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Gerrit Woldfaardt teve uma formação muito comum entre os brancos da África do Sul. As tradições de sua família, a história, a cultura, até mesmo a sua igreja, o ensinaram que os negros daquele país eram um câncer, um mal a ser extirpado. Junto aos membros mais proeminentes do governo e dos militares, Gerrit defendeu um plano diabólico. Inspirado no modelo da Solução Final de Adolph Hitler, Gerrit pregava que exterminando o “perigo negro”, a África do Sul iria cumprir os propósitos de Deus para a nação. Antes que seu plano fosse executado por completo, conheceu duas pessoas que demonstraram algo de novo para ele: amor, não ódio, e uma nova forma de pensar. Essas pessoas eram Celeste, uma atraente estudante universitária de mente aberta, e Peter Lekota, um pastor negro que desafiou o seu preconceito.
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Um bom filme, baseado numa biografia autorizada, sobre a questão racial na África do Sul, logo antes de Mandela chegar à presidência em 1994.
O gênero gospel não prejudica, pois os diálogos são realísticos e inteligentes, o que fornece elementos para uma séria e ampla reflexão sobre o racismo em geral, ou seja, não apenas o racismo contra os negros.
Definitivamente, o mundo não comporta uma “solução final” em questões humanitárias.
Tenha-se presente que: a) “Jesus Cristo não era negro, mas também não era branco; talvez fosse marrom, por ser do Oriente Médio”; b) “De um só sangue, Deus criou todas as nações”.
Nota 7.