Entrevistas com estrategistas políticos e garotas em Gâmbia e no Quênia detalham os horrores da mutilação genital feminina e os esforços para acabar com essa prática.
O conteúdo do documentário é ótimo, de forma que realmente nos leva, cada vez mais, em querer lutar contra o patriarcado e suas extensões machistas e tétricas contra as mulheres. Poderia, apenas, ter sido melhor conduzido e produzido por mulheres somente, para dar mais força ao tema.
O documentário traz uma tema de extrema importância que é mutilação genital em países africanos, porém vejo muitas mulheres brancas como principais protagonistas, esse espaço de fala não é delas, queria ouvir mulheres negras. Assim como a mutilação e estupros de mulheres, o genocídio do povo negro em países africano pela disputas internacionais e exploração do país, traz a tona o descaso internacional com esse povo que destaca a principal discussão disso tudo, racismo. Esperava muito mais.
Ninguém questiona a importância desse documentário que expõe a tradição revoltante da mutilação genital feminina, que persiste em muitas tribos africanas na Gâmbia e no Quênia. É de encher o coração de ódio este costume patriarcal misógino, que vitimiza tantas mulheres, machucando sua integridade física, seu desenvolvimento e dignidade, até mesmo sua vida.
A problemática é exposta com didatismo. O procedimento é reprovável por si só, porém ainda apresenta consequências mais graves pela reutilização de instrumentos, apenas contribuindo para o crescimento de epidemias, pela técnica primitiva e grosseira, pelas chagas a serem reabertas na noite de núpcias (em um casamento arranjado, é óbvio, que culmina em um estupro consentido pela sociedade) e em possíveis gravidezes, se estas ocorrerem.
Mas, infelizmente, um tema tão importante é contado por um documentário de narrativa burocrática (com muitas cabeças falantes repetindo as mesmas coisas) e maçante (com exceção de um trecho animado). É um tema que merecia uma abordagem corajosa ou, ao menos, menos quadrada do que é.
Para críticas e sugestões de filmes e séries, siga o @cinemacomcritica no instagram. Acesse: www.goo.gl/YpQdyV :)
Um tema super relevante, que deve ser sim divulgado para que não se repita. O documentário traz uma verdade; somente a informação e a união das mulheres empoderadas será capaz de acabar com a MGF. O que me impressionou também é que a Espanha também faz bons documentários, estou cansada de ver só americanos.
Triste ver que isso ocorre ainda hoje
O conteúdo do documentário é ótimo, de forma que realmente nos leva, cada vez mais, em querer lutar contra o patriarcado e suas extensões machistas e tétricas contra as mulheres. Poderia, apenas, ter sido melhor conduzido e produzido por mulheres somente, para dar mais força ao tema.
O documentário traz uma tema de extrema importância que é mutilação genital em países africanos, porém vejo muitas mulheres brancas como principais protagonistas, esse espaço de fala não é delas, queria ouvir mulheres negras. Assim como a mutilação e estupros de mulheres, o genocídio do povo negro em países africano pela disputas internacionais e exploração do país, traz a tona o descaso internacional com esse povo que destaca a principal discussão disso tudo, racismo. Esperava muito mais.
Ninguém questiona a importância desse documentário que expõe a tradição revoltante da mutilação genital feminina, que persiste em muitas tribos africanas na Gâmbia e no Quênia. É de encher o coração de ódio este costume patriarcal misógino, que vitimiza tantas mulheres, machucando sua integridade física, seu desenvolvimento e dignidade, até mesmo sua vida.
A problemática é exposta com didatismo. O procedimento é reprovável por si só, porém ainda apresenta consequências mais graves pela reutilização de instrumentos, apenas contribuindo para o crescimento de epidemias, pela técnica primitiva e grosseira, pelas chagas a serem reabertas na noite de núpcias (em um casamento arranjado, é óbvio, que culmina em um estupro consentido pela sociedade) e em possíveis gravidezes, se estas ocorrerem.
Mas, infelizmente, um tema tão importante é contado por um documentário de narrativa burocrática (com muitas cabeças falantes repetindo as mesmas coisas) e maçante (com exceção de um trecho animado). É um tema que merecia uma abordagem corajosa ou, ao menos, menos quadrada do que é.
Para críticas e sugestões de filmes e séries, siga o @cinemacomcritica no instagram. Acesse: www.goo.gl/YpQdyV :)
Um tema super relevante, que deve ser sim divulgado para que não se repita. O documentário traz uma verdade; somente a informação e a união das mulheres empoderadas será capaz de acabar com a MGF. O que me impressionou também é que a Espanha também faz bons documentários, estou cansada de ver só americanos.