorado e inesperado. Com todas essas questões que a personagem lida e tudo que vai vivenciando, o filme pareçe uma grande sessão terapeutica de Alice, fazendo-a conhecer mais sobre si mesma ao longo de cada uma das hilarias e inteligentes cenas. Uma pena ser um filme que não recebeu toda a atenção que merecia, pois tudo nele foi muito bem criado e executado.
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Alice perdida em Manhattan. Contando com uma performance brilhante de Mia Farrow e uma atmosfera fantasiosa e leve, Alice é um das comédias mais bem sucedidas e subestimadas de Woody Allen. Farrow interpreta uma ingênua esposa negligenciada, inconscientemente insatisfeita com sua vida opulenta e superficial. Tudo muda quando ela resolve visitar o médico chinês Dr. Yang, que com suas ervas de efeitos mágicos proporciona a Alice novas experiências peculiares e reveladoras, que mais tarde a levam a questionar seus próprios valores e relacionamentos. O filme é repleto de situações cômicas inspiradas - a cena em que Alice sofre uma subta mudança de personalidade é genial - e conta com um imprevisível e excêntrico desfecho típico do diretor, resultante da aventura de Alice em seu próprio mundo - nem tão encantado nem tão limitado quanto pensava.
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Não me decepcionou porque não esperava nada "uau". O filme é lindo e gostei muito de como tudo termina. [2]
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Sinta uma ligeira falta de vigor do Woody aqui, ele parece cansado e perde a mão em certos momentos, embora hajam cenas incríveis, esse trabalho não é dos melhores.
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Gostei muito. Não me decepcionou porque não esperava nada "uau". O filme é lindo e gostei muito de como tudo termina. Sem falar do cartaz, que é lindo.