Roberto Baggio é um ex-futebolista italiano que atuava como meia-atacante. É considerado um dos maiores e mais populares jogadores da Itália e do mundo na década de 1990 e começo dos anos 2000.
Baggio jogou três Copas do Mundo pela Seleção Italiana, e é o único jogador italiano a fazer gol em três Copas diferentes. No ano de 1993, considerado por muitos como o melhor de sua carreira, conquistou os prêmios de Melhor Jogador do Mundo pela FIFA e o Ballon d'Or, entregue pela France Football ao Melhor Jogador Europeu. Foi colocado por Gianni Brera, o maior e mais famoso cronista esportivo italiano, que viveu entre 1919 e 1992 e observou diferentes gerações do futebol do país, como o melhor e mais completo jogador italiano que já vira, desbancando o mito Giuseppe Meazza. Em 2014, tornou a ser reconhecido na imprensa como o maior futebolista italiano que já existiu.
Como o próprio Meazza, Baggio também faz parte do seleto grupo dos onze jogadores que estiveram nos três maiores clubes italianos: a Juventus e os rivais milaneses, Milan e Internazionale. Sendo querido pelos três clubes, especialmente na Juventus, Baggio brilhou ainda mais por Fiorentina (na qual é considerado o maior jogador que o time teve desde a década de 1980) e Bologna (onde é similarmente visto como segundo maior jogador por lá desde a década de 1970), também rivais entre si; e no Brescia, seu último clube, onde é visto como o maior ídolo que a torcida já teve. Em sua primeira equipe, o Vicenza, é escalado no time dos sonhos, mesmo só tendo disputado com ela a terceira divisão.
Apesar de ter jogado em alto nível técnico, sua carreira ficou fortemente marcada pelo episódio ocorrido na Copa do Mundo de 1994, um pênalti desperdiçado na final contra o Brasil, que culminou no título mundial brasileiro. O que muitos não sabem até hoje é que Baggio fora submetido a um longo tratamento logo após a semifinal, devido a uma forte entrada de um zagueiro búlgaro, fazendo com que Baggio jogasse a final com fortes dores na coxa direita. Para além do futebol, notabilizou-se como maior figura pública italiana associada ao budismo.
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