A história de um rabugento dono de uma casa de ferragens que, inesperadamente, se depara com o cenário de ajudar um chinês que foi jogado de um carro e não fala uma palavra em espanhol.
Um Conto Chinês
(2011)Título Original:
Un Cuento Chino
Sinopse
Estado: Em DVD
Direção:
Roteiro:
Produtores:
Elenco:
País de Origem: Argentina
Estreia Mundial: 24 de Março de 2011
Duração: 93 minutos
Outros Títulos:
Estados Unidos da América: A Chinese Tale
Trailer
Fotos
Muito bom, não esperava muito do filme e me surpreendi. A história é super original, faz refletir a respeito de nada na vida acontecer sem uma razão. A combinação de comédia com drama caiu muito bem para um sábado anoite.
Darin nunca me decepcionou, mais o grande lance do filme é; a atuação de Darin ao redor de um chines em Argentina sem expressão corporal nem de rostro que não se consegue comunicar com as palavras e, a justificativa de como uma vaca pode vir a cair do céu.
Mesmo em condições difíceis de convivência os seres humanos criamos laços e vínculos de afetividade o que se deixa ver no final do filme, é simplesmente original
Que meigo! :)
uma comédia boazinha, que tem tudo no devido lugar. recomendo.
Começou devagar, mas da segunda metade até o final, o filme foi me ganhando aos poucos. No geral, o filme é bem interessante, além da simplicidade ser um ponto alto do longa.
Darín fazendo o papel de um ranzinza com um grande coração é simplesmente formidável!
Não é dos melhores do Darín, mas comove e vale a pena assistir.
PORRA ESSE ARGENTINO SO FAZ FILME BOM ???
Excelente filme! Sou fanzaço do Darin!
Segue minha resenha: http://athilove.blogspot.com.br/
Valeu!
Um bom filme. Infelizmente tive que assistir dublado, e que dublagem ruim!
Mais um ótimo filme com Darín.
Absolutamente previsível, é verdade. Absurdo, ingênuo, até ridículo, mas tem suas nuances, emoções e uma atuação decente, esperada, e requintada de Darín. O cinema argentino tem aprendido com Hollywood, mas nos ensina, de uma maneira menos arrogante, menos impositora e em teremos simples, que a vida está esperando para nos surpreender sempre que arriscamos vivê-la. Que o passado está lá só para te lembrar como as coisas um dia foram, que o futuro está lá para manter viva a ilusão de um amanhã promissor e que o presente, como o próprio nome diz, é algo com o qual você pode contar para fazer algo mais do que já fez.
É otimista? Ao extremo. Mas tem algo muito bonito para acrescentar sobre a vida e a chances que damos ou não a ela.
Os argentinos fizeram escola e também aprenderam a fazer aqueles “enlatadões” que mais parecem um novelão do que propriamente cinema. “Um Conto Chinês”, o mais sucesso comercial argentino dos últimos anos, aposta na fórmula da comédia dramática com pitadas de romance para viver no lugar-comum, na zona de conforto, e culminar naquelas histórias edificantes que são brevemente esquecidas – pela sua falta de personalidade, a ausência de uma visão em decorrência a uma “historinha” bonitinha contada burocraticamente. Não nos surpreenderá em nada os alívios cômicos que proporcionará a relação entre o argentino autônomo e o chinês perdido, principalmente nos conflitos da falta de comunicação entre eles e a forma com que o argentino tentará se livrar o chinês, sendo este composto unicamente por elementos que nos causem sentimento de piedade. Um filme tão agradável de ver quanto fácil de se esquecer.
Como um bom relato portenho, Um Conto Chinês (Un Cuento Chino, 2011) começa em tom de melancolia. Roberto (Ricardo Darín) tem uma loja pequena de ferragens, onde mora. Coleciona animais de vidro em miniatura para a falecida mãe, dorme sempre no mesmo horário e evita como pode os avanços da filha de um amigo, apaixonada por ele.
