Uma jovem sobrevive à queda de um avião no meio da selva canadense. Para se manter viva, ela precisa aprender a lidar com a natureza e com seus próprios demônios.
Acima da média, mas nada que seja incrível também. A série é bem construída e a estrutura narrativa é interessante, ao contrário do que li nos comentários que alguns aqui, não achei confusa, cada momento dela parece bem claro a parte de sua vida a qual se refere.
Frases e momentos do passado que a fazem querer lutar e persistir por sua vida no presente me fizeram bastante sentido. Era nunca demonstra ser um ser humano com super dotes de sobrevivência, apenas uma pessoa que luta com as armas que a vida lhe entregou em cada etapa. A questão do mundo não ser preto no branco fecha com chave de ouro, sua mãe era um ser livre e com dificuldade de responsabilidades. Seu pai tendia a ser o completo oposto para equilibrar as coisas, quem estava certo? Quem estava errado? Talvez ambos em algum grau. Sua mãe a procurava por cartas, seu pai as escondia, quem estava certo, quem estava errado? A mesma coisa. No final, fica a força de vontade de sobreviver e mostrar a si mesmo que pode, também, fazer de tudo para ser um ser humano melhor, dentro do seu espectro do que é ser melhor.
Acaba não sendo uma série memorável, ou até pode ser, dependendo do público. Acho que a questão de identificação fala muito alto nesse quesito. Quem já passou por aquilo que Liv passa, certamente curtiu a série mais do que os outros.
" Pai: Sabe por que se tornou advogada? Filha: Porque gosto de lutar! Pai: Porque gosta de respostas! Ordem! E não teve muito disso na infância! Você anseia por um mundo preto no branco, mas o mundo não se interessa pelo que você quer. É um caos desde que nascemos. Continuará um caos depois que partimos. E, se existe um sentido nisso, é invisível aos nossos olhos. E daí que você é como ela? Também é como eu. Você fica. Também é como você. Determinada. Faça escolhas diferentes! Não há nada de errado em você, Liv! Você não fez nada de errado. Você era só uma criança. Só está um pouco perdida. Só isso. E cansada."
Finalizo com este texto do livro carência afetiva infantil da Dra. Giorgia Matos com o intuito de acolher quem se comoveu com a série:
"Não há o que temer, não há do que sentir vergonha. Existem muitas pessoas nessa situação vivendo uma história desregrada e cheia de confusões. Pessoas tristes que não fazem nada certo. Erram sistematicamente, sem trégua. Não sabem elas que apenas estão espelhando o que já vivenciaram e que o futuro pode ser diferente. Há primeiro que se buscar o motivo do seu abandono, para, em seguida, procurar entender a situação, para, somente depois, enterrar essa história. O abandono foi um fato, e você NÃO vai modificar o que aconteceu. O que tem que ser trabalhado agora é o seu interior. Modificar sua maneira de ver a vida de agora em diante."
É uma série razoável, o que ficou ruim é o excesso de flashback kkkk acaba confundindo algumas vezes . Teria duas dicas pra ficar bom: 1° se mostrasse a vida dela antes na primeira metade dos episódios sem esses flashbacks e na parte final da série em que ela embarcasse no avião e veria os acontecimentos até o final. 2° Se resumisse mais daria para fazer um filme em vez de uma série sem ter esses flashbacks misturado aí. A dúvida se vai ter outra temporada , talvez, não dá pra saber. Esperar pra ver se vai ter ou não.
Uma série que aborda muitos traumas.
Rí muito na cena em que a Liv estava tentando pescar, a “linha” quebra e ela solta a frase: “Ah vsf peixe, eu nem posso te comer mesmo” 😂😂😂
Acima da média, mas nada que seja incrível também. A série é bem construída e a estrutura narrativa é interessante, ao contrário do que li nos comentários que alguns aqui, não achei confusa, cada momento dela parece bem claro a parte de sua vida a qual se refere.
Frases e momentos do passado que a fazem querer lutar e persistir por sua vida no presente me fizeram bastante sentido. Era nunca demonstra ser um ser humano com super dotes de sobrevivência, apenas uma pessoa que luta com as armas que a vida lhe entregou em cada etapa. A questão do mundo não ser preto no branco fecha com chave de ouro, sua mãe era um ser livre e com dificuldade de responsabilidades. Seu pai tendia a ser o completo oposto para equilibrar as coisas, quem estava certo? Quem estava errado? Talvez ambos em algum grau. Sua mãe a procurava por cartas, seu pai as escondia, quem estava certo, quem estava errado? A mesma coisa. No final, fica a força de vontade de sobreviver e mostrar a si mesmo que pode, também, fazer de tudo para ser um ser humano melhor, dentro do seu espectro do que é ser melhor.
Acaba não sendo uma série memorável, ou até pode ser, dependendo do público. Acho que a questão de identificação fala muito alto nesse quesito. Quem já passou por aquilo que Liv passa, certamente curtiu a série mais do que os outros.
Essa nota não condiz com a qualidade da série!
Só quem passou por certo abandono afetivo na infância sabe o quanto essa série foi profunda! Além disso, consegue se sensibilizar com a Liv!
É uma tristeza ver tantos comentários negativos.
Simplesmente fantástica esta fala no final da série:
" Pai: Sabe por que se tornou advogada? Filha: Porque gosto de lutar! Pai: Porque gosta de respostas! Ordem! E não teve muito disso na infância! Você anseia por um mundo preto no branco, mas o mundo não se interessa pelo que você quer. É um caos desde que nascemos. Continuará um caos depois que partimos. E, se existe um sentido nisso, é invisível aos nossos olhos. E daí que você é como ela? Também é como eu. Você fica. Também é como você. Determinada. Faça escolhas diferentes!
Não há nada de errado em você, Liv! Você não fez nada de errado. Você era só uma criança. Só está um pouco perdida. Só isso. E cansada."
Finalizo com este texto do livro carência afetiva infantil da Dra. Giorgia Matos com o intuito de acolher quem se comoveu com a série:
"Não há o que temer, não há do que sentir vergonha. Existem muitas pessoas nessa situação vivendo uma história desregrada e cheia de confusões. Pessoas tristes que não fazem nada certo. Erram sistematicamente, sem trégua. Não sabem elas que apenas estão espelhando o que já vivenciaram e que o futuro pode ser diferente. Há primeiro que se buscar o motivo do seu abandono, para, em seguida, procurar entender a situação, para, somente depois, enterrar essa história. O abandono foi um fato, e você NÃO vai modificar o que aconteceu. O que tem que ser trabalhado agora é o seu interior. Modificar sua maneira de ver a vida de agora em diante."
Boazinha até.
Mais quem traduziu poderia ter manerado nos palavrões, estava até parecendo filme Brasileiro.
É uma série razoável, o que ficou ruim é o excesso de flashback kkkk acaba confundindo algumas vezes .
Teria duas dicas pra ficar bom:
1° se mostrasse a vida dela antes na primeira metade dos episódios sem esses flashbacks e na parte final da série em que ela embarcasse no avião e veria os acontecimentos até o final.
2° Se resumisse mais daria para fazer um filme em vez de uma série sem ter esses flashbacks misturado aí.
A dúvida se vai ter outra temporada , talvez, não dá pra saber. Esperar pra ver se vai ter ou não.