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Duração
Filme que conta a história real de um general das Nações Unidas que lutou para amenizar o sofrimento e tentar evitar mais vítimas no genocídio ocorrido em Ruanda em 1994, episódio que também foi contado no filme Hotel Ruanda, mas focalizando a história de um outro personagem que também estava lá. Aqui o diretor opta por fazer uma caminho direto e sem apelar tanto para elementos dramáticos ou sentimentais, tratando a história com sobriedade e mostrando como as coisas aconteceram de maneira clara e se floreios.
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Pesadíssimo! Um retrato severo do genocídio que assombrou o mundo em 1994, com a morte de quase um milhão de pessoas em Ruanda, na África Central.
Quase um documentário, parecendo ser bastante fiel aos acontecimentos da época.
E, afinal, seriam os belgas os responsáveis, visto que anos atrás, em 1916, foi a Bélgica que, ao colonizar Ruanda, passou a segregar os principais grupos étnicos, estendendo grandes privilégios aos tutsis, em detrimento dos hutus, daí brotando o ódio entre os povos?
Fato é que, ao longo do agravamento da crise nos anos 90, e às vésperas do massacre da população tutsi em 1994, o monitoramento feito pela ONU, com base nas decisões do Conselho de Segurança, assim como a alocação de paz Ruanda (incluindo-se forças belgas, canadenses e francesas), mostraram-se medidas ineficazes, senão inúteis, para administrar o conflito e evitar a tragédia.
“Shake hands with the devil”. CUMPRIMENTOS AO DIABO, POIS A HUMANIDADE FRACASSOU EM RUANDA.
Nota 9. Ainda sobre esse vergonhoso genocídio, vale a pena ver os bons filmes: Hotel Ruanda, Tensão em Ruanda e Tiros em Ruanda.
Grande filme....a guerra envolve muito mais que as pessoas que vivem no país...
Muito bom filme. Me colocar na pele do cara me fez ver e pensar em tudo que sofreu.
Tinha grandes expectativas sobre esse filme, mas foi aquém do esperado. Não é horrível, mas leva um show do "Hotel Ruanda". Neste filme as cenas são um tanto quanto superficiais. O temor da corte marcial fazia com que o general não usasse suas armas para defender aquele pobre povo "tutsi" e seus simpatizantes. Mas, vale uma olhada.
Na pele dos outros os ferimentos são totalmente indolores. No "Hotel Ruanda", de Terry George, o drama, ou melhor dizendo, a tragédia é infinitamente mais chocante, sentem-se os ares dos tenebrosos acontecimentos, a impotência diante deles deprime profundamente.