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Duração
Quando cai o comunismo na Albânia, dois italianos compram uma fábrica de sapatos, visando aproveitar o início de uma nova era para os negócios, mas cometem o erro de chamar um ex-preso político para assinar o contrato da empresa como testa-de-ferro.
Prêmios:
http://www.imdb.com/title/tt0110299/awards
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O filme tem seus pontos positivos, porém, me incomodou bastante a visão bem pejorativa que o diretor italiano faz da Albânia pós-domínio soviético.
O título também não faz tanto sentido.
Como é bom assistir ao neo-realismo italiano. Um cinema comprometido com a realidade que o circunda e com a preocupação de mostrar o grande caos que reinava (e ainda reina) numa Europa multifacetada. Neste longa, a ganância soberba é o anseio partilhado entre o passado fascista e o pós-comunismo da Albânia sob o olhar colonizador dos italianos, que buscavam a riqueza explorando a miséria alheia. Um roteiro que oferece um humanismo eloquente, mas nada sentimental, de uma história que ano após ano é recontada, mudando apenas de lugar - o que alude à situação dos refugiados nas diversas épocas da humanidade. Grandioso e verdadeiro, é um filme moralmente importante, porém, triste e complexo que, sabiamente, enfatiza a profundidade de cada cidadão, bem exemplificada nos dois personagens principais. Fascinante, chocante e universal.
Interessante história que mostra ao mesmo tempo a queda do comunismo, mas também o maléfico do capitalismo. Nota 5,5.
Lamerica é um filme razoável do italiano Gianni Amelio.
Típico filme que começa bem e perde seu rumo. Não é de todo mal, mas tampouco uma obra-prima que tinha o potencial de ser. Conheci um pouquinho da história e da instabilidade política da Armênia através do Angelopoulos.
Interessante ver o panorama político confuso de um país que enfrenta mais uma mudança drástica. Mas logo o filme fica chatinho...