As investigações do assassinato de um coronel reformado acabam levando um jovem tenente a se transformar em um torturador e trazem à tona crimes de guerra cometidos em nome da "guerra contra o terror".
Co-produção franco-belga baseada no romance homônimo do jornalista e escritor argelino Francis Zamponi. de 1999. Este foi o 1° filme do diretor francês Laurent Herbiet. Boa parte do filme foi realizado em preto e branco, todas as passagens em flashbacks, contando a estória do coronel no passado; as cenas atuais foram produzidas em cores, logo após o crime do militar, com as investigações sendo feitas.
O fictício coronel Raoul Duplan é baseado em três oficiais franceses da vida real. Devido à situação tensa na Argélia, onde o filme foi rodado, a produção e o elenco tiveram que ser constantemente escoltados por militares argelinos. No entanto, Olivier Gourmet, certa vez, se viu andando sozinho por um distrito de uma cidade argelina a caminho das filmagens vestido como um coronel francês. Felizmente, nenhum dano se seguiu. Foi o último filme do ator/cantor/compositor francês Charles Aznavour (1924-2018),
Baseado no misterioso homicídio do Coronel Duplan, conta a história de Guy Rossi que, durante a Guerra da Independência da Argélia, em 1956, serviu sob seu comando. Através das páginas do diário de Rossi, que cai anonimamente nas mãos do Ministério da Defesa francesa, inicia-se uma investigação sobre o jovem, no momento em que ele foi oficialmente declarado "desaparecido em ação". Eles trazem à luz crimes e atrocidades cometidos na Argélia, durante esses anos, sinais de tortura de prisioneiros árabes e ataques terroristas contra os franceses.
A farsa francesa na Argélia não ficou impune. Inadvertidamente, o despotismo cruel dos franceses, acabou deixando o instrumento fundamental que facilitou posteriormente a emigração em massa para a França, não só de argelinos, mas também de populações de todos os outros países que estiveram sob o seu domínio, eles deixaram por onde passaram a sua língua, o seu idioma. Hoje os franceses sofrem sérias consequências sócio-econômicas com o inchaço populacional, o orçamento não consegue atender às necessidades de todos, daí o surgimento de um forte sentimento xenofobista.
Filme bom, com questionamento ético verdadeiro. Qualquer semelhança com EUA e Guantánamo não é mera coincidência. A história se repete sempre (porque o comportamento humano é o mesmo, oras essas...).
Co-produção franco-belga baseada no romance homônimo do jornalista e escritor argelino Francis Zamponi. de 1999. Este foi o 1° filme do diretor francês Laurent Herbiet. Boa parte do filme foi realizado em preto e branco, todas as passagens em flashbacks, contando a estória do coronel no passado; as cenas atuais foram produzidas em cores, logo após o crime do militar, com as investigações sendo feitas.
O fictício coronel Raoul Duplan é baseado em três oficiais franceses da vida real. Devido à situação tensa na Argélia, onde o filme foi rodado, a produção e o elenco tiveram que ser constantemente escoltados por militares argelinos. No entanto, Olivier Gourmet, certa vez, se viu andando sozinho por um distrito de uma cidade argelina a caminho das filmagens vestido como um coronel francês. Felizmente, nenhum dano se seguiu. Foi o último filme do ator/cantor/compositor francês Charles Aznavour (1924-2018),
que faz uma participação especial como o assassino do coronel.
Baseado no misterioso homicídio do Coronel Duplan, conta a história de Guy Rossi que, durante a Guerra da Independência da Argélia, em 1956, serviu sob seu comando. Através das páginas do diário de Rossi, que cai anonimamente nas mãos do Ministério da Defesa francesa, inicia-se uma investigação sobre o jovem, no momento em que ele foi oficialmente declarado "desaparecido em ação". Eles trazem à luz crimes e atrocidades cometidos na Argélia, durante esses anos, sinais de tortura de prisioneiros árabes e ataques terroristas contra os franceses.
A farsa francesa na Argélia não ficou impune. Inadvertidamente, o despotismo cruel dos franceses, acabou deixando o instrumento fundamental que facilitou posteriormente a emigração em massa para a França, não só de argelinos, mas também de populações de todos os outros países que estiveram sob o seu domínio, eles deixaram por onde passaram a sua língua, o seu idioma. Hoje os franceses sofrem sérias consequências sócio-econômicas com o inchaço populacional, o orçamento não consegue atender às necessidades de todos, daí o surgimento de um forte sentimento xenofobista.
Muito bom! Preferia que o final fosse um pouco diferente, mas nada que estrague o valor do filme.
Filme bom, com questionamento ético verdadeiro. Qualquer semelhança com EUA e Guantánamo não é mera coincidência. A história se repete sempre (porque o comportamento humano é o mesmo, oras essas...).