Cineasta, biólogo e anarquista.
Defendendo o credo "a ciência é ficção", Painlevé conseguiu escandalizar tanto o meio científico quanto o mundo cinematográfico, com um cinema para entreter, bem como edificar. Ele retratou cavalos-marinhos, camarões esqueleto, entre outros, como dotados de traços humanos - o erótico, o cômico e o selvagem. Painlevé sozinho estabeleceu um tipo de cinema único, o "cinema científico-poético".
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