Para um filme direto pra DVD é bem legalzinho e um excelente filme para as crianças que adora series como vingadores unidos qual não faço parte, porem a animação e um pouquinho precária lembrando ate animações mais antigas como a serie do Homem Aranha de 2003 e aqueles filmes ou series animadas da Hot Wheels, um roteiro que ate diverte e as piadas também mas é bobo e longe das animações apresentadas pela concorrente que tem o publico adulto como principal alvo.
Aparentemente a Marvel pretende fazer uma franquia de animações protagonizadas por duetos de heróis, pois antes mesmo da editora se envergonhar com o ridículo “Homem de Ferro e Capitão América – Super-Heróis Unidos”, ela havia lançado este “Homem de Ferro e Hulk – Super-Heróis Unidos” que é um pouquinho (...mas só um pouquinho, quase nada) melhor que o da união entre os dois Vingadores Primordiais feito pouco tempo depois. Esse filme, assim, como o outro, também não possui uma história, e sim uma 'desculpa' para poder existir, e qualidade técnica da animação é tremendamente precária, parecendo um mero fan-filme feito por um qualquer postado no YouTube.
No “enredo”, o Incrível Hulk e o Abominável são sequestrados pela H.I.D.R.A, que pretende utilizar a radiação gama dos dois monstros para criar um novo tipo de energia (o porquê do filme utilizar a H.I.D.R.A em vez da I.M.A é um mistério – talvez pela maior popularidade da primeira, quem sabe?). Após acontecer um acidente, no entanto, a organização acaba criando um novo vilão feito de pura eletricidade: o irritante Zzzax. Quando o pico de energia chama a atenção de Tony Stark, este se encaminha imediatamente para lá e, junto com o gigante-esmeralda, tentará destruir a criatura.
O filme até possui alguns enlaces que poderiam ser bem explorados e resultar em uma animação legal, mas o roteiro em si é tão raso e furado que muito pouco se salva, apesar das premissas bacanas. A ideia de Homem-de-Ferro e Hulk colocarem suas diferenças de lado para poderem trabalhar em conjunto é algo clichê, mas podia ter funcionado se tivesse recebido um melhor polimento. O filme (assim como sua pretensa continuação) é basicamente composto de um único ato só – quase que um episódio de série de TV estendido, pensado para crianças com déficit de atenção. O Abominável é utilizado como mera muleta de roteiro e logo depois descartado (pessoalmente não gosto muito do vilão, mas ele podia ter sido melhor explorado), toda uma sequência em um cemitério é tirada do nada e vai para o lugar nenhum, e o Zzzax é um antagonista que ganha a nossa antipatia não por ser ameaçador, mas sim por ser tremendamente insuportável.
E, para completar, o filme usa uma animação em CGI mal-renderizada, que às vezes lembra aqueles seriados do Max Steel que crianças de mau gosto dos anos 90 assistiam. A Marvel tem a marca de tentar diversificar no estilo de suas animações (diferente da DC, que buscam sempre seguir o mesmo padrão), errando e acertando em vários níveis no processo, mas em “Homem de Ferro e Hulk” quase nada se salva. O filme é ruim, feio e mal-feito.
Animações, não raro, são alvo de um certo desprezo por parte de produtores cinematográficos que acreditam que, por ter um público predominantemente formado por crianças, não há necessidade de caprichar demais no trabalho feito. Isso, além de ser um pensamento equivocado, é extremamente preconceituoso. É desrespeitar a inteligência da criança e não dar importância para o próprio legado. Os problemas de animações como “Homem de Ferro e Hulk” ou “Homem de Ferro e Capitão América” é que são feitos apenas para lucrar em cima do fã, e não como preocupação genuína da Marvel em lançar algo que tenha um certo nível de qualidade. E isso é algo que, em plena Era de Ouro do MCU, não se justifica.
