Um lenhador leva uma vida tranquila enquanto lida com o amor e a perda em uma época de profundas transformações nos Estados Unidos do começo do século XX.
"Este mundo está intrinsecamente costurado, rapazes. Não sabemos como cada fio que puxamos afeta o desenho das coisas. Somos crianças nesta terra. Puxamos parafusos da roda gigante pensando que somos deuses."
“Sonhos de Trem” é um dos filmes mais intimistas, pessoais e profundos que vi nos últimos tempos. Simples, com a melhor fotografia do ano, utiliza um filtro azul, repleto de paisagens e luzes naturais, captando um clima único — além de contar com uma atuação de seu protagonista que me fez questionar por que ele não foi indicado ao Oscar.
É um filme que fala sobre o nascimento, a vida e a morte de um homem comum, tentando se encontrar, carregando traumas e inseguranças permanentes em sua alma. Vivendo no fim da era do Velho Oeste e entrando no mundo moderno, ele atravessa uma vida inteira, e o final poético dialoga com sua luta para entender o mundo ao seu redor.
É uma obra triste, melancólica e, ao mesmo tempo, alegre e única. Robert, o protagonista, é uma alma que transita pelas décadas sem grandes aspirações, apenas carregando o amor e o luto. Em alguns momentos, o filme flerta com rumos diferentes para Robert, mas, no fundo — tal como na vida real —, coisas surpreendentes nem sempre acontecem.
“Sonhos de Trem” é um belíssimo filme. Não li o livro que o inspirou, mas sua narrativa é tão genuína que o coloca entre os meus favoritos do ano.
A fotografia é ok, já o roteiro nem tanto.
Um filme belíssimo.
Que filme profundo, belo e triste! Excelente!
"Este mundo está intrinsecamente costurado, rapazes. Não sabemos como cada fio que puxamos afeta o desenho das coisas. Somos crianças nesta terra. Puxamos parafusos da roda gigante pensando que somos deuses."
“Sonhos de Trem” é um dos filmes mais intimistas, pessoais e profundos que vi nos últimos tempos. Simples, com a melhor fotografia do ano, utiliza um filtro azul, repleto de paisagens e luzes naturais, captando um clima único — além de contar com uma atuação de seu protagonista que me fez questionar por que ele não foi indicado ao Oscar.
É um filme que fala sobre o nascimento, a vida e a morte de um homem comum, tentando se encontrar, carregando traumas e inseguranças permanentes em sua alma. Vivendo no fim da era do Velho Oeste e entrando no mundo moderno, ele atravessa uma vida inteira, e o final poético dialoga com sua luta para entender o mundo ao seu redor.
É uma obra triste, melancólica e, ao mesmo tempo, alegre e única. Robert, o protagonista, é uma alma que transita pelas décadas sem grandes aspirações, apenas carregando o amor e o luto. Em alguns momentos, o filme flerta com rumos diferentes para Robert, mas, no fundo — tal como na vida real —, coisas surpreendentes nem sempre acontecem.
“Sonhos de Trem” é um belíssimo filme. Não li o livro que o inspirou, mas sua narrativa é tão genuína que o coloca entre os meus favoritos do ano.
**10/10**