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Data de lançamento
14 Dez. 2015Duração
Décadas após a queda de Darth Vader e do Império, surge uma nova ameaça: a Primeira Ordem, uma organização sombria que busca minar o poder da República e que tem Kylo Ren (Adam Driver), o General Hux (Domhnall Gleeson) e o Líder Supremo Snoke (Andy Serkis) como principais expoentes. Eles conseguem capturar Poe Dameron (Oscar Isaac), um dos principais pilotos da Resistência, que antes de ser preso envia através do pequeno robô BB-8 o mapa de onde vive o mitológico Luke Skywalker (Mark Hamill). Ao fugir pelo deserto, BB-8 encontra a jovem Rey (Daisy Ridley), que vive sozinha catando destroços de naves antigas. Paralelamente, Poe recebe a ajuda de Finn (John Boyega), um stormtrooper que decide abandonar o posto repentinamente. Juntos, eles escapam do domínio da Primeira Ordem.
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IMPRIMATUR - visto no cinema em 2016:
Apesar de hoje em dia novos Star Wars não cingirem nenhum efeito sobre minha pessoa, a trilogia original, mesmo com os chatos ‘revisionismos’ de seu criador, ainda é memorável para minha infância. Até esperava odiar esse filme, mas não consegui. E olhe que qualificações pejorativas não lhe faltariam: desnecessário, incoerente, repetitivo, burro cientificamente... Mas, como um produto de proposição incompleta, automaticamente ativou meu sentido de paciência. É possível também, que sua áurea mitológica lhe gere algum tipo blindagem saudosista - só espero que a franquia não cometa o erro de tentar sobreviver sem um legítimo Skywalker. Aliás, sem fazer 'spoiler', sua aparição é o único momento verdadeiramente grandioso do filme, o resto por enquanto fica como uma enganação tolerável.
Avaliação em nota: 7.0
⚠️ Alerta de Spoiler: Se você ainda não viu o filme, volte depois. 🎬🍿
Quando vi o trailer em dezembro de 2014, fiquei sem chão. Era Star Wars... um filme continuando a história depois de O Retorno do Jedi. Entrei em pânico, à beira da loucura. O problema é que o filme só iria estrear em dezembro do ano seguinte. A espera foi uma tortura.
Quando finalmente sentei na poltrona do cinema e o filme começou, fui literalmente para as estrelas. O clássico letreiro amarelo subindo ao som da trilha inconfundível de John Williams me arrepiou da cabeça aos pés. Toda a magia estava de volta: os Stormtroopers, os caças X-Wing voando baixo, a imponência dos Cruzadores Imperiais e aquele design prático espetacular que trazia poeira e peso para a tela.
A história nos apresenta ao FN-2187 (John Boyega), um Stormtrooper da Primeira Ordem que entra em choque moral após ver a crueldade do império em sua primeira missão. Decidido a fugir, ele ajuda o piloto rebelde Poe Dameron (Oscar Isaac) a escapar. Na queda no planeta desértico Jakku, o destino cruza o caminho do ex-soldado — agora batizado de Finn — com Rey (Daisy Ridley), uma catadora de lixo solitária e extremamente carismática, acompanhada pelo simpático droide BB-8.
O ritmo do filme é alucinante. A fuga na lendária Millennium Falcon, o retorno apoteótico de Han Solo (Harrison Ford) e Chewbacca, o mistério em torno do sabre de luz de Luke Skywalker e a figura ameaçadora de Kylo Ren (Adam Driver) — um vilão visceral e instável — pareciam a combinação perfeita. A produção impecável e o uso de efeitos reais me arrebataram. Nem mesmo o baque terrível da morte do Han Solo pelas mãos do próprio filho conseguiu apagar o brilho daquele dia. A emoção atingiu o ápice na cena final, com a Rey encontrando Luke Skywalker no topo daquela montanha. Eu saí do cinema flutuando. Mas a paixão me cegou.
"Star Wars, Episódio VII: O Despertar da Força" parecia ser um grande retorno e uma homenagem grandiosa, mas na verdade, foi um cavalo de Tróia. O filme inaugurou uma era no cinema marcada pela desconstrução covarde e sistemática de mitos. A indústria optou por diminuir e destruir os heróis do passado em vez de construir novos ícones por mérito próprio. Vimos esse mesmo padrão se repetir nos anos seguintes: heróis da Marvel transformados em alívio cômico, a DC perdendo sua essência sombria e franquias consagradas dos anos 80 sendo recicladas sem alma.
O tratamento reservado a um dos personagens pilares da saga foi o primeiro grande sinal de alerta. Han Solo não era apenas um piloto; ele era o coração, o charme e o equilíbrio humano de Star Wars. Ver um personagem tão icônico e poderoso ter um fim tão trágico e amargo — assassinado de forma covarde por um filho que se mostrava apenas um jovem mimado e instável — deixou um amargor profundo. Nos escritos originais e no universo que os fãs amavam, o destino de Han Solo merecia uma grandeza muito maior, e não servir como mero recurso narrativo para tentar validar um novo vilão.
Não foi por acaso que George Lucas se arrependeu publicamente de ter vendido sua criação e que diretores renomados como Martin Scorsese criticaram os rumos ideológicos dessa indústria engessada. A rejeição de boa parte do público ao longo dos anos prova que a agenda corporativa jamais vai conseguir sustentar um roteiro sem respeito e honra alguma pela obra máxima da ficção no cinema
"Star Wars, Episódio VII: O Despertar da Força" é um filme tecnicamente brilhante e um espetáculo visual inegável. Mas, nos fomos enganados. Olhando em perspectiva, ele carrega o amargo sabor de ter sido o ponto de partida para a descaracterização de uma das maiores sagas da história do cinema, e um assalto da indústria aos símbolos máximos das gerações passadas.
Alguém se perguntou porque Ray tem a força e é Jedi perfeita?
Diversão pura!
Um dos meus favoritos de toda franquia Star Wars!
Carrega em cada cena aquela vibe gostosa de "filme de aventura dos anos 80/90".
Unir grandes nomes do elenco original a nova geração foi um grande acerto!
Revi em 13/jun/2026.
Lembro de ter ido ao cinema ver esse, e ainda me parece uma excelente revisão do lore. Gosto da forma que as coisas ocorrem, ainda que para alguns diversos elementos sejam um repeteco da trilogia base.