Um estranho caso com uma vaca que caiu do céu na China, porém, vai acabar com a crença de Roberto de que na vida não há acasos. O chinês Jun (Ignacio Huang) chega a Buenos Aires sem falar uma palavra em espanhol; tem no braço apenas o endereço de seu tio que mora na Argentina. Quando se encontram por acidente, Roberto e Jun mal se entendem - e dessa situação Um Conto Chinês tira sua premissa.
Jun é pouco mais do que um alívio cômico, na maior parte do tempo. O que interessa é a reação de Roberto, o típico solitário cheio de rotinas e de métodos (e consequentemente infeliz, pela lógica da ficção) que os feel good movies pegam para ensinar ao espectador as alegrias de viver inconsequentemente. O filme "pra sentir-se bem" do diretor Sebastián Borensztein não apresenta novidades, nesse aspecto. Há alternativas, como o peruano Outubro (2010), lançado no Brasil neste ano, que levam o subgênero para caminhos mais interessantes.
O que Um Conto Chinês tem de particular, sim, é a forma como se comunica. Porque a questão de todo feel good movie é o convencimento - é a oportunidade mais plena de suspender nossa descrença, colocar o espectador diante de gente que muda de vida pelo simples fato de optar por vivê-la. O feel good movie é uma anestesia. Na verdade, seus protagonistas são marionetes a serviço de uma felicidade fabricada, mas Borensztein nos convence de que seus personagens são reais, porque as reações deles, em cena, soam autênticas.
A principal sacada aí é antepor Roberto e Jun - o tipo amargurado que fala sozinho e o chinês de poucas palavras. Um Conto Chinês conta com o talento de Darín, obviamente, mas é o choque com Huang que dá-lhe vida. Borensztein tem a sensibilidade de entender que está fazendo não um filme-de-situações, mas um filme-de-atores.
A cena do chinês ao telefone, durante o clímax, é um bom exemplo dessa sensibilidade. Ao longo de Um Conto Chinês acompanhamos Darín soltando palavrões, ventilando frustrações que o espectador reconhece tão bem - o palavrão é o verdadeiro esperanto - e naquela cena a câmera se fixa no rosto do chinês, conversando com seu tio ao telefone, e então é o "silêncio" que se torna eloquente. Não apenas recebemos só meio diálogo (não ouvimos o lado do tio no telefone) como a fala de Jun em chinês não tem legenda; um silêncio entre aspas porque não é literal, mas figurado.
Nesse close-up o diretor mostra que seu interesse não está só no verbo (e qualquer outro feel good movie, como toda auto-ajuda, é um esforço discursivo), mas também na imagem, e o semblante do personagem, que até então era pouco mais do que uma caricatura de chinês, nos emociona.
É por isso - e agora soa como um paradoxo - que embora se entenda muito pouco o que se fala em Um Conto Chinês, ainda assim é um filme que se comunica com o público perfeitamente bem.
Ricardo Darín ♥
esse Ricardo Darín é muito bom!
Um ótimo filme! Fala da ilusão que é, pensar que é possível tornar a vida previsível e ter total controle sobre ela, tentando simplificar a própria existência. Não torçam o nariz por ser um filme argentino e terão uma ótima surpresa!
Mostra a relação de duas pessoas sem saber a mesma língua.
Olha, resolvi assistir este filme, e estava meio descrente, pensando que seria ruim. O filme é bem legal!
alguém me explica uma coisa, a pessoa que fala mau do filme e avalia com 4 estrelas é o que??
em termos razoavelmente educados, uma pessoa que tem o direito de ser estúpida, mas que abusa do privilégio? :)
eu de fato, não entendo.
Um dos elementos mais interessantes, em “Um Conto Chinês”, é que o relato da história nos é passado de uma forma um tanto leve e divertida, afinal, se a vida é um grande absurdo, para quê levá-la a sério? Conta também a favor do diretor o fato de que o trabalho dele nunca leva o seu filme ao terreno do caricatural e do bizarro. “Um Conto Chinês” tem uma história e personagens que nos envolvem e nos fazem perceber o grande mote do longa, seja pelas situações que eles vivenciam ou pelos atos que eles tomam no decorrer dos 93 minutos de duração da obra.
