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Duração
Divorciado e pai de dois filhos, Uriel trabalha na empresa montada pelo pai, é jogador de pôquer online e mantém suas emoções à deriva. O reencontro com Gloria, na forma de azar, destino ou designo divino fará com que ele precise se utilizar da filosofia do pôquer para decidir o que fazer. E Uriel aposta tudo. O filme marca a estreia como ator do músico uruguaio Jorge Drexler, vencedor do Oscar de Melhor Trilha Sonora em 2005 por Diários de Motocicleta.
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Uma grata surpresa ver o Drexler atuando. Pena que o filme é meia boca.
Talvez por ter criado muitas expectativas em relação ao filme, não gostei tanto. A minha sensação foi que o filme é muito lento no começo e acelera muito no final. Fiquei com vontade de saber um pouco mais sobre a Gloria - não sei se a omissão de fatos sobre a vida dela foi mal trabalhada ou intencional (com qual intenção, não sei).
Não gostei de partes inverossímeis, como, por exemplo,
o filho de Uriel ter começado a aprender a tocar violão e já ser convidado a tocar no palco com o grupo de judeus
Poderia ser melhor, mas para passar o tempo, ok.
Um homem divorciado e meio sem rumo na vida reencontra por acaso uma ex namorada e acabam se envolvendo novamente. Os personagens até que são interessantes, mas o andamento do filme realmente não agrada. Tinha boas expectativas por se tratar de um filme argentino, mas me decepcionei. E logo descobri porque não gostei. O diretor é o “Superestimado” Daniel Burman, no qual já tinha visto outros dois filmes dele (As Leis de Família e O Abraço partido) e achei tão irregulares quanto esse.
Drexler é um querido. E os argentinos, em geral, têm uma visão muito particular sobre temas costumeiros de Hollywood, mas aqui não rolou. Exageraram na bobeirinha.
Bom exemplar de cinema argentino de baixa qualidade. Ainda bem que a gente não recebe tudo que eles produzem, se assim fosse, nossa visão sobre o cinema argentino não seria tão boa não.