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Data de lançamento
27 Jan. 2002Duração
Joyce Reador é uma professora de parapsicologia da Universidade de Beaumont que, apesar de sofrer uma enorme pressão contrária do seu chefe, o professor Carl Miller, decide descobrir toda a verdade sobre Rose Red, uma mansão construída no início do século XX por John P. Rimbauer, um magnata do petróleo que deu a casa de presente para Ellen, sua esposa. Ellen aumentou e controlou a casa com mão de ferro até 1950, quando sumiu misteriosamente, o que também já tinha acontecido com April, sua filha, mas a casa continuou "crescendo por conta própria". Há alguns anos nada acontece na mansão, então Joyce contrata uma equipe de seis paranormais, cada um com uma habilidade específica, para explorá-la. Entre eles destaca-se Annie Wheaton, uma garota de 15 anos cujos dons psíquicos são tão poderosos que a excluem do mundo "normal". Joyce pretende usar os talentos do grupo para tentar "despertar" esta "casa adormecida", mas acontecem coisas fora do previsto e a situação cada vez foge mais do controle.
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Considerando o orçamento deles, talvez devessem ter usado um pouco menos de CGI. Tudo envelheceu extremamente mal..
14.09.2002
"As casas têm vida. Isso é uma coisa que sabemos através das nossas terminações nervosas. Se fizermos silêncio... Se escutarmos, poderemos ouvir as casas respirarem".
É bem do tipo: ame ou odeie. Eu gostei bastante. O King conseguiu abordar de forma única um tema já tão batido e tão explorado pelo cinema. Senti que ele se inspirou bastante na Mansão Winchester para escrever essa história, hein rs.
A cena em que a estátua arranca a própria face é memorável. E creio que nunca mais vou ouvir "A Summer Place" da mesma forma kkkkk.
Porém, de fato, os efeitos especiais são risíveis de tão ruins e, pra mim, é este o principal deslize. A duração não me incomodou porque é uma minissérie (apesar de ter sido exibido como filme por algumas redes de TV, e tido muitas cenas importantes mutiladas para diminuir a duração).
Ahh como eu procurei por esse filme! Passou uma vez no SBT e eu nunca me esqueci, a cena da estátua arrancando o próprio rosto ficou gravada na minha memória, mas infelizmente não consegui guardar o nome, mesmo tentando decorar na época. Vira e mexe eu buscava por ele, mas história de casa mal assombrada tem aos montes e eu nunca tinha sucesso, até encontrá-lo aqui, numa lista do filmow. Não era a toa que eu não achava, esse tempo todo não se tratava de um filme e sim de uma minissérie! Bom o importante é que eu achei kkk
Stephen King, tinha que ser você! Eu lembrava que o filme me deu arrepios, mas também que tinha algo de galhofa e tu é o rei em fazer essas misturas inusitadas, personagens cômicos em situações tensas. Vendo hoje em dia, o terror passou longe de mim e o que eu mais gostei foi da exploração dos cenários, porque eram realmente fascinantes, adorei todos eles. Sobre os personagens, alguns eram mais legais e com mais desenvolvimento do que outros, mas todos fizeram bem o seu papel no final das contas. A mais complexa com certeza é a Joyce, a gente começa gostando e no final aplaude de pé. Já a história das assombrações... achei bem qualquer coisa, foi o ponto mais fraco pra mim. Então, no geral, ainda é uma obra muito boa e eu fico realmente feliz em ter tido a oportunidade de rever.
Não entendi o rolê da mãe do Emery no final, o pessoal falando pra ele enfrentar ela pelo menos uma vez na vida. Ela era superprotetora e sim, ele deveria cortar esse cordão umbilical pra se desenvolver como adulto, mas coitada da senhora, foi até lá por estar preocupada com ele, foi abandonada para morrer e no final ainda foi tratada como uma vilã a ser vencida. Não que ele devesse sucumbir, mas não teve um pingo de tristeza por ela, achei pesado.
Um amontoado de ator ruim com um roteiro pífeo.
A história em si é massa mas, poha, as reações,as falas... sérião, vamo se respeitá!