Após a morte da esposa, homem encontra uma carta que ela havia escrito para o amante, até então, desconhecido. Atormentado pela dor, sua vida aos poucos vai ruindo, enquanto ele empreende uma incansável busca pela verdade, que só poderá levá-lo a autodestruição.
Para falar a verdade - e assim cometer uma certa injustiça para com o filme - a sinopse é muito melhor do que o que vemos na tela. Começa interessante mas no desenvolvimento se torna enfadonho, lento, arrastado, característica de muitos filmes russos. Sobram cigarros e vodca, se alguém se interessar por isso.
Premissa muito interessante, mas, falta dinamismo e algo a mais na história. Taí um filme não tão bom, mas, que poderia ficar melhor, por que os americanos não refilmam ele? Na mão do Woody Allen poderia ser algo bem bacana
Comentário correto de Aion, mas uma boa história.
Filme com uma proposta interessantíssima, mas que naufraga num oceano de arrogância, vulgaridade machista e óbvia e uma simplificação de um assunto que poderia ser tratado de forma muito mais sensível.
Após a morte da esposa, homem encontra uma carta que ela havia escrito para o amante, até então, desconhecido. Sinopse bastante precisa. Mas em vez de vermos a dúvida crescendo na cabeça do homem e a imagem de uma vida com sua mulher ruindo sob uma mentira recém descoberta e sensação de impotência por jamais poder conversar com a esposa, temos em tela um homem unicamente preocupado com si mesmo e sua imagem, seu egoísmo nauseante e absurdo.
Cada confronto, consigo mesmo, com a memória da esposa e com o 'amante' é um desperdício de diálogos que focam exclusivamente no ego ferido do homem que descobre ser traído. A exemplificação da reação típica de um ogro que acha que o mundo gira em torno do próprio umbigo e, de forma bastante triste, jamais entende o porque da mulher ter feito tudo que fez.