Bem devagar, mas até que interessante!
Muito previsível .-.
Ricardo Darin é um gênio! Mesmo o filme mais simples, ganha muito com a participação dele.
Recomendo!
Realismo fantástico com toque do humor portenho. Surpreendente!
Achei legal, mostra como a vida pode ser ironica e surpreendente,rs!
meio sem noção
Legal apenas... não sei pq puxaram tanto o saco desse filme
Muuuuuuuuuuuuuito bom não esperava nada desse filme e quebrei acara!
Muito bom, que roteiro, espetacular!.
Tem muita coisa dentro desse filme (varias mensagens, vai desde adaptação até elo de almas).
Recomendo
Outro Exemplo de Filme extremamente simples ,e ainda sim muito profundo .
Gostei não.
Cinema Argentino e com Ricardo Darin. Com certeza quero ver.
Muito bom mesmo!
Bom demais.
Pra quem achava uma chuva de sapos algo bizarro...
Gostei muito. Ótimo.
Vale a pena assistir, e interessante, original, e realista, e um pouco divertido.
Peculiarmente tocante.
“Um conto chinês” só não é tão original porque sua fonte de inspiração consegue ser ainda mais bizarra e inacreditável. Talvez, por isso, a verdadeira história, baseada em fatos reais e exposta nos créditos finais por meio de uma notícia sensacionalista, tenha mais cara de conto ou lenda que a narrativa desta excelente comédia dramática argentina.
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Leia o resto da crítica em http://cinetrixfilmes.blogspot.com.br/2012/04/um-conto-ch...
Simplesmente maravilhoso.. Fotografia linda e História, isso mesmo, história, pois parte do filme é baseado em fatos reais, engraçada. Com um roteiro direto e com um humor singelo... Nota 10!
Excelente filme. Humano.
Está chovendo vacas.
Ótimo filme! O cinema argentino tem mostrado a que veio. Ricardo Darín dando mais um banho de atuação em uma história original e engraçada. Recomendo.
Azar ou sorte, destino ou não, tudo pode acontecer nesta vida. Até uma vaca cair do céu.
animal... alias o cinema argentino da um pau no brasileiro ...mas estamos indo bem tbm,tirando as merdas de filmes vinculados a globo
cada vez fico mais surpreendido com o cinema argentino. Literalmente, eles estão dando na cara do brasileiro. Genial a narrativa, o roteiro, as interpretações. Super recomendado!
FANTÁSTICO. Nada menos que isso. Um filme totalmente diferente, com atuações esplendorosas e uma direção otimamente orquestrada. A transição cômico-dramática que o filme faz é sutil, mas perceptível, e o diretor nos brinda com ótimos momentos para rir e para se entristecer, tudo ajudado pela câmera e pelas atuações. Um filme simples, mas intrincado, complicado e fantástico em sua simplicidade.
Um conto chinês - outro dia eu reclamei de um filme onde tinham apenas dois personagens e achei monótono por causa disto. Este é um filme com dois personagens na maior parte do tempo e eu adorei.. O filme é uma sequência de estranhos eventos, diferentes, ora trágicos ora engraçados. Os fatos tristes são mostrados de uma forma que nos faz rir. Onde a história começa? Onde acaba a história? Um argentino (Ricardo Darin) rabugento e solitário e um chinês (Ignacio Huang) que só fala chinês e que quase não diz nada, assumem a tela, prendem nossa atenção e nossas emoções. Uma vaca cai, e um homem chinês que temos que engolir em nossa vida pode mudar tudo, colocar tudo de cabeça para baixo. Todos os destinos se entrelaçam e se tocam, mas é preciso sensibilidade para perceber as conexões e agir no momento certo, pois caso contrário, você perderá a oportunidade para sempre. A direção de Sebastian Borensztein deve ser aplaudida de pé. E sim uma vaca pode ter um significado muito maior do que de ser apenas um animal que dá leite. Este é um daqueles que você não deve sair do cinema ou da sala quando os créditos começam a subir ... espere pelo final. ;)