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Duração
Dezenove anos de idade. Um pouco confuso. De saco cheio com sua família grega. Ari despeja toda a sua energia e desobediência, dor e alegria numa noite de dança frenética, sexo e drogas. Ele está a caminho de sua própria liberdade. Ari fica obcecado com o sexo entre homens mas esforça-se para satisfazer a irmã de seu melhor amigo. Ao mesmo tempo, sua conservadora família não faz a menor idéia de suas atividades sexuais.
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Nem a beleza e carisma de Ari consegue salvar esse roteiro e aleatoriedade da narrativa. A reflexão final é boa, mas toda a produção é meio jogada e sem conexão.
"De Cabeça (1998)" traz um estilo diferente no estudo de personagem. Geralmente, eles começam o filme de uma forma e terminam de outra, mas aqui, o protagonista Ari encerra o filme da mesma maneira que começou (isso fica ainda mais claro na narração dele na última cena). Particularmente, eu prefiro aquela fórmula tradicional, porque gosto de ver a evolução dos personagens, ainda mais quando é algo mais sutil. O primeiro ato apresenta um possível interesse amoroso do Ari, mas depois, isso é deixado de lado e apenas no terceiro ato lembram de relacionar os dois de novo. E teria sido bem mais interessante do que ver personagens aleatórios, jovens usando droga, tentativas frustradas do protagonista em se relacionar com mulheres, problemas familiares... enfim, tudo isso é muito jogado e não tem desenvolvimento o suficiente.
Assisti no dia 16/01/23
Sim, é realmente uma overdose (!!!) de cenas aleatórias sem sentido. Bjs
Um delírio, só não digo que é coletivo por que quase ninguém viu
Achei muito legal a relação que o filme fez entre os gregos (e o seu conceito de "barbaro") e o fato de eles, agora, serem os bábaros na Inglaterra. O fato do protagonista ser gay o torna ainda mais estrangeiro, um "estranho" entre os estrangeiros.
A melhor personagem: Tula! <3
Gostei do contraste entre ela e ele. E a posição final dele é muito inquietante...