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Data de lançamento
24 Out. 2006Duração
Sepideh é uma jovem iraniana, que desiste do sonho de uma promissora carreira musical para se casar com Soheil, membro do governo iraniano, o homem que ela amava. Mas o que parecia ser uma linda história de amor, logo se transforma em um drama familiar, quando o casal descobre que o seu primeiro filho provavelmente nascerá com problemas congênitos porque a mãe fora exposta a gás tóxico durante a guerra Irã-Iraque.
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Fui atraído pela nota alta do Filmow e esperei que esse filme iraniano fosse do estilo realista de “A Separação”, ou “O Apartamento” (ambos do diretor Asgahr Farhadi), mas no fim me arrependi bastante. O filme é sobre uma mulher iraniana que está grávida e descobre que seu filho nascerá com problemas de saúde porque foi exposta aos efeitos do gás mostarda na época de guerra. Até aí, a premissa é das melhores, pois um assunto como esse é sempre pertinente, mas o desenvolvimento da história, ah, isso não me agradou. Tirando a sempre eficiente atuação da bela Golshifteh Farahani e até o desempenho comovente do garoto, o filme apela muito para o exagero melodramático, é tudo muito forçado num contexto geral. Costumo me emocionar em histórias de sofrimento, mas a fraca direção aqui conseguiu me deixar indiferente. Um fiasco.
Alguém sabe onde posso encontrar pra baixar?
Emocionante! A rejeição do filho pelo pai, que exerce alto cargo no governo iraniano, pelo fato do filho vir a nascer com problemas sérios, devido ao fato da mãe ter sido exposta à gás tóxico na guerra Irã-Iraque. Este pai quer o aborto, mas a mãe não desiste do seu filho. Casamento desfeito, mas amor de mãe e a força e fé em Deus sempre prevalece. Não tem como não associar ao meu sofrimento durante minha gravidez em 2011. Eu resisti até o fim, mas meu filho faleceu. Os planos de Deus sempre são perfeitos e hoje eu tenho um anjo, meu Filipe.
lindo d+
Um indivíduo pode lhe tirar o ensejo. E também tentar arrancar-lhe a vida ciese... Mas a força vital pode sobrepujar todas as dores, vender a própria força. Pelejar... Escopo de uma existência contínua.
Entre arranjos e defeitos congênitos, passado de guerra iperita, interrupção prematura, as cordas friccionadas do menor e mais agudo dos instrumentos, traduz a abnegação e o sacrifício em defesa de uma nova biografia.
E o mínimo de um som, dura a frequência necessária para formar o modo de vibração da canção de ninar que se compõe da nota mi como em mãe.