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Data de lançamento
20 Set. 2018Duração
Aos doze anos, Zain (Zain Al Rafeea) carrega uma série de responsabilidades: é ele quem cuida de seus irmãos no cortiço em que vive junto com os pais, que estão sempre ausentes graças ao trabalho em uma marcearia. Quando sua irmã de onze é forçada a se casar com um homem mais velho, o menino fica extremamente revoltado e decide deixar a família. Ele passa a viver nas ruas junto aos refugiados e outras crianças que, diferentemente dele, não chegaram lá por conta própria.
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Assisti Cafarnaum (2018) e sério, quase reduzo minha resenha a seguinte frase: “não tenho condições de opinar” Pois realmente o filme é um soco no estômago, daqueles bem dados. Mês passado meu filme foi o "Sétimo continente" do Haneke, que me deixou letárgica, a princípio, e depois me arremessou num turbilhão de pensamentos pessimistas sobre um mundo que não dá mesmo muita margem para felicidade, principalmente nos últimos anos. Cafarnaum me fez pensar a mesma coisa, porém, com sensações diferentes, fiquei o tempo todo muito emotiva, preocupada com o que estava vendo e a qual caminho conduzia, chorei muito, o filme acabou e continuei chorando. Claro que pelo filme em si, o apelo de uma certa trilha sonora colaboraram para meu estado emocional, junto a precisão da atuação de Zain (que achado esse menino) e Rahil, mas chorei principalmente porque essa é de fato a situação real de muitas crianças pelo mundo, inclusive por aqui. Pensei muito nos aspectos que desencadeiam tudo isso, para além dos seres humanos e suas controvérsias, as guerras e desigualdade, mas também sobre as condições climáticas severas e tudo o que pode tirar o direito de uma criança em crescer em paz e segurança. Chega, na próxima preciso escolher um filme mais feliz (: hahaha
*comentário retirado do debate que participei Lumiere e cia
Que filme dolorido 💔
Bom. Imaginava diferente....o casamento da menina nao parece ter nada a ver com culfura, ela simplesmente foi vendida pelos proprios pais, so queriam se livrar. To vendo ai comentarios com pena dos pais... esse povo esta de sacanagem, nao é possivel. Sao dois vagabundos. E o menino nao tem nada de rebelde, ele é um sobrevivente que teve que agir como homem antes da hora, muito mais homem que o proprio pai.
Um menino libanês processa os próprios pais após sofrer abandono, pobreza extrema, violência e lutar desesperadamente por dignidade e sobrevivência. Assistimos em 28/07/2026 - Terça
"Zain, sorria. Isso é para sua identidade, não para certidão de óbito."