Apesar de pouco apreciado, o que posso dizer, adoro qualquer história ligada a primeira ou segunda guerra mundial. Qualquer conto sempre me faz refletir o quanto uma mente terrível é capaz de fazer com milhares de pessoas.
John Halder (Vigo Mortensen) é um homem bom e decente que tem uma família problemática. A esposa é neurótica, os filhos são exigentes e a mãe dele, uma velha demente. Professor de literatura, Halder explora as circunstânia de sua vida pessoal num romance no qual defende a eutanásia. Quando o livro é subitamente inscrito numa lista de apoio à propaganda do governo, Halder vê sua carreira ascender numa corrente de nacionalismo e prosperidade. Mas é a partir disso que as escolhas de Halder causarão efeitos devastadores.
Apesar de pouco apreciado, o que posso dizer, adoro qualquer história ligada a primeira ou segunda guerra mundial. Qualquer conto sempre me faz refletir o quanto uma mente terrível é capaz de fazer com milhares de pessoas.
Um filme mediano que se arrasta, e um final que se o filme tivesse sido bem trabalhado, sim, combinaria.
Bom filme, mas não marcante, excerto pelas ótimas atuações de Viggo Mortensen e Jason Isaacs. Entretanto,
os momentos finais, em que Halder procura por seu amigo e surge a banda são geniais
Na maioria das vezes, filmes sobre histórias da Segunda Guerra são ou 8 ou 80 - ou são um tanto chochos (como este) ou são exageradamente apelativos. Viggo Mortensen é bom, o homem é bom, mas o filme nem tanto.
Alguma coisa no enredo parecia interessante, digna de ser abordada, discutida...
Mas a direção de um brasileiro (bem-acostumado a temas nordestinos) num filme falado em inglês passado na Alemanha Nazista deixa claro que tudo será tratado através de um âmbito global mercadológico, em que até mesmo seqüências potencialmente dramáticas (
como a tentativa de suicídio da mãe do protagonista
acho que é um dos filmes da segunda guerra mais reais que tem, nem todos somos herois, nem todos somos bandidos
O interessante do filme é que ele é sútil. O título coloca em questão a bondade, humanidade e limites do ser humano. Até onde você se torna passivo para não ser atacado? Até onde você deixa de ajudar um amigo para não deixar suspeitas? Até onde somos revolucionários, humanos e bons? Aliás, existe isso de ser bom por completo? Parece demasiada fantasia e um tanto platônico ou dualista...
E a culpa de não ter feito o máximo? Que fazer com ela? E a culpa de ter sido corrompido pelo sistema através de elogios e afagos ao ego?
Enfim, são questões pensadas por mim durante o filme. O filme, em si, não é espetacular. É meio parado, sim. Mas vale a pena se você gostar de devaneios e filosofia.
Não sei porque eu esperava um bom filme, foi totalmente sem emoção, embora tenham tentado, sei lá. O fim estragou ainda mais o filme.. E ele não marca, não passa nenhuma mensagem e eu nem lembrei o nome quando acabei de ver.
Uma cena que mexeu comigo foi
quando a mãe dele tenta suicídio
Achei um ótimo filme, simplesmente por tratar de um tema já tão batido (nazismo) na história do cinema de um modo diferente. Aqui o ponto de vista é dos cidadãos alemães e não dos judeus, e só por esse motivo já merecia uma estrelinha.
A parte em que um membro do partido nazista fala com John sobre a impossibilidade de "procriar", demonstra claramente o medo e a pressão que por vezes os próprios filiados sentiam.
Além da mudança de John ao longo da projeção, que não queria acreditar no Partido Nazista de forma alguma, para depois nos depararmos com aquele final sensacional: "É real".
Confesso que assisti por causa da sinopse ''professor que se apaixona por aluna''. Adoro filmes lolitados haha Apesar do foco ter sido outro, eu gostei do filme. Gostei da cor ser meio sóbria e realçar bem a suástica no braço dos militares. Imponente como o nazismo, submete a impotência desses neutros frente ao vermelho forte da bandeira.
O final só acrescentou, com a música clássica cantando a desordem e barulheira dos campos de concentração. Além da inercia do John, todo neutro.
"Né bom não!"
Tudo bem que para um bom filme ser bom, não precisa ter um alto teor apelação de emocional, mas espera-se que num filme como esse, haja pelo menos o básico para sentir a história.
Achei um filme gelado além da cota para expressar uma historia que merece calor.
Gostei não. Dispensável. Não toca.
