Dirigido por
Data de lançamento
21 Julho 2016Duração
Uma jovem londrina lida com problemas quase universais sob o ponto de vista feminino: problemas de relacionamento, frustração sexual e profissional, conflitos familiares. Enquanto isso, ela tenta curar uma ferida enquanto recusa ajuda daqueles à sua volta, mantendo seu perfil intimidante o mais intacto possível.
• 6 episódios.
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Estou revendo uma das séries que gosto e vou ainda fazer uma tatuagem
Amarras e desamarras na sociedade britânica. Perfeita.
Que porrada..
11.07.2026
Gostei, mas achei que iria gostar mais. Tem seus momentos, mas a personagem principal é um pouco cansativa às vezes. Parece que tudo ao redor dela está sujo, desorientado, não existe espaço para evolução da personagem, nenhum momento de paz e tranquilidade. E desde Sex and City eu fiquei feliz quando removeram a Carrie falando com a câmera na 1a temporada, é algo irritante que engessa o fluxo do diálogo se for feito tantas vezes. Não sei se foi o momento que assisti, mas realmente não me cativou.
O Chatgpt me trouxe até aqui. Em um prompt dado: quais são os 6 personagens de séries e filmes que se parecem comigo, Phoebe foi uma delas. Que série!!! Merecida a premiação. Gostei por vários motivos. Primeiro que a personagem é uma figura bem interessante, não só pelo humor, como pelo seu olhar crítico. A fantasia sexual que ela possui é cômica e traz muitas camadas emocionais que justificam as ações acaloradas e ousadas. Os capítulos são bem alinhados, os personagens são densos e redondos, tem drama, mas sem cair nos clichês, porque os diálogos são bem escancarados e ácidos. Todas as cenas parecem ter sido pensadas a dedo, e isso é um diferencial a meu ver ao comparar com aquelas séries longas e cheias de temporadas que acabam perdendo o seu propósito. Em Fleabag é tudo feito na medida, o tempo dos episódios e a quantidade deles, deixando o público querendo mais, o que dialoga com a ideia de desejo, muito bem construída na trama. Por fim, as olhadas de Phoebe para a câmera, seria o toque de mestre, como se nós fossemos a consciência da personagem, ela fala conosco, mas, na verdade, está falando consigo própria. Essa estratégia narrativa faz com que o público valide as ações da personagem, pois a olhada é pra construir intimidade com quem assiste, como se estivéssemos presentes. E a forma como o padre brinca com as olhadas de Fleabag, interagindo com seu sumiço, é uma quebra de cena que traz humor e diálogo real, como se em uma peça de teatro. Chique demais! Os capítulos seguintes ficam para a minha imaginação fértil.