A obra de Jérôme Bel oferece novas perspectivas para a performance, como também marca um verdadeiro retorno às questões da antropologia. Jérôme Bel (apresentado em Paris, Théâtre de la Bastille, 1996, e Berlim, Sophiensäle, agosto de 1997) lida com o corpo, a luz e a música em seu sentido literal puro, como um manifesto minimalista aplicado à dança. Este espetáculo apresenta o corpo em toda a sua simplicidade objetiva e funcionalidade. Assim, frustra qualquer tentativa do dançarino e, da mesma forma, do espectador, de interpretá-lo emocionalmente. Como resultado, a sutil simplicidade deste dispositivo coreográfico permite uma leitura crítica do que está sendo feito e desfeito diante de nós.
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Críticas e opiniões sobre Jérôme Bel