Homem bom ele? Para mim foi a personificação da omissão e da covardia.
Esse filme teria tudo para ser ótimo, uma pena que não conseguiu. De qualquer forma, vale a pena assistir para conhecer uma outra maneira de abordar a temática da segunda guerra mundial.
O filme é bem morno mesmo. Diria que me decepcionei, muita enrolação para ir a lugar algum, se quiser algo mais dramático e marcante, não será com este filme que encontrarás.
Vigo Mortensen está horrível no papel. As três estrelas valeram somente pelo cenário e figurino.
nossa, quando li a sinopse fiquei curiosa para assistir, até pelo Viggo Mortensen que considero um bom ator, mas depois desejei que filme termisse logo..infelizmente achei fraco até pelo tema proposto
Curiosamente, o filme é parado, mas acaba muito rápido. Embora tenha achado o filme mediano, ele tem momentos interessantissimos. E idéia central é da normalidade diante de certos contextos historicos. Para o cidadão comum da Alemanha, o nazismo era algo "normal" que logo passaria. É mais ou menos como a vida da maioria das pessoas no ocidente, vivendo convenientemente, na maior parte das vezes alheios ao que nos cerca. A cena final é magistral, é como se a música fosse uma fuga, uma saída que Halder usava para retirar-se da realidade. Enfim, o filme poderia ser melhor trabalhado.
Não tem um impacto emocional forte, mas Vicente Amorim conduz com precisão o elenco, liderado por Mortensen, resulta em um filme correto, apenas isso.
meio entediante, mais mostra bem a hipocrisia que existia na alemanha nazista, que ninguem via nada das coisas ruins que aconteciam no campo nazista, ninguém sabia de nada, vemos também como que um intelectual se comrropeu aos projetos e idéias nazistas.
"Fábio Vanzo disse:
Perfeito. Mostra o quanto podemos interferir na História e o quanto podemos ser maus simplesmente pela omissão, por se deixar levar."
DEPOIS DESSA,NEM PRECISO COMENTAR..
:)
Ele era bom mas não tinha um poder à lá Schindler, então se resignou como, acredito eu, a maioria fez e faria...
Perfeito. Mostra o quanto podemos interferir na História e o quanto podemos ser maus simplesmente pela omissão, por se deixar levar.
Um filme bem sincero do nazismo e como ele afetou pessoas normais, mostra como as nossas necessidades fazem com que fiquemos cegos para os problemas do que traz o nosso bem estar.
A última tomada sem cortes mostra o melhor do protagonista e, com um desfecho bastante subjetivo, a platéia sairá do cinema perguntando se a música é real. Uma ótima opção para quem quer ver algo surpreendente fora do circuito comercial. Leia mais em http://www.cinecriticas.com.br/?p=1403
É um filme correto. Não tem lá um grande desenvolvimento nem nada disso e em certos momento o filme fica se repetindo no mesmo tema, mas até vale a assistida. E o plano sequencia final é fantástico
Eu achei que o filme não tem um determinado sentido que fala sobre ele se apaixonar por uma aluna, e no filme pouco fala desse topico, mostra pouco sobre a mulher, e fala mais sobre o amigo judeu que no final não sabemos ao certo que aconteceu, imagino que foi morto no campo de concentração. Acho que o filme fala mais sobre como o nazismo muda vida de uma pessoa repentinamente.
É um bom filme;
Interessante o choque dele no final do filme, de que aquilo tudo era, como ele disse, real.
É sem dúvida um bom filme. Mas sinceramente, eu esperava beeeem mais.
Adoro Viggo Mortensen!
O filme vai se arrastando meio sem quê nem pra quê e o final só confirma isso. Nazismo batidaço com psicologia de complexo de culpa sem encerramento digno.
Angustiante, sem sombra de dúvidas, mas sem ritmo. 3 estrelas e 1/2.
Comparado a outros filmes com o mesmo tema, deixa muito a desejar. Há obras bem mais interessantes.
o filme nos traz uma boa mensagem,do que somos e o que podemos nos tornar sem ao menos percebermos.
interessante este drama sobre o holocausto,dirigido por um brasileiro.
mas o filme tem um problema sério de ritmo,e falta emoção,e viggo mortensen não consegue carregar o filme todo nas costas.
Confesso que criei uma expectativa grande com esse filme, as atuações dos atores é que segura o filme! Por fim, achei o filme fraquinho!
A atuação dos dois atores que ficam em oposição e da esposa louca valem o filme.