Um homem procura vingança pela morte da sua irmã e do seu sobrinho por uma quadrilha de assaltantes mas é acusado injustamene pelo roubo da diligencia. Ele tenta avisar a população de uma cidade sobre o assalto ao cassino local mas eles não acreditam nele.
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Tá mais pra comédia do que para faroeste
Faroeste da Warner Bros. que foi baseado no conto de 1942, "Riding solo", do escritor indiano Kenneth Taylor Perkins (1890-1951). A produção é incomum, pois Randolph Scott (1898-1987) narra seus pensamentos íntimos em momentos cruciais da ação.
Este foi o 3° filme de Charles Bronson (1921-2003) com o diretor húngaro Andre de Toth (1913-2002). Os anteriores foram Museu de cera (53) e Cidade tenebrosa (53). Também foi o 5° papel cinematográfico creditado de Charles Bronson (seus 13 filmes anteriores não foi creditado), aqui ainda com o seu pseudônimo de Charles Buchinsky. O ator aparece bem pouco e, provavelmente,
foi um dos raros filmes que o personagem dele morreu.
Western bem convencional e curto, com bom estilo visual. Teria sido, talvez, um filme extremamente sólido não fosse pela narração em primeira pessoa. A melhor frase do filme é dita por Scott depois que ele caiu na armadilha de um fora-da-lei: “O ódio torna o homem descuidado”.
Um dos melhores que vi até agora que tem o Bronson mais novo.
28-07-2021