A luta em cima da Fortaleza de Ferro não acabava nunca, velho, pelos deuses
Para um filme direto pra DVD é bem legalzinho e um excelente filme para as crianças que adora series como vingadores unidos qual não faço parte, porem a animação e um pouquinho precária lembrando ate animações mais antigas como a serie do Homem Aranha de 2003 e aqueles filmes ou series animadas da Hot Wheels, um roteiro que ate diverte e as piadas também mas é bobo e longe das animações apresentadas pela concorrente que tem o publico adulto como principal alvo.
Também achei interessante o lance da HulkBuster (não lembro se foi antes ou depois do Avengers).
Infantil demaaaais! Nessas horas que a DC mostra o seu valor.
Pra mim, é intragável ver o Hulk racional, chegando até a trocar ideia, fazer piadas.
Aparentemente a Marvel pretende fazer uma franquia de animações protagonizadas por duetos de heróis, pois antes mesmo da editora se envergonhar com o ridículo “Homem de Ferro e Capitão América – Super-Heróis Unidos”, ela havia lançado este “Homem de Ferro e Hulk – Super-Heróis Unidos” que é um pouquinho (...mas só um pouquinho, quase nada) melhor que o da união entre os dois Vingadores Primordiais feito pouco tempo depois. Esse filme, assim, como o outro, também não possui uma história, e sim uma 'desculpa' para poder existir, e qualidade técnica da animação é tremendamente precária, parecendo um mero fan-filme feito por um qualquer postado no YouTube.
No “enredo”, o Incrível Hulk e o Abominável são sequestrados pela H.I.D.R.A, que pretende utilizar a radiação gama dos dois monstros para criar um novo tipo de energia (o porquê do filme utilizar a H.I.D.R.A em vez da I.M.A é um mistério – talvez pela maior popularidade da primeira, quem sabe?). Após acontecer um acidente, no entanto, a organização acaba criando um novo vilão feito de pura eletricidade: o irritante Zzzax. Quando o pico de energia chama a atenção de Tony Stark, este se encaminha imediatamente para lá e, junto com o gigante-esmeralda, tentará destruir a criatura.
O filme até possui alguns enlaces que poderiam ser bem explorados e resultar em uma animação legal, mas o roteiro em si é tão raso e furado que muito pouco se salva, apesar das premissas bacanas. A ideia de Homem-de-Ferro e Hulk colocarem suas diferenças de lado para poderem trabalhar em conjunto é algo clichê, mas podia ter funcionado se tivesse recebido um melhor polimento. O filme (assim como sua pretensa continuação) é basicamente composto de um único ato só – quase que um episódio de série de TV estendido, pensado para crianças com déficit de atenção. O Abominável é utilizado como mera muleta de roteiro e logo depois descartado (pessoalmente não gosto muito do vilão, mas ele podia ter sido melhor explorado), toda uma sequência em um cemitério é tirada do nada e vai para o lugar nenhum, e o Zzzax é um antagonista que ganha a nossa antipatia não por ser ameaçador, mas sim por ser tremendamente insuportável.
E, para completar, o filme usa uma animação em CGI mal-renderizada, que às vezes lembra aqueles seriados do Max Steel que crianças de mau gosto dos anos 90 assistiam. A Marvel tem a marca de tentar diversificar no estilo de suas animações (diferente da DC, que buscam sempre seguir o mesmo padrão), errando e acertando em vários níveis no processo, mas em “Homem de Ferro e Hulk” quase nada se salva. O filme é ruim, feio e mal-feito.
Animações, não raro, são alvo de um certo desprezo por parte de produtores cinematográficos que acreditam que, por ter um público predominantemente formado por crianças, não há necessidade de caprichar demais no trabalho feito. Isso, além de ser um pensamento equivocado, é extremamente preconceituoso. É desrespeitar a inteligência da criança e não dar importância para o próprio legado. Os problemas de animações como “Homem de Ferro e Hulk” ou “Homem de Ferro e Capitão América” é que são feitos apenas para lucrar em cima do fã, e não como preocupação genuína da Marvel em lançar algo que tenha um certo nível de qualidade. E isso é algo que, em plena Era de Ouro do MCU, não se justifica.