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Depois de se mudar para uma pequena cidade rural no interior do país, o carrancudo Joel Bixby (John Cariani) é convidado a participar de um encontro de moradores que acontece em um ponto mais distante da localidade. Acostumado a viver sozinho, Joel se impressiona com o espirituoso Leo Applegate (Ed Asner) e fica com receio de ir a reunião. Sem saber que foi escolhido com substituto de um membro do grupo que acabou de falecer, Joel conhece os frequentadores do encontro e cai de paraquedas nas estranhas vidas deles, sem entender direito o motivo de eles se reunirem sempre. Porém, essa proximidade com o cotidiano de todos acaba revelando o que cada um deles guarda para si e Joel vê algo de comum entre todos eles, inclusive ele próprio: de algum modo eles se perderam na vida. Entre os novos amigos de Joel estão o deslumbrado Dink (Jack Kehler), que está entrando em contato com seu lado feminino e ama sua esposa careca, o ex-pastor Perry (David Wells), que está vivendo uma crise de fé, e o instável Nick (Mark Fite), que perdeu seu trabalho e sua família. E conforme suas vidas se cruzam, Joel percebe que tem mais em comum com eles do que imaginava e todos querem algo semelhante: algum tipo de milagre.
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A ideia é legal, mas faltou dinamismo
O filme realmente é sem sentido, chato e confuso.
Vi claramente pessoas totalmente desorientadas e perdidas por não aceitarem o trabalhar de Deus na vida delas. Entretanto, de tão ruim acaba sendo bom por mostrar o que a falta de Deus faz: deixa a vida sem sentido.
Gostei muito de uma frase sobre os elefantes que fazem sons que ninguém escuta alem deles mesmos. O nome original se fosse traduzido seria: “sinais dos elefantes”.
Isso mostra que o tal grupo servia para atrair pessoas com problemas diferentes, mas que no fundo era a mesma coisa: vazio existencial por causa da falta de Deus.
Sem sentido é um filme que trouxe a seguinte mensagem para mim.
Somente aquele que esta ou passou pela dor, ou esta na dor consegue entender o outro que também está infeliz, como ele disse sobre o som, gemido do elefante, pode parecer estranho e meio idiota, mas só é capaz de escutar aquele que esta no mesmo patamar, ou vivenciou algo igual.
Um filme que poucos vão gostar, é bem parado, mas que traz a simples verdade, é através das pessoas que a gente pode se curar, alguém para falar, alguém para ouvir, abraçar, sorrir ou chorar.
A qualidade do filme, assim como os cortes de câmera, me lembraram os filmes da década de 90 para a televisão.
Um filme para poucos. Envolve sensibilidade, amor, amizade. Características que poucos possuem, por isso poucos entenderão...