Siu Man é uma enfermeira que está perdida. Seu casamento acabou por conta do seu medo de intimidade, seu pai está doente e internado. Ela então decide assumir o restaurante da família mas sem experiência como chef, tem que aceitar a contratação de Chia-hao, um chef formado em Paris, que é um cara livre mas que trata a cozinha como um negócio sério. A paixão dele pela culinária do seu pai faz com que consiga reproduzir pratos então esquecidos e reavivar a cozinha e os desejos de Siu Man, que aprende a se liberar e aceitar seus desejos.
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Gostei principalmente como o filme inicia de uma forma densa e profunda e depois se transforma em uma comédia romântica quase aos moldes de "Sem Reservas" com a Katherine Zetta Jones; até mesmo a trilha sonora sofre uma mudança drástica. Possivelmente para acompanhar a metamorfose da protagonista. Bem executado.
Um daqueles filmes que a história em si, não é o foco, e sim os sentimentos da personagem.
Uma mulher que vive pelo que os outros esperam dela, mas não consegue ter a confiança e segurança em seu próprio corpo, o parceiro que ela escolheu como marido, só pensava no prazer dele, e nem foi com ela na terapia. Ela acaba superando isso aos poucos, com terapia, a dança, e um quase desconhecido. Gostei que apesar de ambos terem uma boa química, ele não a persegue, e ela decide a vida dela. Uma "história" que trata sobre o prazer e as escolhas de uma mulher. Com detalhes sutis, e mesmo as cenas de sexo, não são tão explicitas, ou mostra muita pele. Um exemplo é a cena que ela solta a borboleta na janela representando a liberdade dela.
O roteiro é um pouco irrealista,a questão de não conseguir fazer sexo depois do casamento, mas foi resolvido sem qualquer dificuldade com um praticamente estranho.Fez pouco sentido e,desviou um pouco do tema principal.Mas gostei