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Data de lançamento
25 Ago. 2013Duração
Uma jovem aspirante a modelo muda-se para Nova Iorque para tentar alcançar o seu sonho de ter uma carreira no mundo da moda. A sua ambição leva-a a aceitar ser fotografada por um estranho fotografo profissional, mas o que começa como uma simples e inocente sessão de fotos, logo se transforma em algo perturbadoramente impensável.
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Marília Mendonça: Sentimento Louco
Toooop 🤙🏻🤪
Achei esse mais brutal mas não senti muita verdade na atuação, achei mio fraquinha
Tenso só de saber q muitas mulheres passam por isso
mas como levaram ela pra bulgária???
Um filme mais asqueroso e brutal que o primeiro. Praticamente um Torture porn.
O primeiro filme tinha um desenvolvimento inicial da história muito bom. A primeira meia hora focava em desenvolver a história dela rumo a cabana, e ela ainda passava alguns dias lá. Haviam vários momentos que criavam suspense se ela seria atacada, como quando ela ouvia barulhos suspeitos, mas não eram "nada". Demorava quase meia hora para ela ser realmente atacada, e a agressão demorava mais meia hora também, fechando o resto do filme com a vingança do título.
Já o segundo filme tem um desenvolvimento inicial muito fraco. Só sabemos que Katie é modelo, não tem dinheiro e precisa de um book, o que a leva a um fotógrafo grátis, só que você deve sempre desconfiar de algo grátis nos EUA. O fotógrafo pede pra ela ficar nua, ela se recusa e vai embora, tempos depois o irmão do fotógrafo invade a casa dela pois ficou obcecado com ela durante a sessão. Não existe suspense, o ataque simplesmente acontece do nada.
Em 10 ou 15 minutos de filme, Katie já está sendo agredida e violada em casa. É tudo muito rápido e o desenvolvimento não é dos melhores.
É nesse momento que o filme se torna um torture porn, pois Katie fica uns 50 minutos sofrendo na mão dos abusadores, e o abuso é mais brutal, gráfico, cruel e degradante que o primeiro filme.
Jemma Dallender brilha em expressar todo pavor e desespero da personagem de forma convincente. Se dissessem que a atriz foi torturada no estúdio eu acreditaria! Além disso, a atriz também é muito competente em mostrar as diversas faces que a personagem tem durante o filme, como a faceta vingativa do final, que é totalmente diferente da personagem no início.
Por mais que a tortura exagerada seja asquerosa, acredito que ainda há um propósito narrativo nisso. Não creio que o filme glorifique ou sexualize as situações. Por mais que a protagonista apareça nua durante muito tempo, pelo contexto, a pessoa teria que ser muito doente para gostar de ver algo tão nojento.
E acredito que a intensidade da tortura sofrida aumente o desejo do espectador que a vingança contra os vilões seja mais brutal ainda!
Porém... é ai que o filme perde força.
Um acerto do filme, é mostrar como Katie sobrevive, se recupera e planeja sua vingança, algo que fica muito em aberto no primeiro filme. O filme mostra claramente um arco de mudança da protagonista até alguém que vai em busca da vingança.
Entretanto, a vingança é bem menos elaborada do que a intensidade da tortura dela pedia. É menos elaborada até que a do primeiro filme, que era mais criativa em alguns momentos.
Na verdade, as torturas dos vilões até são legais, mas são muito rápidas e simples, e a forma que Katie os atrai para as armadilhas são bem simples também.
Pra piorar, o filme insere um personagem policial que não agrega em quase nada na narrativa, mas no final causa preocupação ao espectador, por ele poder ser um empecilho no desenvolvimento da vingança.
O espectador acompanha Katie sofrendo tanto, que na hora da vingança a última coisa que se deseja é assistir a uma subtrama desnecessária que atrapalha o ponto chave do filme.
No fim, Doce Vingança 2 é ligeiramente superior ao primeiro. A atriz é bem melhor, a brutalidade sofrida com ela me fez me conectar e torcer muito pela personagem, porém o início fraco e a vingança mediana fazem o resultado final do filme ser aquém do que poderia ter sido.